Brasil tem chance de medalha inédita com snowboarder top 6 do mundo; veja análise
Imagens incríveis de treino de Pat Burgener antes da estreia nas Olimpíadas de Inverno
Pat Burgener está entre os melhores do mundo no snowboard halfpipe e chegará com chances, ainda que pequenas, de medalha nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina. Sexto colocado do ranking mundial, o brasileiro nascido na Suíça conquistou uma medalha em etapa de Copa do Mundo neste ano, mas em uma prova sem a presença dos japoneses e australianos, que são os melhores do planeta. Nesta quarta, ele inicia a busca pela medalha inédita nas qualificatórias da modalidade, às 10h30 (horário de Brasília). Augustinho Teixeira será outro brasileiro em ação.
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Pat Burgener representará o Brasil nas Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina
@f.storm
Filho de mãe brasileira, Pat, de 31 anos, ganhou medalhas de bronze nos Mundiais de Snowboard de 2017 e 2019, quando ainda representava a Suíça, seu país natal. O atleta também foi quinto colocado nas Olimpíadas de PyeongChang 2018 e 11º em Pequim 2022.
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Pronto para representar o Brasil no snowboard, Pat Burgener mostra talento musical
O improvável, mas não impossível, pódio de Pat em Milão-Cortina passa por uma apresentação perfeita dele, conseguindo executar as principais manobras sem grandes erros. O brasileiro, que está recuperado de uma queda durante um treinamento no início do mês na Suíça, também precisará contar com falhas de rivais. Nas últimas etapas, Pat tem conseguido pontuação na casa dos 80, enquanto japoneses e australiano constantemente chegam aos 90 pontos.
Pat Burgener é esperança de medalha para o Brasil no snowboard halfpipe
Os principais rivais de Pat são os japoneses, que dominam a modalidade, com quatro entre os cinco primeiros colocados do ranking. Dois australianos também estão entre os adversários. Além do bronze na Copa do Mundo, Pat teve um quarto e um 13º lugares em outras etapas do evento.
No snowboard, os atletas executam manobras em um percurso em formato de “U”, o chamado half, e são julgados por juízes que avaliam dificuldade, execução, amplitude e variedade das acrobacias. As notas podem variar de 0 a 100. Os dez primeiros colocados avançam para à final, em que cada atleta tem direito a três descidas, valendo apenas a melhor nota.
Guilherme Costa Brasil em Tóquio blog
Reprodução geRead More


