Bastidores: Marlon recebe mãe e colegas de Grêmio no hospital e mantém astral após lesão
Lesão de Marlon e volta de Braithwaite marcam vitória do Grêmio
A lesão do lateral-esquerdo Marlon gerou comoção em torcida, jogadores e ex-companheiros de futebol. Desde a lesão na noite de quinta-feira até o fim da cirurgia na noite desta sexta, o jogador do Grêmio recebeu uma enxurrada de carinho, se manteve com o astral mostrado no dia a dia e recebeu carinho da mãe, Marlin, e de companheiros como Carlos Vinicius e Willian, que estiveram no hospital na madrugada.
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Marlon é titular incontestável da lateral esquerda e um dos capitães da equipe de Luís Castro. Nos bastidores, é figura querida por funcionários e colegas de clube pelo perfil de astral positivo, característica que já acompanham seu processo de reabilitação.
– É uma liderança nossa e é um jogador muito querido por todos nós aqui, tanto da direção, os funcionários, o grupo de jogadores, nos impactou muito. Como faz com todos os atletas, o Grêmio vai dar esse acolhimento para ele, para ele conseguir voltar da melhor forma possível. A torcida eu sei que está em comunicação direta pelas redes sociais e está dando esse carinho que ele precisa – disse o vice de futebol Antônio Dutra Júnior ao ge.
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Veja a repercussão da grave lesão do Marlon
Médicos do Grêmio acompanham o jogador desde a chegada ao hospital e fizeram um monitoramento da evolução do local da lesão. Inchaço, edema e tudo que pudesse atrasar a cirurgia.
Marlon passou por cirurgia na tarde desta sexta-feira e tem previsão de retorno estimada em cinco meses pelo Grêmio. Porém, no que depender do lateral o período será mais curto, conforme uma mensagem enviada do hospital para o jornalista Duda Garbi, produtor de conteúdo.
– Em três meses, estamos de volta. Eu sou 100% vibe boa. Aqui, energia ruim não pega (risos) — diz a mensagem.
Willian, Marlon e Carlos Vinicius no hospital
Reprodução/Instagram
A conversa tornada pública é um exemplo de como o jogador levou a grave lesão nos bastidores. O vice de futebol Antônio Dutra Júnior relatou que Marlon manteve-se com a cabeça boa e sem se abalar com os meses de recuperação. Mas há um cuidado também para amparar o lateral-esquerdo, como com todos os atletas, quando a exposição e o interesse externo for menor.
– É a forma dele no dia a dia, sempre um cara que está de bom humor, que puxa sempre o grupo para cima. Esse grupo está se forjando e é muito unido, nós sabemos o quanto é importante a gente ter essa força mental – comentou Dutra.
Conforme relato também dos bastidores do Grêmio, o impacto da imagem da lesão gera uma percepção pior do problema. Isso foi passado pelos médicos do Grêmio a dirigentes gremistas. Evidentemente que o problema não deixa de ser grave e obrigará o lateral a uma uma extensa recuperação. Mas há otimismo que Marlon possa jogar ainda em 2026.
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A tranquilidade de Marlon contrastava com as imagens de dor e as cenas ainda no campo da Arena. Tão logo da fratura, jogadores de Grêmio e Vitória se desesperaram e até choraram no gramado, como Willian.
Braithwaite, que voltava de lesão depois de seis meses, foi o primeiro a deixar o banco de reservas e se juntar ao companheiro. E ao lado, Willian não conteve às lágrimas e foi consolado por Pavon e Noriega.
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O choque do gramado foi para a arquibancada e criou um clima de apreensão. Das cabine da Arena, se observava torcedores em choque, outros abraçados a amigos e muitos com as mãos unidas em prece.
Todo o atendimento levou cerca de seis minutos, em um trabalho conjunto das duas equipes médicas e da ambulância. Marlon teve o pé imobilizado e foi colocado sobre a maca, teve o nome gritado pelo torcedor e agradeceu com um aceno. Uma imagem que trouxe certo alívio. A família do atleta acompanhava a partida na Arena e a mãe Marli foi uma das primeiras a chegar ao hospital.
Nas redes sociais, foram várias inúmeras mensagens de apoio ao jogador, incluindo Abel Braga e Paulo Pezzolano, do Inter, que trabalharam com o jogador em Fluminense e Cruzeiro, respectivamente.
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