Confira quantas doses de Coronavac cada município do estado do Rio recebe nesta segunda-feira – Jornal O Globo

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Estado fluminense vai contar com vacinas para iniciar a imunização de parte dos grupos prioritários O Globo 18/01/2021 – 09:03 / Atualizado em 18/01/2021 – 10:29 Doses da vacina Coronavac no terminal de cargas de São Paulo, ponto de distribuição para os demais estados, incluindo o Rio Foto: Governo do Estado do Rio / Divulgação RIO — A chegada do primeiro lote da vacina Coronavac, aprovada no domingo para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), ao estado do Rio ocorrerá por volta das 13h desta segunda-feira, com um carregamento de 487.520 doses do imunizante. O governador em exercício do Rio, Cláudio Castro, garantiu que o estado está pronto para começar a vacinação em todos os 92 municípios. Ele viajou para São Paulo nesta segunda para acompanhar o envio. Chegou a hora:  Qual é o seu lugar na fila da vacina?De acordo com Castro, apesar da previsão de início da vacinação na quarta-feira, dia 20, os municípios fluminenses que se organizarem podem se antecipar e começar a aplicação das doses para os grupos prioritários da primeira fase já na terça-feira, dia 19. Já o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou durante evento que marcou o início da distribuição da CoronaVac aos estados que a vacinação poderá começar já a partir desta segunda-feira, às 17h.Nesta primeira fase serão imunizadas pessoas com 60 anos ou mais e pessoas com deficiência que estejam em abrigos, povos indígenas vivendo em terras indígenas e trabalhadores da Saúde, num total de 232.521 atendidos. A aplicação da vacina deve ocorrer em duas doses, com intervalo de 28 dias.Na cidade do Rio, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, afirmou que há uma logística preparada para, tão logo a vacina chegue, em 36 horas as doses estejam nos 450 pontos de vacinação.Veja o número de doses para cada município do Rio:Angra dos Reis – 4.880Aperibé – 280Araruama – 3.210Areal – 340Armação dos Búzios – 750Arraial do Cabo – 620Barra do Piraí – 1.800 Barra Mansa – 4.510Belford Roxo – 7.730Bom Jardim – 530Bom Jesus do Itabapoana – 1.240Cabo Frio – 5.310Cachoeiras de Macacu – 1.170Cambuci – 310Carapebus – 1.310Comendador Levy Gasparian – 240Campos dos Goytacazes – 11.330Cantagalo – 450Cardoso Moreira – 290Carmo – 560Casimiro de Abreu – 1.120Conceição de Macabu – 590Cordeiro – 670Duas Barras – 260Duque de Caxias – 11.230Engenheiro Paulo de Frontin – 360Guapimirim – 1.200Iguaba Grande – 500Itaboraí – 4.620Itaguaí – 2.870Italva – 290Itaocara – 750Itaperuna – 2.040Itatiaia – 650Japeri – 3.430Laje do Muriaé – 140Macaé – 6.240Macuco – 180Magé – 5.290Mangaratiba – 1.290Maricá – 4.270Mendes – 390Mesquita – 3.320Miguel Pereira – 680Miracema – 550Natividade – 490Nilópolis – 11.290Niterói – 23.240Nova Friburgo – 4.030Nova Iguaçu – 14.930Paracambi – 1.310Paraíba do Sul – 1.210Paraty – 1.140Paty do Alferes – 470Petrópolis – 9.810Pinheiral – 540Piraí – 660Porciúncula – 480Porto Real – 570Quatis – 220Queimados – 2.660Quissamã – 720Resende – 3.790Rio Bonito – 1.710Rio Claro – 450Rio das Flores – 170 Rio das Ostras – 3.400Rio de Janeiro – 231.840Santa Maria Madalena – 240Santo Antônio de Pádua – 1.300São Francisco de Itabapoana – 560São Fidélis – 820São Gonçalo – 27.590São João da Barra – 1.400São João de Meriti – 14.870São José de Ubá – 200São José do Vale do Rio Preto – 390São Pedro da Aldeia – 1.770São Sebastião do Alto – 230Sapucaia – 390Saquarema – 2.490Seropédica – 1.500Silva Jardim – 480Sumidouro – 280Tanguá – 840Teresópolis – 4.700Trajano de Moraes – 320Três Rios – 4.310Valença – 2.570Varre-Sai – 280Vassouras – 1.170Volta Redonda – 3.900

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Mundo passa de 40 milhões de vacinas contra Covid aplicadas; Brasil aparece pela 1ª vez em ranking – G1

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112 brasileiros foram vacinados no domingo (17), após a Anvisa aprovar o uso emergencial das vacinas CoronaVac e de Oxford/AstraZeneca. EUA lideram levantamento do ‘Our World in Data’. O médico Almir Ferreira de Andrade, de 79 anos, recebe a vacina CoronaVac contra a Covid-19 no Hospital das Clínicas, em São Paulo, neste domingo (17) — Foto: Nelson Almeida/AFP Mais de 40 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 já foram aplicadas em todo o mundo, aponta balanço do projeto “Our World in Data”, ligado à Universidade de Oxford. O Brasil apareceu pela primeira vez no levantamento, com 112 pessoas vacinadas. O governo de São Paulo iniciou a imunização no domingo (17), logo após a Anvisa aprovar por unanimidade o uso emergencial das vacinas CoronaVac e de Oxford/AstraZeneca. Após pressão dos governadores de outros estados, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou nesta segunda-feira (18) que a vacinação vai começar a partir das 17h de hoje em todo o país. Os Estados Unidos lideram o ranking, com 12,28 milhões de doses aplicadas. Na sequência vêm China (10 milhões), Reino Unido (4,31 milhões), Israel (2,43 milhões) e Emirados Árabes Unidos (1,88 milhões). A Turquia, que começou a campanha de vacinação com a CoronaVac na quinta-feira (14), aparece pela primeira vez no top 10, com mais de 768 mil doses aplicadas até o momento (veja no ranking abaixo). Os 10 países que mais aplicaram doses da vacina contra Covid Fonte: Our World in Data No ranking proporcional de vacinação, Israel segue isolado na liderança. Com uma meta ambiciosa de imunizar toda a população vulnerável até o fim do mês, o país já aplicou pelo menos uma dose em 24,45% dos israelenses. A campanha de vacinação no país começou em 19 de dezembro, e as autoridades penitenciárias israelenses começaram no domingo (17) a vacinar todos os seus presos, incluindo os palestinos. Na sequência vêm Emirados Árabes Unidos (16,51%), Bahrein (8,32%), Reino Unido (5,68%) e Estados Unidos (3,2%), terceiro país mais populoso do mundo (veja no ranking abaixo). Os 10 países com mais habitantes vacinados contra Covid Fonte: Our World in Data Israel lidera também o levantamento da população que já recebeu as duas doses das vacinas, com 3,58% dos habitantes completamente imunizados. Emirados Árabes Unidos (2,53%), Reino Unido (0,66%), Estados Unidos (0,49%) e Chile (0,03%) completam este ranking. VÍDEOS: novidades sobre vacinas contra a Covid-19 Newsletter G1Created with Sketch. O que aconteceu hoje, diretamente no seu e-mail As notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Para se inscrever, entre ou crie uma Conta Globo gratuita. Obrigado! Você acaba de se inscrever na newsletter Resumo do dia. Deseja receber as notícias mais importantes em tempo real? Ative as notificações do G1!

