O que mudou do Atlético-MG do primeiro semestre para os testes feitos em jogos-treino?
O Atlético-MG está em fase final de preparação para o retorno do Campeonato Brasileiro. Após realizar dois jogos-treino e trabalhos na Cidade do Galo, já é possível avaliar um possível time titular para enfrentar o Bahia na terça-feira, às 21h30, na Arena MRV? Quais serão as mudanças? O ge responde.
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Diferente de outras equipes, o Atlético não realizou amistosos e nem participou de partidas fora de Belo Horizonte. O clube optou por ficar no seu CT e realizar dois jogos-treino contra o time sub-20 e contra o Betim.
A ideia foi não desgastar o grupo com viagens neste momento e nem forçar a parte física. No segundo semestre, o clube terá pela frente três competições: Sul-Americana, Copa do Brasil e Brasileirão.
No primeiro jogo, na semana passada, Eduardo Domínguez utilizou dois times e fez diversas trocas — até no gol, sem manter uma base. Mas indicou a utilização de Lyanco como zagueiro pelo lado esquerdo, ocupando a vaga deixada por Júnior Alonso.
Time do primeiro tempo: Delfim; Natanael, Tressoldi, Vitor Hugo e Pascini; Maycon, Alexsander e Igor Gomes; Victor Hugo, Cuello e Cassierra.
Time do segundo tempo: Everson; Ivan Román, Léo Duarte, Lyanco e Lodi; Tomás Pérez, Cissé e Bernard; Reinier, Dudu e Cauã Soares.
Jogo-treino entre Atlético-MG e o time Sub-20
Pedro Souza / Atlético
Zagueiro tem lesão diagnosticada na intertemporada
Na atividade contra o Betim, Domínguez deu sinais de uma base para o segundo semestre, principalmente no primeiro tempo. Utilizou uma linha de defesa com Natanael, Ruan, Lyanco e Lodi. Bem próximo do que vinha fazendo antes da pausa.
No meio, colocou Maycon, Cissé, Victor Hugo e Bernard. Cuello e Cassierra atuaram no ataque mais, com Lodi em liberdade no corredor esquerdo.
Atlético-MG em jogo-treino na Cidade do Galo
Pedro Souza / Atlético
O ge apurou detalhes da movimentação e da forma de jogar da equipe atleticana no jogo-treino. Com a bola, o Atlético formou uma linha de três na defesa (Natanael, Tressoldi e Lyanco) e liberou Lodi para ter um papel mais ofensivo.
Maycon atuou como primeiro volante, organizador, e Cissé mais avançado como segundo volante. Bernard ficou caindo mais pelo lado esquerdo, entre o lateral e o zagueiro adversário. Victor Hugo atuou mais centralizado, movimentando-se entre as linhas do Betim, e Cuello no corredor direito.
Depois, Domínguez trocou boa parte dos jogadores, mas manteve a mesma ideia de formação e comportamentos.
Veja como o Atlético ficou posicionado com a bola:
Escalação do Atlético no primeiro tempo: Everson, Natanael, Ruan, Lyanco e Lodi; Maycon, Cissé, Bernard e Victor Hugo; Cuello e Cassierra.
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Em comparação aos dois últimos jogos do Atlético antes da pausa, foram poucas as mudanças no time. Na defesa, Alonso, que foi negociado, deu lugar para Lyanco.
A principal troca foi a entrada de Cissé no meio-campo ao lado de Maycon. Alan Franco ainda não se reapresentou por motivos particulares, e Minda só voltou aos treinos na quarta-feira. Ambos estavam na Copa do Mundo pelo Equador.
A diferença é que a equipe teve mais tempo para aperfeiçoar a ideia e melhorar a execução dos movimentos. O que parece bem definido é que alguns nomes seguem como alternativas durante os jogos. Nomes como Alexsander, Pérez, Igor Gomes, Reinier e Dudu.
Eduardo Domínguez, técnico do Atlético
Pedro Souza / Atlético
Em peças, o torcedor não verá um time muito diferente para a retomada do Brasileiro. Mas, em campo, espera um Atlético mais entrosado, organizado e entendendo melhor as ideias do treinador.
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