Presidente do Votuporanguense nega boatos sobre “entrega” de acesso e garante clube ativo em 2027
Marcus Viola é o novo técnico do Votuporanguense
Após apresentar o técnico Marcus Viola para a Série A2 de 2027, o presidente do Votuporanguense, Edilberto Fiorentino, comentou boatos e especulações que surgiram após o clube perder o acesso à elite estadual neste ano.
Caskinha, como é conhecido, fez questão de rechaçar comentários de que o CAV teria “vendido” o acesso ao Juventus. Na semifinal, a Pantera foi derrotada pelo Moleque Travesso na Rua Javari e ficou no empate em Votuporanga.
– Podem ter a certeza de que em nenhum momento nós pensamos em negociar um sonho. Um sonho de uma cidade, meu, das nossas famílias, e se surge um assunto desses na cidade, pode ter certeza de que a pessoa que ventila isso precisa procurar ajuda. Não existe isso, não tem cabimento.
– Vemos tantos clubes que disputam as Séries B e C do Brasileiro querendo chegar à Série A. Clubes que disputam a A2, a A3 querem chegar à Série A1 do Paulista. Porque ela daria uma certa tranquilidade financeira para que o clube pudesse ter, ao menos, sua contabilidade do ano de forma equilibrada, saudável naquela temporada. Isso não teria preço, além de poder proporcionar à cidade de Votuporanga, à nossa região algo que o Mirassol já vem nos proporcionando, que é trazer os clubes grandes para jogar no nosso estádio – disse.
Edilberto Fiorentino, o Caskinha, presidente do Votuporanguense
Rodrigo Corsi/Ag. Paulistão
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Caskinha confirmou que o clube teve dificuldades financeiras devido ao calendário da A2, que durou cerca de dois meses a mais que o habitual. Segundo o dirigente, isso custou aproximadamente R$ 1,5 milhão ao CAV.
Após a eliminação, os donos da SAF do Votuporanguense cogitaram deixar o projeto se novos investidores ou interessados em assumir a operação não surgissem. Caskinha, porém, garantiu que eles seguirão no clube em 2027.
– Surgiu a notícia de que o clube poderia ser negociado por ter sentido muito, mas muito mesmo o baque deste não acesso, que eu coloco praticamente como um rebaixamento. Isso foi amplamente divulgado e é uma vontade que vejo que aconteceu diante do alto déficit financeiro que o clube carrega desde a sua fundação. Mas sempre honrando seus compromissos, o clube não tem nenhuma ação trabalhista, o que é raríssimo no futebol.
– Diante de tantos boatos que surgiram após o jogo contra o Juventus, os proprietários pensaram se era justo ler e ouvir algumas pessoas até esclarecidas ventilarem que o clube poderia ter negociado um jogo desses. Foi muito triste. Tenho a certeza de que eles não precisam provar nada para ninguém. O amor deles pelo clube, pela cidade e a contribuição que eles deixam e vão deixar. Eles merecem o respeito de todo torcedor, de toda a cidade. Isso foi ventilado, mas para a alegria de muitos e a tristeza de poucos, o futebol vai respirar em Votuporanga por mais uma temporada – encerrou Caskinha. geRead More


