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Gerente de futebol do Figueirense comenta conflito na SAF do clube: “Que se resolva rápido”

Gerente de futebol do Figueirense comenta conflito na SAF do clube: “Que se resolva rápido”

Executivo de futebol do Figueirense fala sobre entrave para nova empresa assumir SAF
Túlio Guerreiro, gestor de futebol do Figueirense, comentou nesta segunda-feira, em entrevista para a rádio CBN Floripa, sobre os conflitos para a empresa PanSports assumir a SAF do clube.
— Devido a todo o imbróglio do passado, tudo que envolveu o Figueirense nos últimos anos, em relação à última SAF [Clave] que foi instituída no clube e que infelizmente não deu certo, terminando em litígio – e ainda existe esse litígio. A gente espera que isso se resolva o mais rápido possível, que a PanSports entre definitivamente possa administrar o Figueirense com o profissionalismo que o clube merece.
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Sobre o litígio dito acima, Túlio Guerreiro explica que a negociação está sendo realizada entre as empresas em busca de uma conclusão favorável.
— Existe esse imbróglio com a Clave, que é credora e não aceita qualquer acordo com eles. A PanSports está tentando chegar em um consenso, um acordo bom para as duas partes, para que defintivamente assine o contrato e a empresa entre no clube. O contrato só será assinado se houver esse acordo com a Clave — completou.
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Eduardo Pauli/FFC
O conflito da SAF do Figueirense
Em coletiva de imprensa no dia 31 de julho, o Conselho de Administração da SAF do Figueirense explicou que não há como a PanSports assumir o clube enquanto o contrato com a Clave não for encerrado. Isso porque a Clave nunca exerceu a compra efetiva da SAF do Figueirense.
Para que a Clave comprasse a SAF do Figueirense, com o último aporte de R$ 61 milhões, havia garantias que não foram cumpridas, como a transferência da posse do terreno do ginásio Carlos Alberto Campos da Associação para a SAF e a homologação da Recuperação Judicial do Figueirense, que ainda não ocorreu.
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Sem o terreno do ginásio e a homologação da RJ, a compra da SAF não se realizou, mas as ações da SAF não podem ser revendidas porque estão como garantia dos R$ 27 milhões emprestados pela Clave, assim como a transferência da posse do estádio Orlando Scarpelli da Associação para a SAF.
Dessa forma, sem a compra efetivada, a Clave virou credora, e o Figueirense tenta negociar a dívida para poder seguir com a PanSports.
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