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Associação Internacional de Boxe apoia COI contra mulheres trans no esporte: “Vitória do senso comum”

Associação Internacional de Boxe apoia COI contra mulheres trans no esporte: “Vitória do senso comum”

Presidente do COI, Kirsty Coventry, anuncia teste que bane mulheres trans de competições
A Associação Internacional de Boxe, IBA, se posicionou a favor da regras que promovem banimento de mulheres trans no esporte, divulgadas na última quinta-feira (26) pelo Comitê Olímpico Internacional. De acordo com o posicionamento oficial do órgão, a decisão do COI é um “processo decisivo para a proteção do esporte feminino”.
– Finalmente essa era de erosão na integridade do esporte acabou. O COI simplesmente não tinha outra escolha. Durante anos, eles fecharam os olhos para coisas que estavam destruindo o verdadeiro significado do esporte feminino. Agora, foram forçados a corrigir seus próprios erros – disse Umar Kremlev, presidente da IBA.
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Boxe feminino Paris 2024
Aytac Unal/Anadolu via Getty Images
Vale destacar que a IBA já defendia políticas de exclusão a mulheres trans antes mesmo da definição do COI. A associação foi ponto central de polêmica contra a boxeadora campeã olímpica Imane Khelif, tomando medidas judiciais contra a participação dela nos Jogos Olímpicos de 2024. Imane também foi banida de competir em Campeonatos Mundiais após supostamente falhar no teste de gênero da associação.
– É uma vitória para o senso comum que o COI finalmente chegou aos mesmos princípios que a IBA vem defendendo por anos. Nós estabelecemos critérios claros de participação muito antes de se tornar óbvio para o resto do mundo. Nós sempre protegemos nossas atletas mulheres, especialmente quando outros escolhem o silêncio ou a conivência política – afirmou Kremlev.
De acordo com a nova política do COI, as atletas serão obrigada a fazer um teste de gênero para determinar a elegibilidade olímpicas à categoria feminina. Cada atleta poderá fazer o teste que determina a presença do gene SRY apenas uma vez na vida. A medida valerá para todas as competições oficiais do COI, a partir dos Jogos de Los Angeles 2028. O presidente americano Donald Trump também já havia proibido atletas trans em competições dos Estados Unidos, país que receberá as próximas Olimpíadas.
O COI afirma que a decisão foi tomada com base em evidências científicas, em estudos liderados por Jane Thornton, diretora de saúde e ciência do Comitê. Além disso, a entidade alega que o rastreamento deste gene é feito por métodos menos invasivos, como pela coleta de saliva ou de sangue. geRead More