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EUA enviarão à Alemanha seis aviões para bloquear radares inimigos

Os aviões são do modelo EA-18G Growler. As aeronaves não estão sendo enviados para serem utilizados contra as forças russas na Ucrânia. Biden: EUA estão na Europa para defender aliados da Otan
Os Estados Unidos enviarão seis aviões à Alemanha para bloquear radares inimigos informaram as Forças Armadas americanas nesta segunda-feira (28).
O objetivo é melhorar as capacidade de defesa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no leste da Europa.
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Os aviões são do modelo EA-18G Growler. As aeronaves não estão sendo enviados para serem utilizados contra as forças russas na Ucrânia, afirmou o porta-voz das Forças Armadas, John Kirby.
Kirby disse que os aviões eram esperados nesta segunda-feira na Base Aérea de Spangdahlem, no oeste da Alemanha, procedentes da Estação Aérea Naval de Whidbey Island, no estado de Washington.
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Sensores para evitar radares dos inimigos
O porta-voz informou que os aviões, uma versão modificada do F/A-18, utilizam sensores para interferir no funcionamento dos radares e sistemas de defesa aéreo inimigos.
Imagem de arquivo de um caça F/A-18 Hornet
Marinha dos Estados Unidos
Os aviões serão acompanhados do envio de 240 integrantes da Marinha americana para a Alemanha, acrescentou o porta-voz.
A Casa Branca planeja destinar US$ 6,9 bilhões (R$ 33 bilhões) para ajudar a Ucrânia a se defender da invasão russa e apoiar os países-membros da Otan, segundo sua proposta orçamentária revelada nesta segunda-feira.
Os Estados Unidos incrementaram a ajuda à Ucrânia após a invasão russa, incluindo assistência em matéria de segurança e ajuda humanitária.
Ucrânia pede mais
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu aos países da Otan que enviassem mais armas à Ucrânia, como aviões de combate avançados, sistemas de defesa antimísseis, tanques, veículos blindados e mísseis.
Washington, no entanto, descartou até agora o envio de aviões e armamento de grande potencial ofensivo à Ucrânia.
O presidente americano, Joe Biden, disse que não quer cruzar a linha do que, segundo ele, poderia se transformar na “Terceira Guerra Mundial”, o enfrentamento entre uma Rússia com armas nucleares e a Otan.
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