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De negociável a intocável: como Bobadilla virou peça-chave para Crespo no São Paulo

De negociável a intocável: como Bobadilla virou peça-chave para Crespo no São Paulo

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O volante Bobadilla está de volta ao São Paulo após perder seu primeiro jogo na temporada, a vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, com um edema na coxa direita. Este foi apenas o quarto jogo sem o paraguaio desde que Hernán Crespo voltou ao Tricolor, 43 partidas atrás.
Agora, ele fica novamente à disposição para o jogo deste sábado, contra o Red Bull Bragantino, às 18h30, fora de casa, pelas quartas de final do Campeonato Paulista.
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Bobadilla ficou fora de duas partidas suspenso por receber três amarelos no Brasileirão do ano passado, contra Botafogo e Vitória. Ele também ficou ausente de uma partida contra o Grêmio por não conseguir retornar a tempo quando o Paraguai disputou amistosos contra Japão e Coreia.
Em todas as outras partidas, Bobadilla ou foi titular ou entrou no decorrer do jogo. Foram 32 jogos como titular e saindo do banco de reservas. Sempre que esteve à disposição de Crespo, foi utilizado.
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Nesta temporada foi titular em oito dos 11 jogos e cresceu de produção após Hernán Crespo solidificar o trio de meias com ele, Danielzinho e Marcos Antônio. Menos badalado do que os outros dois, Bobadilla ocupa a faixa direita do campo no tripé.
O atleta deve completar neste sábado seu 99º jogo com a camisa do São Paulo e já se tornou o paraguaio que mais vestiu a camisa tricolor.
De ativo na janela à intocável
Antes da chegada de Crespo, o São Paulo via Bobadilla como um de seus principais ativos na janela de transferências do início do ano. Em crise financeira, o Tricolor prospectava o mercado por propostas pelo paraguaio.
No entanto, após ser utilizado pelo argentino em quase todos os jogos e com dificuldades no mercado, o São Paulo decidiu segurar o jogador para não tirar uma peça importante do elenco.
Agora, a ideia é esperar para ver como será o desempenho de Bobadilla na Copa do Mundo e, também, como o mercado vai reagir. O volante vai seguir os passos do pai, o goleiro Aldo Bobadilla, que jogou as Copas do Mundo de 2006 e 2010 com a seleção paraguaia.
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