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‘Sentimento de esperança para que a pandemia acabe logo’, diz enfermeira que aplicou primeiras doses da vacina contra Covid-19 – G1

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Ao vacinar a colega de profissão Mônica Calazans, de 54 anos, que tornou-se a primeira pessoa a ser imunizada no Brasil, Jéssica afirma que lembrou de todos os profissionais de saúde do país que perderam a vida na linha de frente contra a Covid-19 nos últimos meses. “Eu não perdi amigos. Mas pensei muito na situação atual do nosso país, agora que o número de casos voltou a crescer. [Os profissionais de saúde] estão cansados? Estão. Mas a gente não pode perder essa conscientização de que o trabalho ainda continua. A chegada da vacina traz um sentimento de esperança para que agora as coisas se encaminhem, esperança que a pandemia acabe logo. E que as vidas perdidas não sejam esquecidas”, afirmou a enfermeira. A enfermeira Monica Calazans, de 54 anos, recebe uma dose da vacina Coronavac contra a Covid-19 no Hospital das Clínicas, em São Paulo, depois que a Anvisa aprovou seu uso emergencial neste domingo (17) — Foto: Amanda Perobelli/Reuters Na profissão há oito anos, Jéssica não trabalha diretamente no trato com pacientes com Covid-19, mas há meses atua na retaguarda do controle da pandemia, na coordenaria de Controle de Doenças da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo. “Foi um momento especial. Um sentimento de orgulho e esperança ao mesmo tempo, porque há muito tempo a gente está trabalhando com essa questão da vacinação contra o coronavírus. São muitos profissionais envolvidos, como os trabalhadores que estão na linha de frente”, completou. Ela conta que foi informada na sexta-feira (15) que seria a responsável por aplicar as primeiras doses da vacina Coronavac no Brasil e diz que foi surpreendida com a notícia. “Foi uma surpresa. Eu não achava que seria a primeira. Senti muito orgulho por conta disso, por saber que todo aquele trabalho que a gente fez valeu a pena. É um momento histórico que com certeza vou contar no futuro para minha filha, que hoje tem apenas um ano e meio”, afirma. O mais velho a ser vacinado neste domingo foi o doutor Almir Ferreira de Andrade, de 79 anos. Ele é diretor da emergência da neurocirurgia do Hospital das Clínicas. — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1 Jéssica Pires afirma que o principal sentimento que ela gostaria de registrar do evento deste domingo (17) é o de entendimento de todos os brasileiros do papel importante da vacinação e dos cuidados pessoais para controlar a pandemia no estado. “O sentimento de esperança para que agora as coisas se encaminhem, e não só o governo federal, mas todas as pessoas se conscientizem de que é importante essa vacinação. Ela tem uma eficácia boa, independente se é para caso grave ou não. Com isso, nós vamos ter uma diminuição nos casos. Não vai ser de uma hora para outra que os casos vão diminuir, porém, a gente espera que tenha um impacto no fim dessa campanha de vacinação. E que todos os governantes tenham noção disso também”, disse. Depois de vacinar boa parte dos 112 colegas imunizados no primeiro dia, Jéssica recebeu a última dose da vacina neste domingo (17) no Hospital das Clínicas e também foi imunizada: “Me sinto agraciada por Deus. É uma experiência tão única que nem senti a picada”, contou. Enfermeira de 54 anos é a primeira pessoa a receber vacina contra Covid no Brasil “Falo com segurança e propriedade, não tenham medo”. A frase é da enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, primeira pessoa a ser vacinada contra a Covid-19 no Brasil. A enfermeira foi imunizada neste domingo (17), no Hospital das Clínicas, em São Paulo. O governo paulista aplicou a primeira dose da CoronaVac minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial da vacina. “Que a população acredite na vacina. Estou falando agora como mulher, brasileira, mulher negra, que acreditem na vacina. Vamos pensar no monte de vidas que nós perdemos, quantas famílias nós perdemos, quantos pais, mães, irmãos. Eu quase perdi um irmão também com Covid. E diante disso é que eu tomei coragem e participei da campanha da vacina.” Mônica faz parte do grupo de risco para a doença e atua na linha de frente contra Covid-19 no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Ela mora em Itaquera, na Zona Leste. “Estou na pandemia desde o início, há 10 meses. Trabalhando incansavelmente, em dois hospitais. Falo com segurança e com propriedade: não tenham medo. É a grande chance que a gente tem de salvar mais vidas. Vamos nos vacinar”, disse. A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, mostra seu cartão de vacinação após ser a primeira brasileira a receber a vacina CoronaVac no Hospital das Clínicas, em São Paulo, neste domingo (17) — Foto: Carla Carniel/AP A enfermeira foi voluntária da terceira fase dos testes clínicos da CoronaVac realizados no país e tinha recebido placebo. “Fui muito criticada. Eu recebia piadinhas, memes, mas não dei sequer importância. Me falaram que eu era cobaia de uma pesquisa de vacina.” Mônica atuou como auxiliar de enfermagem por 26 anos e se graduou em enfermagem aos 47 anos. Viúva, ela mora com o filho e cuida da mãe, que tem 72 anos e vive sozinha em outra casa. Domingo histórico: Anvisa aprova uso emergencial das vacinas Coronavac e de Oxford O segundo a ser vacinado foi o enfermeiro Wilson Paes de Pádua, de 57 anos, do hospital Vila Penteado, na Zona Norte. “Estou muito feliz, acho que nós temos que lutar pela vacina, lutar pela ciência, para melhorar a saúde e sair dessa pandemia. Me sinto muito orgulhoso e feliz desse momento”. Ele contou que perdeu colegas e foi infectado pela Covid-19 em junho, enquanto atuava na linha de frente da pandemia. “Pensei que ia morrer, tinha momentos que rezei para Deus pensando que estava partindo”. Enfermeiro Wilson paes de Pádua, do hospital Vila Penteado, é segunda pessoa a ser vacinada no Brasil — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1 A terceira pessoa a ser vacinada no Brasil é a médica geriatra Fabiana Fonseca, médica da emergência do hospital Padre Bento, em Guarulhos, cidade que vive uma crise de lotação dos leitos para Covid-19 no município. No evento, foi vacinada a primeira indígena do país. Vanusa Kaimbé, de 50 anos, é técnica de enfermagem e assistente social, presidente do conselho dos indígenas kaimbe do estado de São Paulo. Ela vive na “aldeia Kaimbé filhos da terra”, em Guarulhos. “Eu vim aqui hoje representar a população indígena e falar a importância da vacina. A vacina salva vidas. Fui a primeira indígena a ser vacinada e recomendo para todos os meus parentes”. Primeira indígena a ser vacina no Brasil, com CoronaVac, na tarde deste domingo (17) — Foto: Rodrigo Rodrigues/G1 O mais velho a ser vacinado neste domingo foi o doutor Almir Ferreira de Andrade, de 79 anos. Ele é diretor da emergência da neurocirurgia do Hospital das Clínicas. “Esse dia hoje é uma dádiva. Vai permitir que a gente trabalhe com mais tranquilidade atendendo pacientes de Covid-19. Como Joe Biden, presidente dos EUA, estou me sentindo como um menino, que está começando agora”, disse Almir. Ele disse que não parou um só dia de trabalhar para atender pacientes no Incor e no HC, mesmo sendo do grupo de risco. “A gente escolheu essa profissão para ajudar as pessoas”. Vídeos: Tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana

