São Paulo e Oscar discutem rescisão de contrato; meia não recebe mais salários do clube
Voz do Setorista: Saiba como foi a reunião com o presidente Harry Massis, do São Paulo
O São Paulo e o meia Oscar mantêm conversas em busca de um acordo pela rescisão do contrato do jogador, que vai até o fim de 2027.
Decidido a se aposentar por causa de uma síncope vasovagal, o jogador já não recebe mais salários do Tricolor desde dezembro, enquanto negocia o término do vínculo.
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Oscar, porém, ainda teria direito a receber valores considerados “prêmios” pela assinatura do contrato, no início de 2025, quando chegou ao São Paulo. São luvas e comissões que seriam pagas no decorrer dos anos em que ele estivesse no Tricolor.
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Oscar em treino no CT do São Paulo
Erico Leonan/saopaulofc
São esses os valores negociados no momento entre o São Paulo e Oscar. As duas partes já fizeram reuniões nos últimos dias e vão se reunir novamente na próxima semana. Há um otimismo pelo acordo, mas ainda não há uma definição sobre o que precisaria ser pago ao meia.
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Por ter fechado com o São Paulo, Oscar ainda teria direito a receber R$ 1,5 milhão. Esse valor e outras comissões seriam diluídos até o fim de 2027, mas, com a rescisão dois anos antes do previsto para o término do contrato, o clube e o jogador ainda discutem estes pagamentos.
Oscar estava sem clube. É praxe que essa premiação por assinar seja diluída nos anos de contrato. Neste caso, porém, por causa do problema de saúde do meio-campista, o vínculo será rompido sem que o clube tenha pagado as parcelas restantes. Por isso, é preciso definir como será resolvido o valor que ainda está em aberto.
Em novembro, o meio-campista sofreu um mal súbito durante exames visando a pré-temporada no CT da Barra Funda, foi encaminhado de ambulância para o Einstein Hospital Israelita, onde ficou na UTI. Por lá, teve diagnosticado com uma síncope vasovagal.
Trata-se de uma perda transitória de consciência causada por uma diminuição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos. Ou seja, um desmaio. Segundo um especialista ouvido pelo ge, o problema não tem risco de morte, mas exige acompanhamento contínuo.
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