Da Série B aos pré-convocados: ciclo da Copa tem reviravoltas, mas marca retomada do Cruzeiro
ge Cruzeiro: quem dos pré-convocados deve estar na lista final de Ancelotti?
O Cruzeiro vive a expectativa de ter representantes na Copa do Mundo, com seis pré-convocados – Arroyo, no Equador, Fabrício, Kaiki, Gerson, Matheus Pereira e Kaio Jorge, no Brasil. Ainda com possibilidades baixas de presença nas listas finais, os jogadores selecionáveis marcam um ciclo de redenção do clube.
Kaio alcança Arrascaeta na artilharia do Cruzeiro no Mineirão e fala da chance de ir à Copa
Três anos e meio atrás, quando acabou a Copa do Mundo no Catar, o Cruzeiro comemorava o título da Série B. Em 2022, viveu a primeira temporada como SAF, teve Ronaldo Fenômeno como gestor e viu, enfim, acabar o martírio na divisão de acesso nacional.
Como o Mundial foi disputado no fim de 2022, o ciclo foi mais curto do que o habitual. Ainda assim, reservou tempo suficiente para viradas de chave esportiva e financeira, com mudança de gestão e disputas em diferentes frentes.
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O ano de 2023, ainda sob gestão de Ronaldo, foi de afirmação para o Cruzeiro. O clube decepcionou no Mineiro (eliminado na semifinal), conviveu com trocas de comando, mas conseguiu permanecer na Série A e voltar ao cenário continental, com vaga na Sul-Americana.
Crise e troca de gestão
O início de 2024 também foi tumultuado e gerou a saída de Ronaldo Fenômeno, que vendeu a SAF para Pedro Lourenço. O empresário assumiu o Cruzeiro, aumentou investimentos e acelerou o retorno do time à disputa por títulos.
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No segundo semestre daquele ano, o Cruzeiro voltou a ter convocações para a seleção brasileira, depois de mais de cinco anos. William e Matheus Pereira, contratados ainda na gestão de Ronaldo, foram chamados por Dorival Júnior.
Coletivamente, a temporada terminou com frustrações. O Cruzeiro chegou a uma final continental após 15 anos, mas perdeu para o Racing e terminou o Brasileiro sem vaga na Libertadores, o grande objetivo para 2024.
Matheus Pereira e e Kaio Jorge são expoentes em momento de redenção do Cruzeiro
Reprodução/ CONMEBOL
Rota alterada e meta alcançada
O ano de 2025 não passou ileso de turbulência. Houve investimentos em nomes como Fabrício Bruno, Gabigol e Dudu, mas Fernando Diniz saiu no início de fevereiro, e o time ficou fora de mais uma final do Mineiro. A chegada de Leonardo Jardim mudou os rumos e fez o Cruzeiro brigar na parte alta do Brasileirão e da Copa do Brasil.
No torneio de pontos corridos, brigou lutou pelo título desde o início, com Palmeiras e Flamengo, terminando na terceira posição e garantindo vaga na Libertadores. Na Copa do Brasil, parou diante do Corinthians, na semifinal. A temporada marcou o retorno de Fabrício Bruno à seleção brasileira, onde Kaio Jorge teve as primeiras oportunidades na carreira.
Pedro Lourenço e Leonardo Jardim, do Cruzeiro
Gustavo Aleixo/Cruzeiro
Título, turbulência e respiro
Leonardo Jardim deixou o Cruzeiro para dar uma pausa na carreira, e Tite foi contratado para dar continuidade ao projeto. Recebeu o reforço de Gerson, contratado por R$ 200 milhões. Pressionado pela torcida desde o primeiro mês de trabalho, o treinador conduziu o time ao título mineiro, encerrando jejum de seis anos, mas acabou demitido por conta do início ruim no Brasileirão.
Artur Jorge foi o escolhido para a vaga, respaldado pelos títulos do Brasileirão e da Libertadores com o Botafogo, em 2024. O português tirou o time da zona de rebaixamento, classificou às oitavas da Copa do Brasil e briga por vaga no mata-mata da Libertadores, sonho de consumo do clube.
O avanço às oitavas do torneio continental, inclusive, representará um aumento no investimento previsto para a janela do meio do ano.
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