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Lote inicial de vacinas da Covid-19 no RJ chega às 13h; campanha começa às 17h, no Cristo Redentor – G1

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Estado recebeu 487.520 doses. Profissionais da Saúde, idosos e deficientes internados, indígenas e quilombolas serão os primeiros imunizados. Prefeitura do RJ e governo do RS dizem que vacinação contra Covid começará nesta segunda Um lote de 487.500 doses da CoronaVac chegará ao RJ às 13h desta segunda-feira (18), e a vacinação começa no estado às 17h, no Cristo Redentor. Essa primeira remessa vai imunizar, nas contas do Ministério da Saúde, 232.521 fluminenses dos seguintes segmentos: Trabalhadores da Saúde;Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas (em asilos ou abrigos)Pessoas com deficiência institucionalizadas (internados)Indígenas e quilombolas em terras próprias. Esse grupo vai receber duas doses, com intervalo de duas ou três semanas. Cláudio Castro com lote de vacinas contra a Covid-19, em São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo O próprio Ministério da Saúde fez o cálculo de quantas doses cada município vai receber. Governador deu conta errada Mais cedo, ao Bom Dia Rio, o governador em exercício do RJ, Cláudio Castro (PSC), havia detalhado um esquema de distribuição baseado em uma conta antiga. Nessa previsão, o RJ teria quase 600 mil doses e imunizaria profissionais da Saúde e idosos com 85 anos ou mais. Mas o Ministério da Saúde reviu os cálculos e ajustou as doses para atender os quatro grupos listados acima. O governador embarcou no fim da madrugada desta segunda-feira (18) para São Paulo, acompanhando o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. Os dois participaram da reunião para acertar os detalhes da distribuição da CoronaVac — na qual Pazuello liberou os governadores a começar a vacinar logo nesta segunda. Ministro Pazuello (C) e o governador em exercício Cláudio Castro (D) embarcam para São Paulo — Foto: Reprodução/TV Globo Postos de Saúde e Clínicas da Família serão pontos de vacinação no Rio O governo do Rio de Janeiro afirmou neste domingo (17) que a preparação para a campanha de vacinação contra a Covid-19 no estado está pronta. Segundo o governo do estado, a logística inclui: Postos – Foram definidos de 1,5 mil postos de saúde e clínicas da família que devem participar da imunização. A Secretaria Estadual de Saúde pode abrir mais 3 mil pontos de apoio, utilizando espaços de escolas, supermercados, shoppings e quartéis dos Bombeiros.Distribuição de seringas – Neste domingo, a Secretaria Estadual de Saúde realizou o segundo dia de distribuição de seringas para os municípios fluminenses. No sábado, foram enviados 3.346.800 de seringas com agulha para 30 cidades. Neste domingo, foram distribuídas 115.500 seringas descartáveis de 3ml com agulha para outros 19 municípios. Ao todo, nesta primeira fase, a SES enviará 5,5 milhões de kits para todo o Estado. Segurança – Uma megaoperação, com apoio da Polícia Militar, foi montada para realizar a distribuição do material para todas as regiões fluminenses. Seringas distribuídas no Rio sábado — Foto: Mauricio Bazilio/ secretaria de estado de Saúde Neste domingo, a Anvisa aprovou o uso emergencial das vacinas CoronaVac, produzida no Instituto Butantan (SP) e Oxford/AstraZeneca, que será produzida pela Fiocruz. Em nota, o governo do RJ afirmou que “através das equipes técnicas da Secretaria de Estado de Saúde, está preparado para a orientação e o apoio na aplicação das vacinas CoronaVac e Oxford/Astrazeneca a todos os 92 municípios do Rio de Janeiro, de forma simultânea e proporcional”. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) vai seguir o Plano Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, que prevê a distribuição de vacinas contra a Covid-19 para todos os estados do País. O governo do estado também anunciou que as equipes técnicas da Secretaria de Estado de Saúde e dos municípios estão capacitadas para o monitoramento e terão o apoio do grupo técnico já constituído pela subsecretaria de Vigilância em Saúde. VÍDEOS: Os mais vistos do Rio nos últimos 7 dias Newsletter G1Created with Sketch. O que aconteceu hoje, diretamente no seu e-mail As notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Para se inscrever, entre ou crie uma Conta Globo gratuita. Obrigado! Você acaba de se inscrever na newsletter Resumo do dia. Deseja receber as notícias mais importantes em tempo real? Ative as notificações do G1!

