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Dorival Júnior vê jogo truncado e exalta vitória do Corinthians: “Fizemos por merecer”

Dorival Júnior vê jogo truncado e exalta vitória do Corinthians: “Fizemos por merecer”

Velo Clube 0 x 1 Corinthians | Melhores momentos | 5ª rodada | Campeonato Paulista 2026
Um jogo truncado e difícil, mas com resultado justo. Foi assim que o técnico Dorival Júnior analisou a vitória do Corinthians por 1 a 0 sobre o Velo Clube, pela quinta rodada do Campeonato Paulista, no estádio Benitão, em Rio Claro (SP), na noite deste domingo.
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— Foi uma partida muito difícil e disputada desde o início do jogo. Foi uma partida muito disputada, truncada. É muito difícil jogar contra uma linha de cinco homens, com apenas um na frente. O gramado está muito bom, mas não é veloz. Dificulta muito para acelerar mais a partida, senti muito isso da nossa equipe. Um jogo equilibrado, tivemos dificuldades em bolas aéreas. Eles têm um time muito alto.
— De modo geral, fizemos por merecer o resultado, assim como já havia sido na partida anterior e contra a Ponte Preta. Espero que continuemos assim, vamos buscar uma melhora para termos uma regularidade um pouco maior — declarou o treinador corintiano em entrevista coletiva.
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Dorival Júnior após vitória do Corinthians contra o Velo Clube
Reprodução
Corinthians e Velo Clube fizeram uma partida morna até os minutos finais, quando, aos 45, Yuri Alberto aproveitou o rebote de um chute de Vitinho para marcar o gol da vitória.
Foi a segunda vitória do Timão no Paulistão. Com o resultado, a equipe chegou a oito pontos e entrou no G-8, na zona de classificação para as quartas de final, saltando da 9ª para a 4ª posição.
— É mais uma etapa, uma etapa importante. Não estamos classificados, mas melhorou muito a nossa situação. Não tem nada decidido. Temos que administrar as competições, não tem como fazer diferente — comentou Dorival.
Pela sexta rodada, o Corinthians enfrentará o Capivariano na Neo Química Arena, em 5 de fevereiro, às 20h30 (de Brasília).
Antes, a equipe terá outros dois compromissos: contra o Bahia, nesta quarta-feira, às 20h, na Vila Belmiro, pela estreia no Campeonato Brasileiro, e contra o Flamengo, em 1º de fevereiro, às 16h, no Mané Garrincha, na Supercopa Rei.
Confira outras respostas de Dorival Júnior:
Gestão de elenco:
— É justamente isso que estou fazendo, não tenho outro caminho. Tivemos apenas sete dias de treinamentos, fomos a equipe que saímos mais tarde. Tivemos 15 dias de trabalho depois (do Brasileirão), com alta carga emocional. Não tenho outra forma de trabalhar, não quero evitar o desgaste pelo desgaste, eu quero evitar a lesão. Temos um elenco enxuto, um elenco que não está completo. Na nossa reapresentação, eu tinha cinco jogadores no departamento médico, tive que treinar com 14 jogadores nos dias 4, 5, 6 e 7 de janeiro. Não tenho como escalar jogadores que pouco treinaram, pouco recuperaram.
— Ouço muita gente falando, inclusive de outras equipes, que parece que estão do meio para o fim de uma temporada. É interessante, mas o que estamos passando. Podem esperar que vamos ter muitas lesões ao longo da temporada, não tenho dúvidas disso. Isso vai acontecer, é um preço que vamos ter que pagar pela alteração no nosso calendário em meio a várias disputas que não temos como fugir. Não temos o elenco montado, estamos passando por uma transformação. Aguardamos definir isso o mais rápido possível.
Avaliação da estreia de Pedro Milans:
— Foi uma boa estreia, ficou mais de 40 dias parado. Talvez ele não sustentasse até o final, por isso fiz a substituição naquele momento. Deu uma resposta boa, positiva, não pareceu esgotado como acontece com a maioria dos jogadores. Ainda não teve praticamente nenhum trabalho tático com a nossa equipe, mas mesmo assim deu uma resposta consistente. É um jogador que pode desenvolver uma ótima condição na equipe, vamos torcer para que ele continue desenvolvendo.
Papel do Yuri Alberto na equipe:
— Primeiro ponto é que, em razão do que nós produzimos nos últimos jogos, não seria correto que saíssemos daqui com o empate. Não foi um jogo tecnicamente brilhante, mas foi um jogo de muita entrega e muita luta. Provocamos algumas situações, o goleiro adversário foi muito bem na partida. Pelo volume, merecíamos uma sorte melhor até por aquilo que aconteceu contra o Santos, na Vila Belmiro. O resultado não nos deixa tranquilo, mas adianta e acelera um pouco a nossa classificação. O Yuri foi um jogador decisivo, importante. Encontrou um caminho dentro da equipe e tem sido um jogador especial em muitos momentos, é isso que se espera de um atacante de ponta, como ele é.
Critérios para definição dos titulares:
— É um pouco de tudo. Primeiro, o desgaste excessivo. Segundo, a sequência pode provocar uma lesão. É tudo que estamos tentando evitar. Estamos com elenco enxuto, alguns jogadores contatados com pré-acerto e não foram apresentados. Isso dificulta o nosso trabalho no dia a dia. Estamos com um elenco menor do que ano anterior, saíram mais jogadores do que chegaram. Isso tem nos limitado. Temos que avaliar tudo, as informações vêm no dia seguinte. Amanhã, talvez, tenha algum jogador relatando dor. Você levanta as informações, avalia com a fisiologia e, através dos processos, a gente toma uma decisão.
Grau de importância da Supercopa:
— O cronograma é exatamente esse. Chegar com todos os jogadores à disposição para esses dois jogos: rodada de abertura do Brasileirão e, na sequência, um jogo decisivo. A partir daí, teremos mais opções. Não posso arriscar em cima de uma decisão. Que decisão você tomaria no meu lugar? Seguraria a equipe para chegar em condições em um jogo tão importante como o de domingo ou colocaria em todos os jogos correndo risco de lesão? Estamos tentando evitar lesões, se é errado ou certo, não sabemos. Agora, no jogo seguinte, vou ter que dar uma segurada em três ou quatro para termos todos à disposição no domingo.
Satisfação com o cronograma:
— Até agora? Olha, poderia ser um pouco melhor se tivéssemos um elenco mais composto com todos em condição de atuar, mas não foi esse o caso. É o ideal? Não! Mas dentro do que podemos e pelo tempo que tivemos, estou satisfeito. Tivemos praticamente três clássicos em sequência: Red Bull, São Paulo e Santos. Foram três jogos em apenas sete dias. Não é fácil.
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