Ovacionado em treino, Djokovic luta contra corpo na busca por 25º Grand Slam: “É frustrante”
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Um dos maiores tenistas de todos os tempos, Novak Djokovic vai completar 39 anos na próxima sexta-feira (22) com um sonho na cabeça: a conquista do seu 25º título de Grand Slam. Recordista dentre os homens, o sérvio bateu na trave ao perder para Carlos Alcaraz e ser vice-campeão no Australian Open, em janeiro.
Agora é hora de tentar o feito no saibro de Roland Garros, na França. Além de duros oponentes pela frente, vencer o próprio corpo, cheio de dores por conta da longa carreira, é uma dura missão, de acordo com o astro.
– Não me lembro da última vez, nos últimos dois anos, em que tive uma preparação sem problemas físicos ou de saúde antes do torneio. Sempre tem alguma coisa. É uma nova realidade com a qual tenho que lidar. É frustrante. Ao mesmo tempo, é minha decisão continuar jogando nessas condições – afirmou Djoko, que é tricampeão em Roland Garros.
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A disputa em Paris começará no próximo domingo, e o sorteio das chaves será nesta quinta. Cabeça de chave número 3, Nole treinou na noite de terça na quadra principal e foi bastante ovacionado ao entrar para a atividade com o alemão Alexander Zverev (3º do ranking).
Novak Djokovic saúda torcida durante treino na quadra central de Roland Garros
Getty Images
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Djokovic não conquista um Grand Slam desde 2023, quando venceu Australian Open, Roland Garros e US Open. No ano passado, o astro sérvio chegou às semifinais dos três citados e também de Wimbledon. O ano de 2025 ficou marcado como o único desde 2017 em que Djoko não conseguiu chegar a uma final de Grand Slam. Mas ele mudou isso já no primeiro Major deste ano de 2026, na Austrália.
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– Definitivamente, ainda não estou onde quero estar para jogar no mais alto nível, competir no mais alto nível e conseguir ir longe – comentou o astro sérvio.
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Depois de fazer a decisão na Austrália após levar a melhor em seis jogos, Novak só disputou dois torneios e venceu duas vezes até aqui. Ele soma sete triunfos e três derrotas nesta temporada. Nada que o faça deixar de ser um dos grandes favoritos em Roland Garros.
Ao longo dos últimos meses, o ex-número 1 do mundo desistiu de três Masters 1.000 para lidar com questões físicas – Miami, Monte Carlo e Madri. Assim, tem sete vitórias e três derrotas neste ano.
– Eventualmente, você tem que jogar. Você tem que começar de algum lugar. Eu queria ter começado antes, mas não consegui. Você simplesmente se adapta e tira o melhor proveito da situação – disse ele. geRead More