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Governo Bolsonaro sabia de ‘iminente colapso’ no Amazonas dez dias antes de crise estourar – Jornal O Globo

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MANAUS – O governo federal sabia do “iminente colapso do sistema de saúde” do Amazonas por conta do novo coronavírus dez dias antes de a crise estourar. A informação faz parte de um ofício encaminhado pela Advocacia-Geral da União (AGU) ao Supremo Tribunal Federal (STF). Crise no Amazonas:Municípios do interior vão transferir pacientes para outros estadosNo documento, a AGU diz que o Ministério da Saúde fez reuniões entre os dias 3 e 4 de janeiro com autoridades locais, quando detectou que o sistema de saúde do Amazonas estava à beira do colapso. No dia 14, faltou oxigênio hospitalar no estado, afetando pacientes internados em UTIs. Jovem é amparada pela tia ao durante o sepultamento de sua mãe, Andrea dos Reis Brasão, 39 anos, que faleceu em decorrência da Covid-19, no cemitério Parque Tarumã, em Manaus Foto: BRUNO KELLY / REUTERSValcenir Alves Ferreira, 53, chora durante enterro da tia Vacilda Pereira Queiroz, de 73 anos, vítima da Covid que no Hospital 28 de Agosto Foto: BRUNO KELLY / REUTERSAlexandro Pinheiro Martins, 32 anos, acompanha enterro de sua irmã Elissandra Pinheiro, 39 anos, e sua sobrinha Maria Ketheleen, 22, ambas vítimas da doença, no cemitério do Parque Tarumã, em Manaus Foto: BRUNO KELLY / REUTERSTrabalhadores do SOS Funeral retiram o corpo de Adamor Mendonça, de 75 anos, que segundo parentes morreu em casa após apresentar sintomas da Covid-19 e sem conseguir vaga nem oxigênio nos postos de saúde de Manaus Foto: BRUNO KELLY / REUTERSTrabalhadores municipais se preparam para o plantão no Funeral SOS, em Manaus Foto: MICHAEL DANTAS / AFP Paciente com Covid-19 é recebe atendimento de equipe médica no aeroporto de Ponta Pelada, em Manaus, antes de ser transferida para outro estado em avião militar Foto: MICHAEL DANTAS / AFPMédico é consolado por colega no hospital Getúlio Vargas, em meio ao segundo surto de coronavírus em Manaus Foto: BRUNO KELLY / REUTERSParentes de pacientes hospitalizados ou recebendo assistência médica em casa, a diagnosticada com COVID-19, disputam para comprar oxigênio e encher botijões em uma empresa privada em Manaus Foto: BRUNO KELLY / REUTERS – – 15/01/2021Um caminhão é carregado com oxigênio para abastecer os hospitais locais após chegar em avião da Força Aérea Brasileira no aeroporto de Manaus Foto: BRUNO KELLY / REUTERS – 15/01/2021Um homem segura um tanque de oxigênio em Manaus. O sistema de saúde da capital amazonense está em colapso. Unidades de tratamento intensivo do hospital da cidade estão com 100% da capacidade nas últimas duas semanas, enquanto os profissionais da área médica lutam contra a falta de oxigênio e outros equipamentos essenciais Foto: MICHAEL DANTAS / AFP Parentes de pacientes internados ou em atendimento domiciliar aguardam em fila para comprar oxigênio em meio à crise de escassez do insumo em Manaus Foto: BRUNO KELLY / REUTERSUm homem carrega um cilindro de oxigênio enquanto parentes de pacientes hospitalizados ou em atendimento domiciliar tentam comprar o insumo, indispensável no tratamento de pacientes com quadro grave da Covid-19 Foto: BRUNO KELLY / REUTERSInconsoláveis, pessoas aguardam informações sobre seus familiares internados no Hospital 28 de Agosto Foto: BRUNO KELLY / REUTERSUm homem chora do lado de fora do Hospital 28 de Agosto, em Manaus. A cidade, com dois milhões de habitantes, já havia passado por cenas de pesadelo nos meses de abril e maio, com valas comuns e caminhões frigoríficos estacionados em frente aos hospitais para empilhar os mortos Foto: MICHAEL DANTAS / AFP – 14/01/2021O médico Marcos Fonseca Barbosa é visto ao lado de seus pais, Glauco Rego Lima, 72, e Ruth Fonesca, 56, ambos infectados com o novo coronavírus. Desesperado e desamparado, o médico optou por tratar a mãe, que apresenta quadro grave da Covid, em casa, já que não conseguiu vaga para interná-la. “Tive medo que ela morresse nos meus braços”, confessa Foto: MICHAEL DANTAS / AFP – 12/01/2021 Agentes de saúde transportam paciente no hospital Getúlio Vargas, em Manaus, em meio ao novo surto de Covid-19 na capital amazonense Foto: BRUNO KELLY / REUTERS – 14/01/2021Agente municipal de saúde examina o corpo de Lacy Braga de Oliveira, que faleceu em casa, aos 84 anos, com sintomas da COVID-19. A escalada de novos casos da doença em Manaus fez crescer o número de registro de mortes em domicílio Foto: BRUNO KELLY / REUTERS – 11/01/2021Coveiro trabalha no cemitério do Parque Tarumã, em meio ao novo surto de coronavírus vivido pela população de Manaus Foto: Bruno Kelly / REUTERS – 31/12/2020 Só aí o governo anunciou a transferência de pacientes do Amazonas para outros estados. A resposta da AGU foi revelada pelo jornal “Folha de S. Paulo” e também foi obtida pelo GLOBO.O Amazonas vive uma das piores crises sanitárias de sua história. Nas últimas semanas, o estado vem tendo um aumento acelerado no número de casos de Covid-19, com reflexo nas internações e no aumento do consumo de oxigênio hospitalar.No dia 14 de janeiro, a situação ficou insustentável. Faltou oxigênio em diversos hospitais da cidade. Diante da crise, o governo estadual decretou toque de recolher e o governo federal anunciou a transferência de pacientes do Amazonas para outros estados.O ofício assinado pelo advogado-geral da União, José Levi Mello Júnior, relata as providências tomadas pelo governo em relação à crise no Amazonas.Veja:Qual o seu lugar na fila da vacina? O documento menciona que dez dias antes de a crise se agravar, o governo foi informado por autoridades locais sobre a situação crítica no estado. O documento detalha que o governo já havia detectado a possibilidade de um colapso no estado.“As reuniões foram realizadas entre 3 e 4 de janeiro de 2021, quando foram sumarizadas as seguintes conclusões: há possibilidade iminente de colapso do sistema de saúde, em 10 dias, devido à falta de recursos humanos para o funcionamento dos novos leitos”, diz o documento.Em outro trecho, o governo faz uma estimativa de que o auge da crise se daria entre os dias 11 e 15 de janeiro.“Estima-se um substancial aumento de casos, o que pode provocar aumento da pressão sobre o sistema, entre o período de 11 a 15 de janeiro, em função das festividades de Natal e réveillon”, diz outro trecho do ofício. A enfermeira Mônica Calazansis foi a primeira brasileira a receber a vacina contra Covid-19, na tarde deste domingo, no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Campanha nacional começa, segundo Ministério da Saúde, na próxima quarta-feira. Governo de São Paulo deu pontapé inicial neste domingo, com imunização de profissionais de saúde que trabalham na linha de frente de enfrentamento à doença Foto: NELSON ALMEIDA / AFPMônica Calazans, 54 anos, comemora ao lado do governador do estado de São Paulo, João Doria, após receber a vacina contra coronavírus. Mônica é diabética, obesa e hipertensa e trabalha há oito meses no hospital no Hospital Emílio Ribas Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERSEnfermeiro Crustiano Francisco é inoculado com a vacina CoronaVac Sinovac Biotech, em São Paulo. Início da imunização de brasileiros acontece no mesmo dia em que a Anvisa autorizou o uso emergencial das vacinas CoronaVac, produzida em parceria entre o Butantan e farmacêutica chinesa Sinovac, e a do laboratório anglo-sueco AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford Foto: NELSON ALMEIDA / AFPTrabalhadores de saúde fazem fila para receber uma dose da vacina da Sinovac Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERSVanusa Kaimbe, uma mulher indígena, recebe a vacina contra o coronavírus produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERS O médico Almir Ferreira de Andrade, 79 anos, recebe dose da vacina CoronaVac contra o coronavírus. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou neste domingo que determinou ao Butantan a entrega das doses de CoronaVac ao Ministério da Saúde para que sejam distribuídas a outros estados brasileiros Foto: NELSON ALMEIDA / AFPUma mulher é inoculada com vacina contra o coronavírus da Sinovac, depois que a Anvisa aprovou seu uso de emergêncial, no Hospital das Clínicas de São Paulo Foto: AMANDA PEROBELLI / REUTERSEnfermeiora prepara uma dose da vacina CoronaVac contra a COVID-19 no Hospital de Clínicas, em São Paulo, no primeiro dia de vacinação contra a doença no Brasil Foto: NELSON ALMEIDA / AFPProfissionais de saúde fazem fila para receber a primeira dose da vacina CoronaVac no Hospital das Clínicas, em São Paulo Foto: NELSON ALMEIDA / AFP Pasta foi informada no dia 8 sobre risco de falta de oxigênioO documento diz ainda que o Ministério da Saúde foi informado no dia 8 de janeiro sobre a iminente escassez de oxigênio para os hospitais de Manaus.Entenda:O que deu errado em Manaus? Veja como a cidade sucumbiu ao coronavírusO alerta foi feito por e-mail pela White Martins, principal fornecedora de oxigênio hospitalar no Amazonas. O e-mail, que também havia sido enviado para a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), detalhava os motivos da escassez. “O imprevisto aumento da demanda ocorrido nos últimos dias agravou consideravelmente a situação de forma abrupta, superando em muito o volume contratado pela Secretaria junto à White Martins”, diz um trecho do e-mail.Na resposta, a AGU diz que, desde o dia 8 de janeiro, o Ministério da Defesa passou a providenciar estrutura para distribuir cilindros de oxigênio para o Amazonas.No documento, a AGU acusa o governo do Amazonas de ter informado o governo federal de forma “tardia” sobre a falta de oxigênio hospitalar.“O colapso do estoque de oxigênio hospitalar na cidade de Manaus foi informado de maneira tardia aos órgãos federais, que empregaram toda a diligência possível para contornar a situação, sobretudo mediante a mobilização da Força Nacional de Saúde do SUS”, diz a AGU.A reportagem questionou a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) sobre a alegação de que a comunicação sobre o estoque de oxigênio ter sido feita tardiamente, mas até o momento, não obteve resposta.

