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Júnior Rocha coloca “meritocracia” acima da idade no Paysandu: “Joga quem estiver melhor”

Júnior Rocha coloca “meritocracia” acima da idade no Paysandu: “Joga quem estiver melhor”

Paysandu x Tuna: clássico marca o encontro entre juventude e experiência
Apostar na experiência e no currículo ou na juventude? O técnico Júnior Rocha não tem dúvidas sobre quem botar em campo. Joga quem estiver melhor, independentemente se é um “medalhão” ou um atleta da base.
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O treinador deixou claro, em coletiva concedida após a goleada que o Papão aplicou de 5 a 1 diante da Tuna, que, embora respeite a experiência, a prioridade será sempre de quem apresenta melhor desempenho nos treinos e jogos para manter a justiça dentro do grupo.
– Não vou dar prioridade mais para quem é experiente, mas está pior que o menino. Eu vou optar pela jovialidade, não tenha dúvida nenhuma. Se o Pedro [Henrique] não estiver melhor que o Brian, vai jogar o Brian. Se o Salomoni estiver melhor que o Marcinho, vai jogar o Salomoni. Não tem motivo para fazer algo diferente aqui, ou perder o grupo.
Júnior Rocha, técnico do Paysandu
Jorge Luís Totti/Paysandu
No clássico disputado na última quinta, na Curuzu, pelas quartas do Parazão, três jogadores jovens entraram como titulares. Entre eles, o zagueiro Iarley, da base bicolor, que “barrou” Luccão, preterido por conta dos “critérios de meritocracia” empregado por Júnior Rocha.
Iarley, zagueiro do Paysandu
Jorge Luís Totti/Paysandu
Iarley, inclusive, fez o terceiro do Paysandu diante da Tuna, seu primeiro gol como profissional. O comandante bicolor quer desenvolver esses atletas, pois tem um sonho de vê-los na seleção brasileira.
– Eu sou pago para isso para desenvolver os atletas, independentemente da idade, da formação, do currículo ou da história do atleta. Eu seria um cara muito frustrado se trabalhasse de outra forma. O que eu mais quero ver é todos evoluindo de uma forma que eu possa vê-los na seleção brasileira.
Na coletiva, Júnior comenta que conversou com o atacante Thalyson, outro jogador da base, para sobre algumas tomadas de decisão do atleta em campo.
– Eu quero fazer com que esses atletas evoluam e fazer com que o Paysandu evolua muito, mas, para isso, existe muito estudo, muito sacrifício e muita resiliência do cara ver o erro assumir. Nós temos tido uma união muito grande nesse sentido de todo mundo aprender um com o outro, para a gente conseguir evoluir o atleta ao ponto de ter um modelo de jogo, da gente ter um futebol melhor e mais gostoso pro nosso torcedor.
O técnico demonstrou grande orgulho e satisfação com o ambiente de trabalho, elenco e estrutura do clube.
– Eu não tenho insatisfação nenhuma. Eu tenho um orgulho tão grande desse grupo. Não tenho um “a” para falar dos atletas, não tenho um “a” para falar de diretoria, não tenho nada para falar do clube, da estrutura. Hoje eu sou um privilegiado na minha vida por estar à frente de um clube com tamanho que é o Paysandu.
No próximo domingo, às 17h, o Paysandu encara o Castanhal, no Estádio da Curuzu, pela semifinal do Parazão geRead More