Presidente do Remo fala sobre custos e ressalta investimento de R$ 20 milhões em ativos
Presidente do Remo faz balanço da gestão, fala sobre investimento e renovação de Rangel
Fora da elite do futebol brasileiro por mais de três décadas, o Remo viu um grande aumento na receita em 2026. Contudo, segundo o presidente Tonhão, os custos ficaram muito elevados.
– Não chegamos até este presente momento a receber R$ 100 milhões da Libra, mas investimos mais de R$ 20 milhões em ativos do clube, com a contratação de jogadores.
Veja mais
+ Tonhão cita acertos no Remo, admite dois problemas e não confirma candidatura
Além do investimento no elenco, o Remo destinou recursos para melhorias estruturais. Entre os projetos citados pelo presidente estão o Centro de Treinamento, a reforma do ginásio e intervenções nos vestiários do Baenão e em outras áreas da sede.
Marllon, Pikachu e Patrick comemoram gol do Remo
Samara Miranda / Ascom Remo
A participação na Série A também aumentou as despesas com a logística das partidas. Em jogos fora de Belém, o clube precisa arcar com custos de transporte e hospedagem. Em partidas realizadas na capital paraense, ainda há despesas como o pagamento da arbitragem.
Tonhão afirma que o aumento das receitas precisa ser analisado em conjunto com o crescimento das despesas.
– O Remo, por ganhar muito dinheiro, é incomparável à Série A com a Série B ou Série C. Ganha muito, mas tem que gastar muito também.
Mesmo com os custos elevados, o presidente considera que o clube conseguiu construir uma base para a próxima temporada.
– Eu acho que é a primeira vez, nos últimos anos que eu me lembro, que o Remo vai sair de uma competição com um time basicamente formado para a próxima, seja qual for a Série. geRead More