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Com 51,5%, Enem da pandemia bate recorde de abstenções – Jornal O Globo

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Índice preliminar de faltas em prova realizada em meio à pandemia é o dobro do registrado em 2019 André de Souza e Constança Tatsch 17/01/2021 – 20:23 / Atualizado em 17/01/2021 – 21:16 Candidata chega ao campus da Universidade Estadual do Ceará, em Fortaleza, para a realização do Enem Foto: Mateus Dantas/Zimel Press / Agência O Globo BRASÍLIA — Dados preliminares indicam que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano teve uma abstenção recorde de 51,5% informou neste domingo o ministro da Educação, Milton Ribeiro. A prova está sendo realizada em meio à pandemia de Covid-19. O maior índice registrado até então havia sido em 2009 (37,7%), quando o Enem passou a ser usado como porta de entrada para as universidades. Em 2019, a abstenção foi de 23%. — Este ano tivemos um número de abstenção maior. Parte pela dureza e pelo medo da contaminação. E parte também um trabalho de mídia contrário ao Enem muito grande, até injusta. Não foi o mesmo trabalho de mídia contra o exame da Fuvest em São Paulo — disse o ministro.Enem 2020:  veja o gabarito extraoficial da provaSegundo dados da pasta, 2.842.332 alunos não compareceram ao exame, enquanto 2.680.697 foram fazer a prova, apesar da pandemia. O ministro da Educação disse que foi uma edição vitoriosa, realizada para “não atrasar mais a vida de milhões de estudantes”. Neste domingo, ocorreu a primeira parte da prova. Ela continuará no próximo domingo.— Foi um sucesso. Se disséssemos que não teríamos Enem, isso seria um insucesso — avaliou.Alexandre Lopes, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enem, disse que a alta taxa de participantes que não pagaram o exame também pode ter impactado na taxa de abstenção.Leia: Candidatos são impedidos de fazer prova por causa de ‘lotação máxima’— Recorde de participantes de não pagantes. Esse incentivo pode ter levado esse aumento significativo de inscrições. Quase 700 mil participantes a mais do que em 2019. Isso pode ter levado a uma maior abstenção também. Não exclusivamente. São estudos que vamos fazer depois — disse, acrescentando que outros processos seletivos tiveram aumento significativo de abtenção. Para a professora e ex-presidente do Inep Maria Inês Fini, a abstenção recorde era esperada, “provocada pela decisão infeliz de manter o exame”:— Se a gente pode fazer uma alegoria meio vulgar, essa é a ‘crônica de uma morte anunciada’. No meio do desespero pelo isolamento, onde os alunos da escola pública mais vulneráveis não tiveram acesso nem a plataformas digitais, já tínhamos uma crise de aprendizagem que se agravou com a pandemia, tudo indicava que teríamos essa grande abstenção. É lamentável que isso tenha acontecido para um exame tão vitorioso para os jovens brasileiros. É lamentável que nós não tenhamos tido uma atitude do ministro da educação de adiar o Enem. Para esses 50% que não compareceram talvez o Enem fosse a única chance de acesso ao ensino superior. Só posso lamentar e torcer muito para que aqueles que foram não tenham sido contaminados, assim como os palicadores de prova.  ReaplicaçãoO presidente do Inep afirmou que pessoas com sintomas da doença podem solicitar a reaplicação da prova na página do órgão. Os que não puderam fazer o Enem neste domingo foram orientados a fazer o exame em fevereiro. Assim, eles não precisarão ir aos locais de prova no próximo domingo. Lopes destacou que, mesmo em anos anteriores, já havia a prática de reaplicar o Enem por questões de logística. A novidade agora é a Covid-19. Segundo ele, 160.548 inscritos no Amazonas, 2.863 no município Rolim de Moura (RO) e 969 em Espigão D’Oeste (RO) não fizeram o exame. São locais onde decisões da Justiça suspenderam a realizam do Enem. Lopes afirmou ainda que houve 10.171 solicitações para não fazer a prova em razão da apresentação de sintomas de Covid-19, dos quais, foram deferidos 8.180.Veja: Ferramenta mostra a nota que o candidato precisa tirar para entrar no curso que desejaTambém houve 2.967 eliminado, por, por exemplo, levarem equipamentos proibidos. E 69 foram afetados por ocorrências logísticas, como emergências médicas, interrupção da eletricidade.Sobre os relatos de alunos que não puderam fazer provas porque os locais já tinham máxima lotação respeitando as regras sanitárias para evitar a transmissão de Covi-19, o presidente do Inep disse:— O que nós temos até agora é identificado situações, vamos apurar o que aconteceu, foram 11 locais de prova dos 14.447.Segundo ele, são 11 escolas de Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Londrina (PR), Canoas (RS), Pelotas (RS) e Caxias do Sul (RS). Ele afirmou que o Inep orientou os aplicadores a preservar o distanciamento social, tentando alocar os estudantes em outras salas e, em última hipótese, a reaplicação. O presidente do Inep disse que nenhum local de prova foi interditado por questões sanitárias. — A orientação sempre foi preservar o distanciamento, preservar as condições sanitárias. Então essa foi sempre a orientação. Em alguns casos, puderam ser reacomodados em salas da mesma escola, ir para sala reserva, e, em última situação, se necessário, ir para a reaplicação — disse Alexandre Lopes.— É importante salientar que nenhum aluno será prejudicado. A partir do dia 25 de janeiro ele poderá solicitar a reaplicação. Ninguém será prejudicado — acrescentou.

