Max se apoia em terapia para buscar lugar no Sport: “Abre a mente”
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Max Alves é novo. Tem 24, mas já parece entender que o êxito no campo está atrelado, bem mais do que se imagina, à saúde mental. Assim, no ano passado, o meia do Sport tomou decisão: começar terapia. Não só: iniciou também um trabalho de desenvolvimento emocional com um coach.
Um trabalho que tem surtido efeito e guiado o jogador em busca do seu espaço na Ilha.
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Max Alves, meia do Sport
Paulo Paiva/Sport Club do Recife
– Eu comecei ano passado a fazer coach, com Cleiton (Carvalho). Comecei a fazer terapia, quando cheguei no Sport o clube proporcionou também a psicóloga (Rosângela). Muito importante para nós estar conectado. Psicóloga é essencial para jogador, tem pessoas que julgam, mas é essencial. Saber que a psicóloga vai fazer a gente evoluir, abrir nossa mente – conta Max.
O trabalho com Cleiton Carvalho, por exemplo, virou referência entre boleiros ao redor do Brasil. Nomes como Luiz Henrique e Gregore, ex-Botafogo, e Wallace Yan, ex-Flamengo, figuram como alguns dos clientes do mentor.
Sport mostra força na estreia do time principal e goleia o Jaguar na Ilha
Max acertou com o Sport por empréstimo do Cuiabá até o final do ano e estreou no Rubro-negro – antes mesmo de ser oficializado. O jogador foi apresentado na última sexta-feira, dois dias após jogar como titular na goleada por 5 a 0 sobre o Decisão.
– Foi minha primeira vez jogando aqui na Ilha. Quando me apresentei aqui no Sport vim conversando com os meninos, meus parceiros, Derik (Lacerda), Matheus Alexandre. Tava um pouco ansioso, vinha de dois meses sem jogar bola. Mas quando pisei na Ilha parecia minha estreia como profissional. Observei muito a torcida, apaixonante, até me arrepiei na hora de cantar os hinos – disse.
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