Luigi Mangione, que matou CEO em Nova York, admitiu ter mentido sobre nome ao ser preso
Luigi Mangione sendo abordado por policiais
Pennsylvania State Police via AP
Luigi Mangione, o criminoso que assassinou o CEO de uma companhia de seguro de saúde em Nova York, admitiu ter mentido sobre seu nome a policiais durante a abordagem que o prendeu.
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A revelação está em imagens do momento da prisão de Mangione que a Promotoria de Manhattan utiliza na acusação contra o criminoso. A filmagem, que mostra um trecho maior da abordagem e também a prisão dele, foi revelada pela TV CNN Internacional nesta sexta-feira (2).
Mangione matou a tiros, em dezembro de 2024, de Brian Thompson, então CEO da UnitedHealthcare. Desde então, ele está preso no Centro de Detenção Metropolitano (MDC) do Brooklyn, em Nova York.
Esta reportagem está em atualização.
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Julgamento adiado
Em agosto, o julgamento de Luigi Mangione por homicídio e porte ilegal de arma foi adiado.
A sessão estava marcada para começar em 8 de setembro, mas não será realizado nessa data. Na semana passada, Mangione se declarou culpado em um processo federal separado. No caso estadual, ele continua se declarando inocente.
📜 Mangione enfrenta acusações em duas esferas da Justiça americana. Em Nova York, responde por homicídio e porte de arma relacionados à morte do executivo. No âmbito federal, ele se declarou culpado pelas acusações de perseguição interestadual e perseguição por meio do uso de instalações interestaduais resultando em morte.
Os advogados de Mangione pediram ao juiz Gregory Carro que rejeite as acusações estaduais. A defesa argumenta que o réu não pode ser punido duas vezes pelo mesmo ato, citando a legislação de Nova York que proíbe a chamada “dupla persecução” pelo mesmo crime.
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Em uma decisão breve divulgada nesta segunda, Carro deu prazo até 9 de outubro para que os promotores respondam ao pedido da defesa.
O juiz também marcou a próxima audiência de Mangione para 10 de dezembro. Com isso, o julgamento não seguirá adiante no próximo mês.
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