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Professor analisa tema da redação do Enem; confira – Jornal Correio

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Neste primeiro dia, foram aplicadas as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação e Ciências Humanas e suas Tecnologias. O tema da redação foi “O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. O assunto faz par perfeito com o momento atual, já que uma das expressões que mais se ouve por aí é ‘saúde mental’ e o chamado “Janeiro Branco” é o mês de conscientização em prol dela.  Segundo a psicóloga Priscila Pardo, o tema gera uma discussão excelente e extremamente necessária. Ela afirma que a pandemia vem causando impactos psicológicos e fomentando comentários sobre a importância da saúde mental. “A preocupação de todos os profissionais da área quando a pandemia chegou foi justamente como isso impactaria no comportamento das pessoas principalmente aqui no Brasil, que temos a característica de sermos mais sociáveis”.  A psicóloga comemora o avanço que a sociedade apresenta em relação a entender a importância de cuidar do psicológico, principalmente por conta dos jovens, e quebrar o tabu que o tema carrega. “A procura por atendimento aumentou muito. Costuma ser um atendimento que a pessoa só busca quando não está mais aguentando, mas hoje vemos muitos pacientes aderindo ao acompanhamento preventivo, digamos assim”, analisa. A profissional ressalta que o preconceito ainda existe, mas é bem menor do que o que se observava há alguns anos, devido, principalmente, à disseminação e acesso à informação. “Estamos todos sujeitos a comprometimentos psicológicos. A saúde mental, assim como qualquer outra área de saúde, é fundamental para o equilíbrio do corpo humano. Às vezes vamos ao médico para tratar dores de origem emocional, então na verdade o tratamento precisa ser outro”, conclui.  Mas o professor de Linguagens e integrador pedagógico da plataforma de educação SAS, Vinicius Beltrão, alerta que o tema não se resume somente à questão da pandemia. “As pessoas estão buscando tratamento e terapia agora porque as relações humanas se modificaram muito, mas o tema é muito mais profundo do que isso e, quando traz a palavra ‘estigma’, está falando sobre toda e qualquer pessoa na sociedade brasileira que possui algum distúrbio mental”, analisa o professor. Ele diz que o tema não era esperado, mas está dentro das expectativas de professores e estudantes porque dialoga com o contexto de pandemia. Beltrão destaca que é preciso ter cuidado com o tema. “O perigo é fazer uma redação rasa, fazendo o recorte somente do momento de pandemia. Isso seria tangenciar o tema. É preciso se aprofundar e abordar outros aspectos”, reforça.  Uma boa redação, na visão do professor de linguagens, é aquela que vai focar na palavra ‘estigma’. “A ideia de estigma é de pessoa marcada. A sociedade vê essas pessoas de uma forma diferente e isso engloba a questão do preconceito, de não entender que as pessoas precisam sim de tratamento, que não é algo banal”. Seguindo esse caminho, há alguns aspectos que o candidato poderia abordar:“O estudante pode abordar que há alguns anos viemos discutindo o tratamento de doenças mentais pelo SUS. Há um movimento para revogar isso, para que não tenham mais especialistas nesta área na rede pública”; “Tem também o eixo dos profissionais com distúrbios que têm dificuldade de se inserir no mercado de trabalho”;  “Quando vamos para o âmbito acadêmico, tem a discussão de que as escolas têm que receber essas pessoas. Aí tem o convívio social, as escolas regulares e as especiais e a falta, às vezes, de estrutura e profissionais especializados”. Por fim, Beltrão afirma que o candidato precisa reforçar que o problema está enraizado na sociedade brasileira, mencionar como a pandemia se encaixou nessa questão e propor soluções. Trazendo para a contemporaneidade, a redação poderia abordar que a pandemia trouxe à tona a discussão do tema, disseminando informações sobre saúde mental e fomentando uma onda coletiva de conscientização.  Como proposta de solução, o professor diz que é preciso ser coerente com o que foi colocado como argumento ao longo do texto. “Quando à questão política, o candidato pode propor o incentivo por parte do governo, por meio de verbas, para a área da saúde mental, proporcionando uma maior atenção do SUS para essas pessoas com distúrbios. Outro eixo é o social, a inserção dessas pessoas na sociedade. Aí tem o ponto das escolas, das universidades e das empresas. É preciso que haja oportunidades de ensino de qualidade, de trabalho e também garantia de tratamento e acompanhamento”, completa o professor.  *Com orientação do chefe de reportagem Jorge Gauthier

