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Família Santana segue tradição do avô e leva alagoano de 8 anos ao futsal do São Paulo

Família Santana segue tradição do avô  e leva alagoano de 8 anos ao futsal do São Paulo

Com 8 anos, Isac está no futsal do São Paulo
Arquivo Pessoal
O futebol faz parte da família Santana há décadas. Ainda garoto, o patriarca Sérgio Santana jogava bola na Travessa Santa Isabel, na Pajuçara. O que era apenas brincadeira de criança levou Sérgio a disputar competições amadoras pelo extinto Guarany, do bairro do Poço, fundado pelo desportista Élio Sena.
Filhos de Sérgio, Jamerson e Serginho herdaram a paixão pelo futebol. Incentivados na infância, foram levados ao estádio, frequentaram escolinhas de futebol e chegaram a jogar juntos na base do CRB.
Porém, Jamerson sofreu uma séria lesão no ligamento e parou aos 16 anos. Jamerson largou a carreira aos 19, depois de disputar Campeonato do Sesi, Alagoano e Copa São Paulo.
Serginho contou ao ge como o futebol fez parte da infância dele e do irmão.
— Como todo brasileiro, o futebol já vem no sangue. O meu pai cresceu na Travessa Santa Isabel, lá ele jogava num time da região, jogou no Urab, no Guarany, do Élio Sena, então ele sempre teve essa paixão pelo futebol. Como torcedor do CSA, a gente tem lembrança do clube campeão em 1994, com Catanha, Wilson, … A gente foi crescendo, sendo levado ao futebol pelo meu pai, a gente sempre gostou de jogar bola, na rua mesmo. A casa da gente sempre respirou futebol.
Sérgio Santana com os filhos Serginho e Jamerson
Arquivo Pessoal
Com a carreira dos filhos interrompida, restou a Sérgio torcer pelos netos, Cauã e Isac. E o futebol, mais uma vez, marcou presença na família Santana. Os pequenos seguiram a paixão do avô, e dos respectivos pais, e também estão em campo e quadra.
Empresário do ramo de material esportivo, Serginho disse como o filho, Cauã, e o sobrinho, Isac, entraram no esporte.
— O meu filho, desde que nasceu, foi crescendo com essa vivência no futebol. Ia para os jogos do CSA com a gente. Aos 5 anos, eu coloquei ele numa escolinha, começou a trabalhar com o Capitão, ex-jogador do CRB. O meu sobrinho, o Isac, como é mais novo, ia olhar o primo treinar, brincava nos treinos e tal. Juntos, jogaram no futsal, nas escolinhas Primeira Camisa e MALF – contou Sérgio, continuando:
— O Isac, com 6 anos, foi para o futsal do Flamengo. Fez uma avaliação lá, passou, mas não pôde ficar por condição financeira mesmo, custo alto para morar lá. Aos 7 anos, ele foi para o São Paulo e agora, em janeiro, o meu irmão foi morar lá. O Cauã entrou na escolinha do CRB aos 12 anos, se destacou numa competição e foi levado para o Retrô, onde atua como lateral-direito.
Sérgio Santana com os netos Cauã e Isac
Arquivo Pessoal
Serginho também comentou como é ver os ensinamentos do pai serem levados aos netos, mantendo viva a tradição do esporte na família Santana.
— Eu sempre tive esse sonho que meu filho entrasse no futebol. Eu tinha um time aqui na empresa, de Fut7. Quando a gente ia jogar, o meu filho sempre ia com a gente, e eu achava muito difícil que ele não gostasse de futebol. Mas eu converso com ele que fique à vontade para jogar se for da vontade dele – disse Sérgio, e acrescentou:
— Os meus pais sempre quiseram que a gente fosse jogador, investiu muito da forma que pôde, não deu para gente, mas está dando para os nossos filhos realizarem esse sonho dos nossos pais. Isso é muito bonito para toda a nossa família.
Com 12 anos, Cauã está na base do Retrô
Arquivo Pessoal geRead More