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Reino Unido analisa relatos de ataque químico em Mariupol, na Ucrânia

Liz Truss, ministra das Relações Exteriores britânica, disse que Reino Unido está tentando verificar as informações de que a Rússia teria usado armamento químico na cidade portuária de Mariupol. Russos fazem ataques a Mariupol com tanques e foguetes
O Reino Unido está tentando verificar as informações de que a Rússia teria usado armamento químico na cidade portuária de Mariupol, no sudeste da Ucrânia, segundo a ministra das Relações Exteriores britânica, Liz Truss.
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Nesta segunda-feira (11), Truss afirmou que informações de que as forças russas poderiam ter usado agentes químicos em um ataque contra a população de Mariupol. “Estamos trabalhando urgentemente com sócios para verificar detalhes”, disse ela.
“Qualquer uso deste armamento é uma cruel escalada neste conflito e Putin e seu regime deverão prestar contas”, afirmou.
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REUTERS/Alexander Ermochenko
Denúncia de deputada
A deputada ucraniana Ivanna Klympush disse que a Rússia usou uma “substância desconhecida” em Mariupol e que a população apresentava problemas respiratórios. “O mais provável, armas químicas”, de acordo com ela.
O Batalhão Azov, um grupo neonazista que combateu os russos em 2014, em Mariupol, e também está enfrentando as forças russas agora, também afirmou que os inimigos usaram “substância venenosa” nas tropas e civis ucranianos em Mariupol. O grupo afirmou que as pessoas apresentavam problemas respiratórios e neurológicos.
Essas denúncias não foram verificadas pela imprensa.
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Um líder dos separatistas pró-Rússia da região de Donetsk (leste), Eduard Basurin, falou sobre a possibilidade de usar armamento químico contra a cidade portuária que tem resistido a bombardeios durante semanas.
Basurin assegurou que suas forças poderiam “empregar tropas químicas que encontrarão uma forma de fazer as toupeiras fugir de suas tocas”, disse em declarações à agência russa RIA Novosti.
A Rússia negou ter cometido qualquer crime de guerra durante sua ofensiva na Ucrânia.
Serviços de inteligência ocidentais e analistas apontaram para a possibilidade de Moscou recorrer a armas não convencionais diante do pequeno avanço de sua ofensiva e da impaciência do presidente Vladimir Putin ante a resistência ucraniana.
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