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Cuca diz que Neymar e Gabigol “encheram tanque” e vibra: “Era dia de vencer ou vencer”

Cuca diz que Neymar e Gabigol “encheram tanque” e vibra: “Era dia de vencer ou vencer”

Santos 1 x 0 Atlético-MG | Melhores momentos| 11ª rodada | Campeonato Brasileiro
Técnico do Santos, Cuca vibrou com a vitória da equipe por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, na noite deste sábado, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro, em duelo que marcou o retorno de Neymar e Gabigol ao time titular. O centroavante deu assistência para Moisés.
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Para Cuca, o jogo foi muito positivo para os dois em termos físicos. Como o comandante havia prometido, Neymar voltou de “tanque cheio” e deve aproveitar mais minutos em campo nos próximos duelos em casa do Peixe.
— Neymar encheu tanque, Gabigol também. Foram bem na partida. Talvez tenha sido a melhor partida no nível competitivo e físico deles. Tendência é ele se manter jogando, não precisa jogar 90 minutos, dosar para estarem inteiros de três em três dias. Conversei com eles, sobre a importância que têm no time, de diminuir espaço. Ninguém espera que sejam marcadores, mas passar a linha da bola e diminuir espaço é fundamental. Partida de desgaste enorme. Neymar cobrou Escobar, mas não é possível manter 100% daquela forma. É legal essa cobrança para querer melhorar — analisou Cuca.
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Cuca antes de Santos x Atlético-MG
Mauricio De Souza/AGIF
A tendência é que Neymar participe também dos próximos jogos em casa, contra Recoleta, pela Copa Sul-Americana, Fluminense, pelo Brasileirão, e Curitiba, pela Copa do Brasil.
— O Neymar está evoluindo jogo a jogo, ficou para trabalhar. Desenvoltura bem melhor e a tendência é que ele desenvolva melhor. É arriscado jogar todos os 90 minutos, vamos ver se ele aguentar é melhor, vamos trabalhar para que jogue na terça. A gente fica feliz em ver ele desfrutar do jogo como fez.
Mais do que Neymar ou Gabigol, garçom da noite, Cuca vibrou também com o resultado em si, que deu ao Santos não só três pontos, mas também um resgate da confiança depois de derrotas para Flamengo e Deportivo Cuenca em sequência.
— Era dia de vencer. Se vencesse jogando mal, era dia de vencer. Mas venceu jogando bem, foi uma partida muito contundente, bem jogada, principalmente no primeiro tempo. Manejamos bem o jogo, demos poucas chances a eles. Sabem jogar. Neutralizamos bem. Tiveram chance clara no final, normal. Tivemos muitas oportunidades. Quase 20 finalizações — ponderou o comandante.
O Santos volta a campo já na terça-feira, para enfrentar o Deportivo Recoleta, às 21h30 (de Brasília), na Vila Belmiro, pela segunda rodada da Sul-Americana, depois de perder na estreia para o Cuenca, fora de casa.
Veja outras resposta de Cuca na entrevista coletiva:
Moisés x Rony
— Moisés entrou na hora certa. Foi tudo certo. Rony trabalhou bem fechando o lado direito do Atlético. Taticamente ajudou muito. Não fez uma má partida. No momento que sentimos que poderíamos ter uma infiltração maior, colocamos o Moisés. Quanto aos meninos, estou sempre atento. Mas estou aqui há só um mês, chegamos de viagem há 48 horas e fizemos mobilização para o jogo. Vamos, como sempre, valorizando bem a prata da casa.
— Ele recebeu no Equador e foi substituído. Muito forte. Sabe definir. Gol de quem sabe fazer o gol. Sem dúvida é muito importante para nós. Thaciano, Lautaro, também são, dentro das condições. Daqui a pouco, vai usar todos.
Poucos gols sofridos
— Jogo do Flamengo passamos por uma instabilidade e tomamos dois gols em sete minutos. Foram dois cruzamentos, não foi à la Flamengo, não corrigimos. Nas outras partidas, nós fomos muito bem, não fomos vazados. Tem sacrifício. Desgaste. Nosso voo também atrasou. Mas se não joga hoje, não tem como jogar na terça. Agora é descansar o jogador. Terça e domingo bem.
— Muita relação. O Lucas é um jogador importantíssimo, conhece o Luan. Essa zaga foi até a final da Libertadores. Mas não vão jogar todas as partidas. Temos Adonís, Zé Ivaldo e meninos pedindo passagem. Mudamos posição, marca individual e zona, conforme o rival. Por isso a importância do Arão também no jogo de hoje. Posicionamento dele na bola aérea é muito importante.
Expulsão por reclamação
— É só ver meu histórico de expulsão e é quase zerado. Aqui no Santos, é a primeira vez que sou expulso. Perguntei para o Gabigol se tinha batido na mão e ele disse que não. Falei com o juiz que não tinha batido, amarelo. Depois, vermelho. Gabriel até agora diz que foi no ombro. Me passei um pouco, eu poderia ter administrado mais. Mas no calor do jogo, na vontade, na necessidade, me passei, mas não ofendi ninguém. Fato negativo, infelizmente. Prefiro ser expulso e ganhar do que ficar e perder.
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Jogadores lesionados
— Mayke não volta. Só no fim de semana. Medicamento que ele usou cai no doping. Menino ainda não. Veríssimo estava com problema nas costas. Gustavinho sentiu embolar atrás da coxa. Igor estava com câimbra. Nós saímos do Equador depois do jogo e chegamos depois do almoço do dia seguinte, é um desgaste enorme além do jogo e da altitude. E em 48 horas você já está ali. Competimos da mesma forma na parte física. Não aguenta 90 minutos, mas a intensidade foi boa.
Sequência em casa
— A vitória te dá muita confiança. Temos que nos mobilizar a cada jogo, cada história. Daqui a dois dias, tem Sul-Americana e precisamos provar novamente. Fazer o máximo possível de pontos, vitórias, tentar jogar bem, fica mais próximo do resultado. Na maioria das vezes, virá. Intensidade não é fácil de manter, precisa rodar, colocar os descansados. Fazer força de grupo. Tem muito jogador ainda que vai produzir, vai jogar, daqui a pouco serão chamados.
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