Hélio elogia Náutico após vitória e critica gramado da Arena: “Prejudicial para o espetáculo”
Coletiva do técnico Hélio dos Anjos após Santa Cruz 0x1 Náutico
O técnico Hélio dos Anjos valorizou bastante a atuação do Náutico na vitória por 1 a 0 sobre o Santa Cruz, na Arena de Pernambuco, na partida de ida da semifinal do Campeonato Pernambucano. Resultado que dá ao Timbu o direito de jogar pelo empate no jogo de volta, no próximo dia 22, nos Aflitos, para chegar à decisão do Estadual
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O treinador destacou da dificuldade que foi queimar duas substituições ainda no primeiro tempo por lesão. Ambas no sistema defensivo, com o zagueiro Matheus Silva e o goleiro Muriel.
Hélio dos Anjos, técnico do Náutico
Rafael Vieira / CNC
– Eu acho que a condição de jogo foi de um grande clássico, de uma imposição física das duas equipes. Com o Santa Cruz nós sabíamos que ia tomar uma atitude diferente. Então a gente também tem que enaltecer o adversário, mas eu não quero falar do adversário. Eu quero falar de uma equipe que em 31 jogos comigo não tomou gol em 26 – iniciou o treinador alvirrubro.
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– Eu não posso reclamar nada dessa minha equipe. Você chegando numa semifinal e não tomar o gol num dia de muita dificuldade, porque você perde dois jogadores. Um zagueiro com umaa torção séria de tornozelo e perde um goleiro. Tenho que fazer duas substituições, mexe com toda a conotação. Foi um sacrifício muito grande dos nossos beiradas. E nós tivemos que sacrificá-los, porque se não acontece esse sacrifício, a gente poderia perder o jogo – analisou.
Melhores momentos de Santa Cruz 0 x 1 Náutico, pelo Pernambucano
No entanto, apesar de também fazer questão de elogiar o Santa Cruz, Hélio dos Anjos também chamou a atenção para o grande número de faltas cometidas pelo time tricolor. E reconheceu que o estado do gramado da Arena de Pernambuco também preocupou.
– Eu não vou falar do adversário, mas foram 28 faltas, parou o jogo o tempo. Uma imposição física que faz parte do jogo, tentando amedrontar, não estou falando de querer bater em ninguém, mas amedrontar no jogo competitivo, e nós conseguimos reagir bem a isso – pontuou.
– A grandeza do jogo não merece um gramado desse, mas tivemos que adaptar. Na hora que nós chegamos no estádio, minha comissão técnica foi lá para dentro, eu não tenho o costume de entrar no estádio, e todo mundo veio preocupado porque a grama estava solta. Chamou atenção e foi prejudicial para o espetáculo. Na minha visão, mais prejudicial à nossa equipe, por aquilo que nós propomos.
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