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Veja os primeiros desafios de Mattheus Montenegro, presidente eleito do Fluminense

Veja os primeiros desafios de Mattheus Montenegro, presidente eleito do Fluminense

Eleito presidente do Fluminense no último sábado, Mattheus Montenegro comandará o clube pelos próximos três anos — de 2026 a 2028. Por fazer parte da situação e ser o sucessor de Mário Bittencourt, a transição será mais simples, mas o novo mandatário já sabe que terá uma série de desafios e focos principais no início da sua gestão. O ge lista os principais temas.
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Criação da SAF
Mattheus Montenegro terá a responsabilidade de seguir com a condução da criação da SAF do Fluminense. Neste momento, o Fluminense tem uma proposta da Lazuli Partners e LZ Sports, que prevê investimento de R$ 6,9 bilhões em 10 anos e aporte inicial de R$ 500 milhões. Durante entrevista ao ge, o novo presidente eleito falou sobre o tema.
— Vamos trabalhar para melhorar a proposta e tirar todas as dúvidas do torcedor. Tudo que for feito o torcedor vai ter plena ciência. Não tem nenhuma chance de o torcedor ir votar a SAF com dúvidas. O documentos estão abertos e estarei aqui para discutir a SAF nos mínimos detalhes. A gente vai brigar para aumentar esse valor. A proposta foi apresentada, mas pode ser rediscutida — declarou Mattheus.
Mattheus Montenegro é eleito presidente do Fluminense
Marcello Neves
Contratações para a Libertadores
Por fazer parte da situação, a transição será mais simples. Mas Mattheus Montenegro terá que acelerar a formação do elenco do Fluminense para 2026. Isso porque, além de o Tricolor disputar a Conmebol Libertadores, o Brasileirão começará mais cedo — a CBF divulgou o calendário do futebol brasileiro e determinou que a principal competição do ano será disputada entre janeiro e dezembro.
Devido a isso, o novo presidente terá que acelerar contratações e saídas de jogadores do elenco. Neste momento, a busca por um novo centroavante é a prioridade no mercado de transferências.
Reforma das Laranjeiras e CT
Mattheus também terá que dar sequência ao projeto de lei para revitalização do estádio das Laranjeiras e da sede social e a ampliação do CT Carlos Castilho. O projeto trata-se de Operação Urbana Consorciada (OUC) para venda de potencial construtivo e capitalização de reformas de clubes de futebol. O PL do Fluminense vai para deliberação e votação na Câmara. O custo total da reforma — com recursos advindos da venda de potencial — varia entre R$ 200 e R$ 300 milhões.
O chamado “Complexo das Laranjeiras” teria arquibancadas revitalizadas – 6.300 lugares entre setores inferiores e superiores -, com construção de arquibancada coberta para 700 pessoas. Apesar do texto do projeto de lei falar em “implantação de gramado com material sintético, dotado de sistema de irrigação e drenagem”, o tipo de grama será definido mais adiante, no andamento das futuras obras.
Mattheus Montenegro na votação
Fluminense FC
No CT Carlos Castilho, a ideia é ampliar o terreno, hoje com 33 mil metros quadrados, utilizando os recursos para aquisição de imóveis nos arredores da sede tricolor, que fica ao lado da comunidade Cidade de Deus. O projeto prevê mais campos e a recepção da categoria sub-20, que hoje treina em Xerém, para aumentar integração com o profissional.
Liga e direitos de TV
Na divisão das cotas de TV do Brasileirão, o Fluminense é um dos líderes da Liga Forte União (LFU) desde a formação do bloco. Nos próximos anos, os clubes vão continuar a discussão sobre uma possível unificação entre LFU e Libra para a formação de uma liga que organize o campeonato. O contrato atual de direitos de TV, que a LFU negociou com Globo, Amazon, Record e Cazé TV, é válido até o fim de 2029. No próximo triênio, começará a negociação dos contratos referentes ao período seguinte, a partir de 2030.
Contratos do Maracanã
Mattheus assume também a liderança do lado do Fluminense no Consórcio Fla-Flu, que administra o Maracanã e já tem em vista uma oferta de R$ 55 milhões anuais pelos naming rights do estádio. A administração ainda negocia para elevar a oferta, mas depende também do aval do Governo do Estado. Esse seria o maior naming rights no Brasil.
O caso está em estudo da Casa Civil para permissão da venda dos naming rights – embora na Gávea e nas Laranjeiras a confiança seja grande de que não haverá problema em avançar com a negociação. O Governo analisa a legislação vigente em licitações, o edital de concessão do Maracanã – que nem previa nem proibia a negociação de naming rights – e também o tombamento do estádio.
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