Zubeldía explica mudança de batedores de pênaltis e analisa vitória do Fluminense: “Terminamos sofrendo”
Fluminense 2 x 1 Operário-PR | Melhores Momentos | Copa do Brasil 2026
O Fluminense assegurou a classificação para as oitavas da Copa do Brasil em um jogo que começou tranquilo e terminou com algum risco. Uma das razões para a preocupação final o pênalti desperdiçado por John Kennedy, quando a equipe tricolor vencia por 2 a 0. O Operário diminuiu em seguida, e o Fluminense foi bastante pressionado nos minutos finais.
O pênalti perdido por John Kennedy foi o segundo a favor do Fluminense na partida. O primeiro foi batido e convertido por Savarino. Ao fim do jogo, Zubeldía explicou a mudança de batedor.
— Sempre temos dois batedores. Colocamos um encarregado pelo pênalti, no caso é o Savarino e um segundo, que é o John Kennedy. Como tivemos dois pênaltis, por uma situação que o Savarino não queria voltar a bater. Tem treinador que tem um batedor, eu tenho dois. Está programado. Poderíamos fazer o terceiro. Terminamos sofrendo, tivemos chances. No final passamos, o que era a prioridade. Uma partida em que fizemos 70, 80 minutos muito bons, que poderíamos fazer três a zero. Mas terminamos sofrendo — afirmou Zubeldía.
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Luis Zubeldía em Fluminense x Operário
André Durão
A vitória interrompeu uma sequência ruim de quatro jogos sem vitória do Fluminense, ainda assim a torcida tricolor não se conformou com o desempenho. Ao fim do jogo, os jogadores ouviram vaias saídas das arquibancadas.
Além da falta de gols, o clube também voltou a demonstrar problemas defensivos. O mais vistoso foi a falha Jemmes no gol do Operário. O zagueiro estava posicionado com condições de cortar um cruzamento, mas deixou a bola passar e Felipe Augusto conseguiu concluir.
— Alguns gols são evitáveis. Não falei com Jemmes sobre o que aconteceu no cruzamento (do gol do Operário). Parecia que ele tinha tudo para cortar, não sei o que aconteceu(…) Mas estatisticamente estamos tomando gols, mas nem sempre por domínio (do adversário), algumas vezes por coisas pontuais. Não sei te dizer o porquê. Pode ser insegurança porque não estávamos ganhando, o momento do ano. Pode ser falta de sorte. É algo que temos que melhorar. Temos a condição de melhorar — considerou.
O Fluminense volta a campo no próximo sábado, para enfrentar o São Paulo, às 19h, pelo Brasileirão. A partida vai marcar a apresentação do atacante Hulk, que vai reforçar o time a partir do segundo semestre.
Veja outras respostas do treinador:
Sufoco desnecessário
— Quando ficamos à frente do marcador, o time sempre buscou, criou situações de gol e mostrou um jogo muito bom em alguns momentos. Perdemos às vezes a bola fácil por querer acelerar o jogo e criar chances de gol. Nessa ânsia por fazer gol, tivemos mais pressa que o normal. A equipe foi vertical. O segundo gol foi um golaço. O primeiro veio de uma pressão. Quando tivemos para matar, aconteceu esses acidentes que acontecem nos pênaltis. São coisas pontuais. São partidas de Copa, se complicam. O rival pode estar em um bom ou mau momento, mas são partidas de Copa. Fico com o rendimento e ajustar esses detalhes defensivos. Uma vez mais, não merecíamos sofrer para selar a classificação. Estamos nesse momento do calendário e dependemos de nós mesmos. Sempre vamos depender de nós mesmos para melhorar isso.
Zagueiros do elenco
— Temos três zagueiros que podem ser titulares de janeiro para cá, são Freytes, Ignácio e Jemmes, depois chegou o Millán. Há o Igor (Rabello) com bem menos minutos. São três zagueiros que, pela minha experiência no Brasileirão, sempre vou tomar minha decisão de acordo com o que o jogo pede.
Vaias para Canobbio e como prepara a parte mental do jogador para receber críticas da torcida
— Tanto Canobbio quanto Serna são jogadores importantes para a equipe. Canobbio tem jogado mais por uma questão de característica, e o Serna, desde o dia que cheguei, para mim é um jogador muito bom para a equipe e é um excelente profissional. É uma pessoa muito educada, trabalhadora, humilde e tudo que conquistou, porque veio de uma carreira de muito esforço, é seu mérito. Era titular há um tempo e agora está no banco, e encara isso bem. Não tenho dúvidas de que é importante para o Fluminense. Com todo o respeito, se criticam a um ou outro, estamos acostumados. Temos que nos manter fortes como um grupo. Estamos focados. Somos profissionais, então treinamos tudo, a parte mental sempre se treina. Os profissionais não caem do céu, então têm momentos ruins. Não temos desculpas, queremos ganhar sempre no Maracanã.
Conta com Martinelli contra o Bolívar?
— Vamos ver como continua a recuperação. Temos um jogo sábado e vamos tomar uma decisão de acordo com o departamento médico.
Jogo contra o Bolívar
— A ideia é ir partida a partida. Nós temos a expectativa de fazer os três gols, temos os recursos para isso. Vamos com fé para ganhar do Bolívar. Parece ser difícil ganhar por três gols, mas é possível. Temos que primeiro pensar em ganhar, depois nos gols. Agora é pensar no São Paulo.
Subida de produção da equipe com retorno de Lucho Acosta
— Lucho foi e é importante e será importante para a equipe. Sempre digo. Quando cheguei aqui a primeira coisa que fiz foi colocar Lucho de meia atacante. O time estava com três volantes e eu o coloquei de meia. O campo é soberano. É uma peça importante, os demais também são importantes. Ele é a criatividade, chutes, criação de chances. Está em um bom momento e temos que aproveitar.
Alisson
— Estão sendo todos [vaiados]. Se for falar de cada um que criticam. O que quer que eu te responda? Qual é a pergunta? Tem pouca mostra. Quando cheguei acontecia o mesmo. Chamava um, era criticado. Chamava outro, também. São momentos. O que não tenho dúvida é que Alisson é um jogador bárbaro. Muito bom, como todos que estão aqui. Mas tem que passar o momento. Se não se recordam como estava a situação de 70% do plantel em relação ao torcedor. E muitos deles conseguiram reverter a situação. Nós temos que trabalhar.
Erros individuais nos gols sofridos. Qual o critério pra escolher o parceiro do Freytes?
— Alguns gols são evitáveis. Não falei com Jemmes sobre o que aconteceu no cruzamento (do gol do Operário). Parecia que ele tinha tudo para cortar, não sei o que aconteceu. Temos três zagueiros que podem ser titulares de janeiro para cá, são Freytes, Ignácio e Jemmes, depois chegou o Millán. Há o Igor (Rabello) com bem menos minutos. São três zagueiros que, pela minha experiência no Brasileirão, sempre vou tomar minha decisão de acordo com o que o jogo pede. Mas estatisticamente estamos tomando gols, mas nem sempre por domínio (do adversário), algumas vezes por coisas pontuais. Não sei te dizer o porquê. Pode ser insegurança porque não estávamos ganhando, o momento do ano… Pode ser falta de sorte. É algo que temos que melhorar. Temos a condição de melhorar.
Oscilação do Fluminense
É um momento do semestre que quando se ganha se sofre. Ainda assim, cumprimos o objetivo de passar. Poderíamos golear, ficamos a um gol disso, mas terminamos sofrendo. Sobre o pênalti, o primeiro batedor é o Savarino, o segundo, o John. Eu gosto de ter o centroavante como batedor
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