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Botafogo-SP desafia tabu de 28 anos contra o Criciúma em SC

Botafogo-SP desafia tabu de 28 anos contra o Criciúma em SC

Botafogo-SP enfrenta nesta sexta-feira o ex-time do técnico Cláudio Tencati
O Botafogo-SP desafia um tabu de 28 anos sem vencer o Criciúma fora de casa. Os times se enfrentam nesta sexta-feira, às 20h30, no Heriberto Hülse.
A última vitória do Tricolor na casa do Tigre foi em agosto de 1988, na Série B. Na ocasião, Taílson, Wagner e Lúcio fizeram os gols do triunfo por 3 a 0. Naquele ano, o Bota subiu para a Série A.
Lance da partida entre Botafogo-SP e Criciúma, pela 37ª rodada da Série B de 2025
Luiz Fernando Cosenzo / Agência Botafogo
De lá para cá, foram cinco partidas entre os times em Santa Catarina, com quatro vitórias do Criciúma e um empate. Já em Ribeirão Preto, a última vitória do Botafogo foi em julho de 2023, na Série B.
– Não é um peso, é um ânimo a mais. Quebrar mais um tabu, como já quebramos no Botafogo, seria maravilhoso. A gente vai lutar por isso. É difícil jogar lá, tem uma torcida boa, é um time qualificado, mas temos condições de buscar essa vitória – afirmou o lateral-esquerdo Patrick Brey, capitão do time.
Torcida do Criciúma no estádio Heriberto Hülse
Celso da Luz/Criciúma E.C.
Para o duelo de sexta-feira, o Botafogo chega na quarta colocação, com duas vitórias e uma derrota. Já o Criciúma é o 12º colocado, com uma vitória, um empate e uma derrota. Mesmo jogando fora de casa, Patrick Brey pontuou que o Botafogo deve manter a característica ofensiva das últimas partidas.
– Estamos criando uma identidade forte de propor o jogo, ser ofensivo e isso a gente não tem que mudar, independentemente de jogar em casa ou fora. Claro que alguns jogos vão pedir uma estratégia diferente, mas acredito que a gente vai lá para ganhar – concluiu o lateral.
Patrick Brey, capitão do Botafogo-SP, durante a partida contra o São Bernardo-SP
João Victor Menezes de Souza/Agência Botafogo
O lateral também destacou que outro fator que pode influenciar a partida é a torcida do Criciúma. O time catarinense teve a quinta melhor média de público da Série B de 2025, de 9,1 mil torcedores. Patrick Brey destacou que gosta de entrar em campo com o estádio cheio, mesmo que seja de torcedores rivais.
– Eu gosto mais ainda de jogar contra ou a favor de uma torcida muito grande. Pode ser um copo cheio ou copo vazio. Às vezes tem a chance de você fazer um grande jogo e a torcida jogar contra o próprio time – disse.
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