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São Paulo x Cruzeiro: dicas, palpites e chances no Brasileirão

São Paulo x Cruzeiro: dicas, palpites e chances no Brasileirão

São Paulo X Cruzeiro: informações e palpite para o jogo
O jogo tem alta probabilidade de gol a partir de jogada aérea porque o São Paulo marcou assim oito dos últimos dez gols (oito dos últimos oito), e o Cruzeiro sofreu dessa forma seis dos últimos dez gols, sem contar dois gols de pênalti de cada lado.
No ataque, o Cruzeiro fez dessa forma seis dos últimos dez gols, e o São Paulo sofreu após bolas altas cinco dos últimos oito gols, o que reforça o potencial, ainda que a defesa são-paulina venha com ótimo desempenho em casa.
Entre os mandantes, o São Paulo é um dos menos produtivos no ataque, com média de 11,8 finalizações por partida, com eficiência apenas mediana, um gol a cada 7,8 tentativas.
O São Paulo está com uma das melhores campanhas mandantes (3 V, 0 E, 1 D, 75%), principalmente por ter uma das melhores defesas, com apenas dois gols sofridos em quatro jogos (média 0,5 por jogo), não levando gol em duas dessas partidas, o que também é um dos melhores desempenhos.
O Cruzeiro ainda não venceu fora de casa e tem uma das piores campanhas visitantes (0 V, 1 E, 3 D, 8%), com apenas três gols marcados e dez sofridos, um dos piores desempenhos defensivos forasteiros. Sofreu gol em todas as quatro partidas fora de casa.

Gato Mestre
Será um desafio para a equipe mineira superar a eficiência defensiva são-paulina porque o Cruzeiro está com uma das piores eficiências ofensivas forasteiras, com um gol a cada 15,7 tentativas e média de 11,8 finalizações por partida, produtividade apenas mediana.
Defensivamente, também há muito a melhorar, pois o Cruzeiro apresentou baixíssima resistência defensiva nos jogos fora de casa, com um gol sofrido a cada 5,1 conclusões contrárias, e média de 12,8 finalizações sofridas por partida.
Será preciso fazer algo muito diferente para buscar a vitória no Morumbis porque o São Paulo apresenta média de um gol a cada 4,6 finalizações que faz de dentro da área. O Cruzeiro tem precisado de 7,1.
Estrategicamente, o Cruzeiro precisaria trancar a sua área porque o São Paulo ainda não conseguiu fazer gol de fora da área em 39 tentativas.
Se o Cruzeiro conseguir, o desempenho poderá ser considerado uma revolução em seu desempenho. Mesmo tento uma das maiores posses de bola do campeonato (54,9%), São Paulo é uma das equipes que mais faz ações de combate no Brasileirão, com 16,9 desarmes por partida e 15,1 faltas cometidas, totalizando 32 ações de combate, que quando acabou o jogo contra o Internacional, na rodada passada, era a maior do campeonato.
Comparativamente, o Cruzeiro tem uma das menores marcas nesse quesito. Fica menos com a bola do que o São Paulo (média de 52,7%) e é o time com menos desarmes (11,0 por jogo) e fez 13,3 faltas por partida, somando 24,3 ações de combate por jogo, uma das menores marcas do campeonato e oito a menos que o São Paulo, na média.
Historicamente, o São Paulo é extremamente dominante quando recebe o Cruzeiro pela Série A do Brasileirão. Desde 2006, foram 17 confrontos com este mando, e o Cruzeiro só venceu uma vez (2013) contra 13 vitórias do São Paulo, além de três empates.
Desta vez, passa por um momento delicado em um início de trabalho do recém-contratado técnico Roger Machado após a saída de Hernán Crespo. O São Paulo perdeu três dos últimos seis jogos, com duas vitórias. Sob o comando de Roger, são duas vitórias, um empate e duas derrotas.
Mas o Cruzeiro também tem um novo técnico, Artur Jorge, que estreou vencendo o Vitória em casa (3 a 0), e só venceu uma das últimas cinco partidas (duas derrotas e dois empates).
Ainda assim, as duas equipes estão com nove jogos disputados, o Cruzeiro está no Z4 que leva para a Série B, com dez pontos a menos (7 e 17) que o São Paulo, que está no extremo oposto da tabela de classificação.
Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, MIllena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More