MP-BA denuncia presidente e diretores de organizada do Bahia por organização criminosa
Integrantes de torcida organizada são presos em operação
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) denunciou integrantes do comando da Bamor, maior torcida organizada do Bahia, pelos crimes de organização criminosa, tortura, roubo, extorsão e ameaça. Ao todo, dez homens, entre eles um policial militar, estão presos preventivamente no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.
Vítima relata tortura sofrida na sede da torcida organizada do Bahia
Os integrantes da Bamor foram presos no dia 28 de setembro, como resultado da “Operação Inquisição”. Segundo o Ministério Público, os crimes ocorreram em julho deste ano, quando os denunciados teriam utilizado a estrutura da torcida organizada para submeter duas pessoas a sessões de violência física e psicológica, com o objetivo de obter confissões sobre supostas irregularidades relacionadas ao sistema de gestão de associados da entidade.
Além da condenação dos denunciados, o MP da Bahia quer o pagamento de indenização às vítimas por danos materiais e morais e a fixação de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 2 milhões.
Foram denunciados: Matheus Pires Castro, presidente da Bamor; Luciano da Silva Venâncio, vice-presidente; Gabriel Pereira Silva, diretor-geral; Daniel Sena Duarte, diretor de sede; Ricardo Henrique Almeida da Silva, diretor de marketing; Diego Allan Conceição Sacramento, diretor de patrimônio; Ivã Cleiton de Jesus Santos, diretor de bateria; Luiz Wagner da Silva Santana, diretor de sede; Alan Rafael Regis Alves de Aquino, diretor financeiro; e o policial militar Fernando Santana Esquivel, apontado como integrante da torcida organizada.
Operação da polícia contra integrantes da torcida organizada Bamor
Ministério Público da Bahia / Divulgação
Integrantes de torcida organizada do Bahia são presos
Ministério Público / Divulgação
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