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Do caderno à estátua: conheça a tradição familiar que acompanha Pedro Rocha, artilheiro do Coritiba

Do caderno à estátua: conheça a tradição familiar que acompanha Pedro Rocha, artilheiro do Coritiba

Artilheiro do Coritiba, Pedro Rocha busca primeiro gol no Couto Pereira
A trajetória de um jogador de futebol é feita de estatísticas, mas, para Pedro Rocha, atual artilheiro do Coritiba na temporada, os números ganham um peso muito mais afetivo. Na contramão de aplicativos e bancos de dados complexos, a contagem de gols da carreira permanece guardada no caderno do pai, Jessé Neves.
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Essa tradição, iniciada em 2002, quando Pedro Rocha ainda era apenas uma criança com o sonho de se profissionalizar, já registrou 378 gols.
O “caderninho” é visto como um elo que une a rotina familiar ao sucesso nos gramados. Segundo o atacante, essa prática se tornou uma regra por onde quer que ele passe.
— Essa história nossa vem desde pequeno, ele sempre anotou meus gols. Em cada clube que eu passo ele continua anotando os gols ali no caderno. No Coritiba, sem dúvida, ele já tem anotado esses que eu fiz — revelou o jogador.
Pedro Rocha, atacante do Coritiba
Jairton Conceição/RPC
Durante boa parte da carreira, esse gesto paterno foi transportado diretamente para as comemorações de gol. Ao balançar as redes, Pedro Rocha frequentemente simulava escrever em um “caderno invisível”, uma homenagem direta ao cuidado de seu Jessé.
Hoje, embora a essência familiar permaneça, o foco da celebração mudou para atender aos novos integrantes da família.
— Eu tive mais ali no início da minha carreira. Hoje, com meus filhos, eu faço uma comemoração para eles e para minha esposa também. Eles me cobram muito, né? Meus filhos, principalmente, para poder fazer um tipo de comemoração para eles ali — explicou o artilheiro.
Estátua Pedro Rocha com a camisa do Grêmio
Lucas Bubols/ge
Dois desses gols inspirar os familiares. Em Porto Alegre, uma estátua eterniza os feitos na final da Copa do Brasil de 2016, um gesto de seus pais para celebrar o ápice de sua trajetória.
— Cara, eu fico feliz, né? É o reconhecimento da minha família. Pelo profissional que eu consegui me tornar. Sempre foi um sonho para mim ser um jogador de futebol profissional e naquele momento foi o ápice da minha carreira. Isso foi um marco importante não só para mim como para minha família também, por isso eles decidiram eternizar esse momento — afirmou o atacante.
Caderno com os primeiros registros da carreira de Pedro Rocha
Eduardo Moura/ge
Apesar de já ter balançado as redes quatro vezes com a camisa do Coxa, Pedro Rocha ainda persegue um desejo específico: sentir a energia de marcar no Couto Pereira.
— É verdade, né? Apesar de ter feito alguns gols, ainda na nossa casa não consegui fazer, mas foram somente dois jogos que eu joguei lá, que foi o jogo do Brasileiro e do São Joseense. Então, espero que o quanto antes eu possa balançar as redes também dentro de casa para sentir essa energia junto com o torcedor — completou.
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Pedro Rocha terá a oportunidade de marcar o primeiro gol pelo Coritiba, no Couto Pereira, neste sábado, às 16h (de Brasília), diante do Operário, no jogo de volta da semifinal do Campeonato Paranaense.
Na ida, os times ficaram no empate por 2 a 2, com os dois gols do Coxa sendo marcados por ele. Em caso de nova igualdade, a disputa se encaminha para os pênaltis. O ge acompanha em Tempo Real.
Pedro Rocha, atacante do Coritiba
Jairton Conceição/RPC
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