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Entenda as ressalvas da Anvisa ao recomendar aprovação de uso emergencial da CoronaVac e da vacina de Oxford – Jornal Extra

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Publicado em 17/01/21 16:54 Atualizado em 17/01/21 22:56 Vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan Foto: Amanda Perobelli / Reuters BRASÍLIA — A área técnica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou neste domingo o uso emergencial de duas vacinas contra a Covid-19: a CoronaVac e a vacina de Oxford. O órgão regulador, no entanto, fez ressalvas à autorização dos imunizantes e recomendou que os fármacos sejam monitorados.CoronaVacNo caso da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan, os técnicos da agência confirmaram que a vacina tem eficácia global de 50,4%, mas destacou que o imunizante seja acompanhado de perto. A Anvisa afirmou que o Instituto Butantan não enviou dados importantes sobre a vacina, como informações sobre anticorpos gerados na fase 3 do estudo, quando o imunizante é testado amplamente. Entre as “incertezas” apontadas, a área técnica destacou a duração da proteção proporcionada pela vacina e seu efeito em idosos e outros grupos específicos, como pessoas com comorbidades.Os técnicos também afirmaram que a eficácia da vacina em pessoas que já tiveram a doença não pode ser avaliada. A reportagem contactou o Butantan mas ainda não teve retorno sobre as ponderações da Anvisa sobre a CoronaVac.Leia mais: Anvisa aprova por unanimidade uso emergencial de vacinas contra Covid-19 no BrasilVacina de OxfordJá em relação à vacina de Oxford, a área técnica informou que a Fiocruz — que desenvolve o produto em parceria com o laboratório AstraZeneca — não forneceu dados suficientes para comparar a capacidade de gerar anticorpos no produtor fabricado pela Insituto Serum, na Índia, e as vacinas produzidas no laboratório AstraZeneca.Outra “incerteza” levantada pela área técnica foi a dificuldade em estabelecer a data de validade do imunizante. A agência confirmou a eficácia global da vacina de Oxford em 70,42%. Confira também: Primeira vacinada tem 54 anos e trabalha como enfermeira do Emílio Ribas, em SPUso emergencialApesar da recomendação da área técnica, a aprovação da ambas vacinas depende da votação do colegiado, prevista para ser concluída na tarde deste domingo.Caso os pedidos sejam autorizados, a permissão ao uso emergencial das vacinas passa a valer assim que os laboratórios forem comunicados. A autorização emergencial de uso permite a imunização apenas em grupos pré-definidos nos estudos entregues à Anvisa. Para comercialização do imunizante e ampla vacinação sem necessidade de especificação de grupos é preciso obter o registro final da vacina.Com a decisão da Anvisa, as vacinas de Oxford e a CoronaVac poderão ser aplicadas em grupos específicos a partir do momento que os laboratórios produtores forem comunicados da decisão.Nota da AnvisaEm nota, a Anvisa esclareceu alguns pontos de seu comunicado:1) Não foram fornecidos “dados suficientes para comparar a capacidade de gerar anticorpos no produtor fabricado pela Insituto Serum, na Índia”A diretora relatora disse em seu voto que foi enviado para a Anvisa um estudo ponte entre a vacina produzida pelo Serum e a vacina produzida por Oxford.2) “dificuldade em estabelecer a data de validade do imunizante” Foram apresentados dados de estabilidade conduzidos com lotes utilizados nos estudos clínicos e com lotes industriais, produzidos posteriormente. Os dados extraídos dos lotes clínicos são representativos, atendendo as diretrizes estabelecidas em legislação da Anvisa, sendo assim possível estabelecer as condições de armazenamento proposta, temperatura entre 2 – 8°C, bem como o prazo temporário de 6 meses de validade, uma vez que os dados dos lotes clínicos ultrapassam 3 meses desde o início dos respectivos estudos, os quais foram apresentados à Anvisa. Cabe ressaltar que os lotes são analisados mês a mês, o que afasta a disponibilização de vacina que não atendam os critérios estabelecidos e aprovados pela Anvisa. Últimas de Coronavírus

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Ministério da Saúde começa a distribuição da CoronaVac para todo o Brasil – G1

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Estados receberão a partir desta segunda-feira (18) quase 6 milhões de doses da vacina; vacinação começa quarta, dia 20, às 10h. Após aprovação da Coronavac, Pazuello promete distribuição da vacina já na segunda (18) O Ministério da Saúde inicia nesta segunda-feira (18) o processo de distribuição das quase 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan feita em parceira com o laboratório chinês Sinovac, para todos os estados e o Distrito Federal. As caixas já estão no Departamento de Logística da Saúde (DLOG), em São Paulo, segundo nota divulgada pela pasta. A distribuição das vacinas será feita com aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e caminhões com áreas de carga refrigeradas. As companhias aéreas Azul, Gol, Latam e Voepass também farão o transporte gratuito das caixas de vacinas para todos os estados que necessitem de transporte aéreo. Depois que o governo federal entregar as vacinas aos estados, os governos estaduais irão se encarregar de levar as vacinas até os municípios em parceria com o Ministério da Defesa. Os primeiros voos sairão de São Paulo, primeiramente para o Distrito Federal e para as capitais de 10 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. “Nesta segunda-feira, às 7h, a distribuição das vacinas irá para todos os estados brasileiros, para que cada governo possa dar início ao plano de vacinação. O DLOG vai fracionar, agora, as quantidades corretas para cada estado. A Força Aérea Brasileira vai fazer a entrega nos pontos focais. A partir daí, os estados fazem a distribuição local”, disse Eduardo Pazuello, ministro da Saúde. Ainda segundo o Ministério da Saúde, a vacinação começa em todo o país na quarta-feira (20), às 10h. Veja divisão das doses da Coronavac para cada estado: Região Norte Rondônia – 33.040Acre – 13.840Amazonas – 69.880Roraima – 10.360Pará – 124.560Amapá – 15.000Tocantins – 29.840Total de doses – 296.520 Região Nordeste Maranhão – 123.040Piauí – 61.160Ceará – 186.720Rio Grande do Norte – 82.440Paraíba – 92.960Pernambuco – 215.280Alagoas – 71.080Sergipe – 48.360Bahia – 319.520Total de doses – 1.200.560 Região Sudeste Minas Gerais – 561.120Espírito Santo – 95.440Rio de Janeiro – 487.520São Paulo – 1.349.200Total de doses – 2.493.280 Região Sul Paraná – 242.880Santa Catarina – 126.560Rio Grande do Sul – 311.680Total de doses – 681.120 Região Centro-Oeste Mato Grosso do Sul – 61.760Mato Grosso – 65.760Goiás – 182.400Distrito Federal – 105.960Total de doses – 415.880 Na tabela divulgada pelo Ministério da Saúde, 907.200 doses da CoronaVac já estão separadas para os indígenas de todas as regiões do Brasil (veja na tabela abaixo). Ministério da Saúde divulga quantidade de doses da CoronaVac para cada estado — Foto: Reprodução/Ministério da Sáude Domingo histórico: Anvisa aprova uso emergencial das vacinas Coronavac e de Oxford Newsletter G1Created with Sketch. O que aconteceu hoje, diretamente no seu e-mail As notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Para se inscrever, entre ou crie uma Conta Globo gratuita. Obrigado! Você acaba de se inscrever na newsletter Resumo do dia. Deseja receber as notícias mais importantes em tempo real? Ative as notificações do G1!

