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Um mês de Paquetá: meia vive altos e baixos em retorno ao Flamengo; confira balanço

Um mês de Paquetá: meia vive altos e baixos em retorno ao Flamengo; confira balanço

Filipe Luís diz ver Paquetá como alternativa para o ataque do Fla
No último sábado, Lucas Paquetá completou um mês desde a volta ao Flamengo, com status de contratação mais cara do futebol da América do Sul. Neste período, o jogador matou a saudade da torcida no Maracanã, fez gol em clássico, mas também viveu momentos de oscilação, com perda de títulos e ainda em busca do melhor desempenho. Ao todo, foram oito jogos e um gol marcado.
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Depois de uma novela de negociação nos bastidores, Paquetá desembarcou no Rio no dia 29 de janeiro e foi recebido por centenas de torcedores rubro-negros, num reencontro de muita emoção. Ficou marcado na recepção a frase do jogador sobre o sentimento de voltar: “Talvez o Flamengo não precisasse de mim, mas eu precisava do Flamengo”.
Paquetá de volante no Flamengo x Sampaio Corrêa
Jorge Rodrigues / AGIF
A direção rubro-negra correu para ter o meia à disposição de Filipe Luís para disputar a Supercopa, contra o Corinthians, apenas um dia depois, no Mané Garrincha. Paquetá fez sua reestreia no estádio lotado, mas o desfecho não saiu do jeito que ele queria. Paquetá teve uma chance clara de empatar a partida no fim do jogo, e acabou desperdiçando uma finalização diante do gol, um feito que poderia evitar o revés rubro-negro. O lance foi muito lamentado pelo jogador após o jogo.
A recuperação veio mais adiante, contra o Sampaio Corrêa. Paquetá assumiu uma função um pouco mais recuada, como segundo volante e teve uma grande atuação na vitória por 7 a 1.
Ele repetiu a boa atuação nas quartas de final, contra o Botafogo, atuando novamente como segundo volante. Além de colaborar com a articulação das jogadas, Paquetá desencantou e fez o gol que abriu o placar. O único desde o retorno. Cena que devolveu ao torcedor a lembrança das comemorações com dancinha, que ficaram marcadas na primeira passagem. A vitória por 2 a 1 no clássico garantiu a vaga do Flamengo na semifinal do Carioca.
Lucas Paquetá comemora gol do Flamengo contra o Botafogo
André Durão
Em busca do lugar no campo
Depois das boas atuações, as expectativas recaíram sobre a decisão da Recopa contra o Lanús. Dessa vez, Paquetá não foi bem mesmo jogando de segundo volante, em uma atuação coletiva num nível abaixo. O jogador apresentou dificuldades na construção e também pecou na proteção da defesa. A partida terminou com 1 a 0 para a equipe Argentina. No jogo de volta, o meia começou a partida no banco de reservas e só entrou no segundo tempo. Novamente com uma atuação abaixo das expectativas.
Filipe Luís e Paquetá parecem ainda estar buscando o melhor posicionamento para o jogador. O técnico já afirmou que prefere vê-lo jogando mais próximo do gol adversário, embora Paquetá tenha se mostrado mais confortável perto do início das jogadas.
O mês de fevereiro cheio de jogos decisivos para o Flamengo se mostrou um desafio para o início da nova trajetória de Paquetá. A expectativa do clube é que com o entrosamento aos novos companheiros, adaptação ao estilo do time e o acerto da melhor função sejam a largada para a evolução do jogador, para Paquetá mostre o futebol que o colocou entre os melhores meias do Brasil.

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