Ex-chefe da Red Bull recebe indenização de R$ 665 milhões após saída da equipe
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De acordo com os documentos recentemente divulgados pela Companies House, no Reino Unido, o ex-chefe de equipe e CEO da Red Bull Racing, Christian Horner, recebeu um total de £100,482 milhões (cerca de R$ 665,73 milhões) após sua saída da equipe, em julho de 2025, em uma indenização por perda de cargo.
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Horner foi substituído no cargo em 9 de julho de 2025 pelo então chefe de equipe da Racing Bulls, Laurent Mekies, e renunciou formalmente a todos os seus cargos no Grupo Red Bull em 13 de agosto de 2025.
Christian Horner no GP da Inglaterra da F1 em 2025, seu último pela RBR
Bob Kupbens/Icon Sportswire via Getty Images
Na Red Bull Racing, Horner recebeu em 2025 uma “indenização por perda de cargo” de £33,494 milhões (cerca de R$ 221,56 milhões). O documento também lista a remuneração normal recebida pelo inglês até sua saída, no valor de £4,441 milhões (aproximadamente R$ 29,43 milhões).
Já na Red Bull Technologies, outra empresa do guarda-chuva da Red Bull, Horner recebeu £66,988 milhões (aproximadamente R$ 444 milhões) – também listados na categoria de indenização por perda de cargo. Em relação à remuneração do “diretor mais bem pago”, conforme listado no documento, o valor foi de £9,029 milhões (cerca de R$ 60 milhões).
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O britânico também atuava como diretor da Red Bull Powertrains e da Red Bull Advanced Technologies, mas os relatórios de ambas as empresas indicam que a remuneração dos diretores naquele ano “foi paga por outras empresas do Grupo Red Bull”. Desde então, Horner segue fora do paddock da F1. O britânico já teve seu nome ligado à Alpine e até mesmo a um projeto da montadora chinesa BYD na Fórmula 1.
Recentemente, Max Verstappen afirmou que a tensão dentro da equipe diminuiu após a saída de Horner da chefia. Já o britânico manifestou interesse em assumir o comando da Ferrari. O comentário, por sinal, rendeu uma resposta irônica do atual chefe da equipe italiana, Frédéric Vasseur.
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