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Justiça condena três membros de organizada do Palmeiras por invasão ao CT do clube em 2024

Justiça condena três membros de organizada do Palmeiras por invasão ao CT do clube em 2024

Torcedores invadem CT do Palmeiras e tentam conversar com elenco
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) condenou, nesta semana, três membros da Mancha Alviverde, principal organizada do Palmeiras, por uma invasão à Academia de Futebol, em agosto de 2024.
Jorge Luis Sampaio dos Santos, que exercia a função de presidente da torcida, Felipe Mattos dos Santos e Thiago Amorim de Melo foram os réus do caso.
Felipe e Thiago, vice-presidentes, cumprirão a sentença de sete e seis meses, respectivamente, em regime aberto. Jorge, por sua vez, ficará oito meses em regime semiaberto. O trio ainda precisará pagar multa e prestar serviços à comunidade.
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A defesa do trio alegou que a atipicidade da conduta por ausência de dolo e a insuficiência de provas para um decreto condenatório seriam suficientes para a absolvição, mas tal argumento foi rejeitado pelo juiz Sergio Duarte.
“Ao forçarem a entrada, demonstraram o dolo direto de violar a privacidade e a segurança do local de trabalho alheio, desprezando a vontade contrária manifesta pela segurança e pela própria estrutura do estabelecimento. A tese de que a intenção era apenas “conversar” e que a entrada foi “pacífica” não se sustenta diante do conjunto probatório”, disse trecho do documento, obtido pelo ge.
A sentença vem cerca de dois meses depois da denúncia, recebida pelo TJ-SP no dia 22 de janeiro. Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, e Richard Bezerra, gerente operacional da Academia de Futebol, foram ouvidos no caso.
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Torcedores do Palmeiras na Academia de Futebol
Reprodução
Relembre o caso
Na tarde do dia 1º de agosto de 2024, cerca de 20 torcedores da Mancha Alviverde invadiram a Academia de Futebol do Palmeiras. Os membros da organizada se aproveitaram da abertura do portão do CT para adentrar as instalações, causando apreensão nos funcionários que estavam no local.
A expectativa deles era de conversar com lideranças do elenco e o técnico Abel Ferreira, mas não conseguiram acesso às áreas internas do local. Eles deixaram o local 30 minutos mais tarde, e o Palmeiras, na época, prestou Boletim de Ocorrência.
Há um rompimento da presidente Leila Pereira com a Mancha Alviverde, ocorrido desde o início da gestão, em 2022.
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