Mirassol x Bragantino: dicas, palpites e chances no Brasileirão
Veja a análise do VAR do pênalti em Botafogo x Mirassol
É um jogo com fortíssimo potencial para gol a partir de jogada aérea porque o Mirassol fez assim nove dos últimos dez gols, e o Bragantino sofreu dessa forma seis dos últimos dez gols, sem contar um pênalti contra.
No ataque, o Bragantino usou bolas altas para marcar sete dos últimos dez gols, sem contar um gol de pênalti e um de falta. Para reforçar o potencial, o Mirassol sofreu após bolas aéreas sete dos últimos dez gols (seis dos últimos oito).
Penúltimo colocado da classificação, o Mirassol está com a 14ª campanha mandante (1 V, 2 E, 1 D, 42%), com o 13º ataque (seis gols, média 1,50) e a quarta pior defesa (seis gol sofridos). Sofreu gol em todos os jogos e não fez em um deles.
Gato Mestre
O Bragantino é o oitavo visitante (1 V, 1 E, 2 D, 33%), com o terceiro pior ataque (dois gols sofridos, 0,50) e a sexta melhor defesa forasteira (cinco gols sofridos, 1,25). Não sofreu gol em uma das quatro partidas fora de casa e não fez gol em duas.
O Mirassol pena com a eficiência de seu ataque, que precisa de 13,2 finalizações para fazer um gol em casa, terceira pior eficácia, e a situação só não é pior porque é o segundo ataque que mais finaliza quando atua em casa, com média 16,5 tentativas.
Entre os visitantes, o Bragantino é o quarto que menos permite finalizações de mandantes (11,8), mas sofre um gol a cada 9,4 (11ª resistência defensiva forasteira).
O ataque do Bragantino vive extremos no ataque: é o visitante que mais finaliza (17,5 por jogo), mas está com a menor eficiência, um gol a cada 35,0.
Com média de 12,0 finalizações sofridas por partida, o Mirassol é o 14º nesse quesito entre os mandantes, e está com a quinta menor resistência, um gol sofrido a cada 8,0 conclusões contrárias.
Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, MIllena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More


