Além dos novatos: noroeste paulista tem retorno de velhos conhecidos à Bezinha
América planeja 2026 com Bezinha como objetivo e Copinha no Teixeirão
O Campeonato Paulista da Segunda Divisão – a popular Bezinha – começa em abril com 24 times entre remanescentes, estreantes e velhos conhecidos que, por variados motivos, passaram algum tempo longe da competição.
O torneio que, na prática, equivale à quinta divisão estadual, terá caras novas como o Riopretano, fundado no ano passado para ser o terceiro time de São José do Rio Preto, e o Santa Fé, que existe desde 2021, mas só havia disputado competições de base até agora.
O tradicional América-SP está de volta à Bezinha em 2026
Gustavo Bottini/6três Comunicação
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Ainda no noroeste paulista, por outro lado, alguns clubes estão de volta à disputa após um período de ausência. Veja abaixo times que retornam à Bezinha em 2026:
América-SP
Equipe do interior com a maior sequência na elite estadual, o América não disputou a Bezinha em 2025 e ficou de fora do Campeonato Paulista (independentemente da divisão) pela primeira vez em mais de 60 anos.
O Rubro enfrentou anos de uma crise político-administrativa e ainda passa por graves problemas financeiros, mas vem tentando se reerguer após a troca de gestão. Neste ano, o estádio Teixeirão voltou a ser sede da Copinha após mais de uma década.
O América figurou anos na última divisão de São Paulo até conseguir o “acesso” com a criação de um novo nível, em 2024. O clube, porém, caiu logo na primeira participação na Série A4 e, sem conseguir o alvará para seu estádio, ficou de fora da Bezinha do ano passado.
Clube disputou a A4 em 2024, mas acabou rebaixado
Fran Zanini
Catanduvense
Vice-campeão da Bezinha em 2006, o Catanduvense teve uma rápida ascensão no futebol paulista, chegando à elite estadual em 2012. Os anos seguintes seriam de instabilidade para a Bruxa, que foi caindo de divisão até bater no último nível em 2018, após terminar na lanterna da A3 na temporada anterior.
O clube foi fundado em 2004 para ser uma espécie de sucessor espiritual do extinto Grêmio Esportivo Catanduvense, que representou a cidade entre as décadas de 1990 e 1994.
Em 2019, na última participação na Bezinha, o Catanduvense chegou à terceira fase, a última antes do mata-mata, e acabou eliminado. Desde então, se licenciou das competições profissionais e só retornará agora, após sete anos.
Catanduvense não joga a competição desde 2019
Fran Zanini/Catanduvense
José Bonifácio
Figurinha carimbada na Bezinha com apenas dois anos de ausência entre 2006 e 2019, o José Bonifácio é mais um time que retorna à competição nesta temporada.
O clube da cidade de mesmo nome viveu o auge de sua história na década de 1970, mais precisamente em 1972, quando faturou o título da Série A3 e chegou à A2 do ano seguinte. O rebaixamento, porém, foi imediato.
A última participação do Tricolor na Bezinha terminou de maneira trágica – e fora do campo. O clube acabou eliminado da competição por não pagar uma série de multas. Uma das advertências foi aplicada após jogadores do Andradina ficarem trancados nos vestiários do estádio Antônio Pereira Braga, em José Bonifácio, e precisarem arrombar a porta com uma mesa.
José Bonifácio acabou eliminado da Bezinha de 2019 por não pagar multas
Fernanda Morais geRead More


