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Rússia não está permitindo a saída de combatentes feridos de Azovstal, diz governador

O complexo siderúrgico é um símbolo da resistência ucraniana na cidade de Mariupol. Imagem aberta mostra siderúrgica Azovstal, símbolo da resistência ucraniana em Mariupol
Alexander Ermochenko/REUTERS
A Rússia não está permitindo que combatentes ucranianos feridos sejam retirados da siderúrgica Azovstal, onde estão escondidos na cidade de Mariupol, no sul, disse o governador local nesta quinta-feira (28).
Pavlo Kyrylenko, governador da região de Donetsk, disse que a Rússia também não está permitindo que corredores humanitários sejam estabelecidos para evacuar civis na região. Mas ele disse que apenas 370.000 moradores permanecem em partes controladas pela Ucrânia da região de Donetsk, em comparação com 1,67 milhão antes da invasão da Rússia.
A Rússia nega ter como alvejar civis durante a invasão.
“Há 600 feridos em nossa unidade… Eles precisam de atendimento médico, aqui não há condições, medicamentos ou pessoal que possa ajudá-los”, disse Serhiy Volyna, comandante da 36ª Brigada de Fuzileiros Navais da Ucrânia em Mariupol para a Reuters.
Siderúrgica de Azovstal, em Mariupol, com uma densa camada de fumaça preta por cima do telhado
REUTERS/Alexander Ermochenko TPX IMAGES OF THE DAY/File Photo/File Photo
A siderúrgica Azovstal é o principal ponto de resistência ucraniano em Mariupol, uma cidade que tem sofrido bombardeios contínuos desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro.
As forças russas têm tentado invadir a fábrica, de acordo com autoridades ucranianas, apesar dos comentários do presidente russo, Vladimir Putin, na semana passada, de que o complexo não precisava ser tomado.
“Também há civis feridos… centenas de civis aqui conosco, dezenas de crianças, há muitas pessoas com mobilidade reduzida, muitos idosos”, disse Volyna.g1 > MundoRead More

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