Atleta Paranaense 2025: veja as grandes conquistas do ano e vote no principal destaque
See you in LA: Julia Soares e Ana Sátila conquistam pódios em competições internacionais
O ano de 2025 teve a marca dos atletas paranaenses, com grandes conquistas e consolidação entre os melhores do mundo em várias modalidades. De Yago Dora no surf até as meninas da ginástica rítmica, passando por Emily no futsal e Michaela Fregonese nas ondas gigantes, além de outros nomes em alta.
Qual foi o atleta do ano no esporte paranaense?
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O Globo Esporte Paraná lista os principais atletas paranaenses em 2025 e abriu uma enquete para você opinar: quem foi o grande destaque neste ano? Clique aqui e vote.
Campeão mundial de surfe, Yago Dora conversa com exclusividade com o GE
Yago Dora é curitibano e fechou 2025 com a marca do primeiro título mundial na World Surf League (WSL), conquistado em setembro, em Fiji. Ele venceu duas etapas na temporada, em Portugal e Trestles, além da grande final. O ano vitorioso colocou Yago entre os quatro indicados a melhor atleta masculino do Prêmio Brasil Olímpico de 2025, além de ser o vencedor na modalidade.
Michaela Fregonese é de Curitiba e amplia os feitos no surf neste ano. Ela foi campeã mundial em duas categorias no Big Wave Challenge, considerado o Oscar do Surf de Ondas Gigantes e disputado na Califórnia (EUA), em setembro. Michaela conquistou os títulos de campeã mundial da Onda do Ano e Maior Onda do Ano, algo grandioso para o surf brasileiro.
Paraná vibra com Michaela, que agora sonha com as ondas gigantes de Nazaré
Emily nasceu em Paranaguá e foi protagonista do Brasil no título da Copa do Mundo Feminina de Futsal. Ela foi eleita a melhor jogadora da competição e também a artilheira, com sete gols. Em janeiro, Emily tinha sido eleita a melhor jogadora de futsal do mundo em 2024 e é favorita para repetir o feito novamente nesta temporada.
Paranaenses brilham na conquista histórica do Brasil no Mundial de Futsal
Bárbara Domingos, a Babi, é mais uma curitibana com um 2025 especial. Com quatro apresentações exuberantes, ela ficou no top-9 no do Mundial de Ginástica Rítmica, no Rio de Janeiro, em agosto, alcançando o melhor resultado do Brasil no individual geral da modalidade. Babi segue na seleção em 2026.
Mariana Gonçalves (de Curitiba) e Nicole Pircio (de Piracicaba, mas radicada em Londrina) também fizeram história com a ginástica rítmica em 2025. Elas conquistaram, junto com Duda Arakaki, Sofia Madeira e Maria Paula Caminha, as medalhas de prata na prova de conjunto geral e na série mista, conquistas gigantescas no Mundial, no Rio de Janeiro. O feito fez a equipe ganhar o Prêmio Brasil Olímpico 2025 na modalidade.
Paranaenses fazem história no maior mundial de ginástica rítmica
Maria Almeida é baiana, mas tem Curitiba como casa há oito anos. Ela fechou 2025 como campeã no street do STU National, principal competição nacional de skate, ganhando a final, em Brasília, além da etapa de Criciúma.
Maria Almeida vence STU Brasília e conquista título da temporada
Gui Khury também é de Curitiba e impressionou mais uma vez com grandes manobras e exibições. Ele tirou nota 99 no STU Vert SP, a maior pontuação da história na modalidade. Conquistou também o bronze no park na Copa do Mundo de Roma, com direito a dois 900 na final – foi o primeiro a fazer o 900 em uma competição park.
Gui Khury é campeão do Tour STU São Paulo com a maior nota da história do skate vertical
Ana Sátila é mineira e radicada em Foz do Iguaçu. Em 2025, ela conquistou duas medalhas de bronze no Mundial de Canoagem Slalom, na Austrália – na prova contra o relógio e no C1, canoa individual. Antes, porém, Ana Sátila ficou fora de três etapas da Copa do Mundo, por conta de uma crise renal. Recuperada, voltou para as últimas duas etapas na Europa e conquistou uma prata. Ela foi a vencedora do Brasil Olímpico 2025 na canoagem slalom.
Ana Sátila superou problema cardíaco na infância para se tornar atleta
Também tiveram destaque:
Luigi Cini, no skate – campeão da etapa de Florianópolis no STU Park e do desafio da Rampa do Gui.
Arthur Lanci, no vôlei de praia – ao lado do parceiro Evandro, foi campeão da etapa de João Pessoa e prata na de Newport Beach, pelo Circuito Mundial; eles fecharam o ano como quarta melhor dupla.
Júlia Soares, na ginástica artística – prata na etapa da Hungria da Copa do Mundo de Ginástica.
Natasha Ferreira, no judô – bronze no Grand Slam em Astana, no Cazaquistão, na categoria até 48 kg.
Gabriela Moreschi, no handebol – goleira da seleção brasileira no Mundial, parando nas quartas de final, contra a Alemanha. O Brasil ficou em sexto no geral.
Júlia Bergmann, no vôlei – titular da seleção brasileira na conquista do bronze no Mundial de Vôlei Feminino, na Tailândia.
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