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Diretor do Rio Open sinaliza avanço para troca de piso e cita tenistas que interessam ao torneio

Diretor do Rio Open sinaliza avanço para troca de piso e cita tenistas que interessam ao torneio

Diretor do Rio Open sinaliza avanço para mudança de piso: “Perto de desfecho feliz”
O Rio Open 2026 terminou, e já é hora de pensar nas próximas edições. Logo após a final de simples, no domingo (22), Lui Carvalho, diretor do ATP 500 carioca, concedeu entrevista coletiva. Um dos temas abordados foi a possível mudança de piso, com a saída do saibro e a chegada da quadra dura. Assunto discutido há bastante tempo, a alteração está mais perto de se tornar oficial.
– Essa questão do piso é bem antiga. Um pedido meu à ATP há seis, sete anos. Confio que estamos perto de um desfecho feliz, de fazer essa mudança. Viemos trabalhando para posicionar o evento de forma que a ATP enxergue a América do Sul como um mercado com potencial para o futuro. Há outras regiões que giram a economia do tênis mais rápido, mas essa área aqui tem um potencial enorme. Acredito que a transição para a quadra dura vai beneficiar o torneio ao atrair grandes jogadores para o Brasil – disse Lui.
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O saibro, porém, ainda deverá estar presente no Rio Open do ano que vem, que ocorrerá entre os dias 13 e 21 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro – tradicional sede do evento. A quadra dura, caso se torne realidade, poderá estrear em 2028 e gerar uma outra mudança. Para facilitar o encaixe no calendário e dar espaço ao novo Masters 1000 da Arábia Saudita, há uma chance de o ATP 500 carioca ser disputado no meio ou no fim do ano.
Em meio às tratativas para mudanças no Rio Open, o italiano Andrea Gaudenzi, presidente da ATP, esteve no Rio de Janeiro. O dirigente acompanhou alguns dias do torneio carioca e conheceu melhor a cidade, como explicou Lui:
– Não trouxemos o Gaudenzi para falar sobre as alterações. Queríamos mostrar o evento, a cidade. Ele se reuniu com a diretoria, os patrocinadores do Rio Open, para escutar sobre o comprometimento com o desenvolvimento do torneio. Fez um passeio de helicóptero pelo Rio, viu o Jockey, pôde entender muito mais. O nosso objetivo era mostrar nosso potencial e não necessariamente sair com algo assinado. Se as coisas vão funcionar a nosso favor ou contra, temos que esperar, mas ele saiu daqui bem impressionado.
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Além das possíveis mudanças no Rio Open, Lui falou sobre os tenistas que estão na mira do torneio carioca. João Fonseca, atleta da casa, voltará para a edição de 2027, em busca do inédito título de simples. Ainda não há outros nomes confirmados, mas conversas estão em andamento.
– Adoraria que o (Lorenzo) Musetti conseguisse voltar, Casper Ruud é outro com quem conversamos, (Andrey) Rublev tem uma chance real. O (Holger) Rune teve uma experiência ruim aqui, mas também joga bem no saibro. As conversas são informais, não estou negociando nada mais a fundo. Normalmente esperamos até o fim de Roland Garros para entender quem foi bem no saibro. Tínhamos contrato apalavrado com o (Jakub) Mensik (para 2026), mas ele precisaria jogar a Copa Davis na América do Sul, e demos muito azar. É um jogo de xadrez com vários tabuleiros – comentou Lui.
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