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Mais de 8 mil candidatos vão fazer reaplicação do Enem 2020 por terem sintomas de doenças infectocontagiosas, diz Inep – G1

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Número se refere a pedidos feitos antes do primeiro dia de provas. Exame ocorreu neste domingo (17) e terá provas também no próximo (24). Alexandre Lopes (à esq) e Milton Ribeiro (centro) durante apresentação do balanço do Enem 2020. — Foto: Reprodução/YouTube Mais de 8 mil candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 tiveram o pedido aceito para fazer o exame em fevereiro por terem sintomas de doenças infectocontagiosas. A informação é do Alexandre Lopes, presidente do Inep, autarquia do Ministério da Educação (MEC), responsável pela prova. O número foi divulgado na noite deste domingo (17) durante a apresentação do balanço da realização do primeiro dia de prova. O segundo dia será no próximo domingo (24). Nesta edição, 10.171 pessoas pediram para participar da reaplicação por terem sintomas de doenças infectocontagiosas. É a primeira vez que o Inep permite que os candidatos peçam a reaplicação por estes motivos, medida aplicada devido à pandemia de Covid-19, mas que também incluía outras doenças, como sarampo. Foram aceitas 8.180 e negadas 1.991. Para o ministro da Educação, Milton Ribeiro, a realização do Enem em meio à pandemia foi algo vitorioso. O índice de abstenção ficou em 51,5%. Apesar do índice ser preliminar, ele já representa o maior percentual em toda a história do Enem. “Eu quero registrar minha gratidão e qualificar o Enem no meio da pandemia como algo vitorioso, para não atrasar ainda mais a vida de milhões de estudantes e é isso que nós procuramos”, afirmou. Segundo Ribeiro, o índice de abstenção ficou “um pouquinho acima” de 50%. O número divulgado ainda durante o balanço do Enem foi de 51,5%. Segundo o ministro, o alto índice ocorreu “em parte pela dureza e questão do medo da contaminação, em parte de um trabalho de mídia contrário ao Enem muito grande, isso é fato.” Em 2019, o índice do primeiro dia ficou próximo a 23%, segundo o ministro. O presidente do Inep, Alexandre Lopes, ressaltou que a aplicação foi “tranquila do ponto de vista da saúde sanitária.” Ele citou cidades que tiveram visitas de agentes da vigilância sanitária, ministério público, e não houve locais de prova interditados por questões de saúde. “Não teve nenhum local de prova interditado. Reafirmamos aqui nosso compromisso de uma realização de uma prova com segurança do ponto de vista sanitário. As normas e procedimentos de segurança estabelecidos pelo Inep foram cumpridos durante a execução da prova”, afirmou Alexandre Lopes. Questionado sobre os candidatos barrados nas salas de prova porque elas estavam com lotação acima de 50%, o presidente do Inep afirmou que os casos ocorreram em 11 dos mais de 14.447 locais de prova. “Tivemos 11 locais de prova com aparentemente alguma dificuldade de os alunos poderem realizar a prova.” “Qualquer participante que se sentiu prejudicado, a partir de 25 de janeiro, como está previsto no edital, poderá pedir a reaplicação nos dias 23 e 24 de fevereiro”, afirmou Lopes. Ele ressaltou que a reaplicação é uma característica do Enem que prevê casos de problemas de logística e, neste ano, doenças infectocontagiosas. O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) apresentaram um balanço do primeiro dia de provas do Enem 2020 em uma entrevista coletiva à imprensa realizada em Brasília na noite deste domingo. O Exame Nacional do Ensino Médio teve 5,78 milhões de candidatos inscritos. Destes, 5,6 milhões eram esperados para a prova impressa; 96 mil farão o exame digital em outras datas (31 de janeiro e 7 de fevereiro). Reaplicação: 58 cidades terão reaplicação da prova: 56 no Amazonas e duas em RondôniaNesta edição, 10.171 pessoas pediram para participar da reaplicação por terem sintomas de doenças infectocontagiosas. Foram aceitas 8.180 e negadas 1.991.1º domingo de Enem teve 1.689 municípios, 14.447 locais de prova e 201.380 salas de provas.Para este primeiro dia, houve 5.523.029 inscritos: 2.680.697 estiveram presentes (48,5%) e 2.842.332 (51,5%) estiveram ausentes. Os dados não contabilizam os números do Amazonas e de duas cidades de RO, que tiveram as provas suspensas.2.967 participantes foram eliminados por portar equipamentos eletrônicos, saírem da sala antes do hora´rio permitido, entre outros.69 foram afastados por “ocorrências logísticas”, como emergências médicas ou interrupção de energia elétrica.Três escolas em São Sebastião do Passe tiveram problemas de fornecimento na energia elétrica e os candidatos terão reaplicação. Menos de 1 mil candidatos estavam inscritos. VÍDEOS: saiba tudo sobre o Enem 2020 Newsletter G1Created with Sketch. O que aconteceu hoje, diretamente no seu e-mail As notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Para se inscrever, entre ou crie uma Conta Globo gratuita. Obrigado! Você acaba de se inscrever na newsletter Resumo do dia. Deseja receber as notícias mais importantes em tempo real? Ative as notificações do G1!

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