Sindicato aponta irregularidades na Ponte e aciona Justiça por dívidas com funcionários
Transfer ban e atrasos salariais marcam rebaixamento da Ponte Preta
A Ponte Preta foi acionada na Justiça do Trabalho pelo Sindicato dos Empregados de Clubes Esportivos e em Federações, Confederações e Academias Esportivas no Estado de São Paulo (Sindesporte).
O processo, distribuído no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (TRT-15) no início de fevereiro, cobra o valor de R$ 864.915,78 por falta de pagamentos de direitos trabalhistas aos funcionários do clube.
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Segundo o documento, ao qual o ge teve acesso, a ação foi motivada por denúncias dos próprios colaboradores da Ponte. O sindicato representa funcionários que atuam no Moisés Lucarelli, no CT do Jardim Eulina e no Paineiras.
CT Jardim Eulina, Ponte Preta
Gustavo Biano
Entre as irregularidades apontadas estão atraso no pagamento de salários, falta de pagamento do 13º salário de 2025, ausência de depósitos do FGTS desde janeiro de 2021 e pagamento de férias fora do prazo legal.
O valor de quase R$ 1 milhão cobrado na Justiça engloba ainda multas previstas na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria por descumprimento de acordos e honorários advocatícios.
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O Sindesporte pediu que a Justiça determinasse à Ponte a apresentação da relação completa de empregados, folhas de pagamento, livros contábeis e comprovantes de recolhimento do FGTS dos últimos anos, além de reivindicar a condenação ao pagamento de todas as verbas em atraso.
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A reportagem do ge entrou em contato com a assessoria de imprensa da Ponte, mas, até a publicação da matéria, não teve uma posição do clube sobre o caso. geRead More


