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Ignácio destaca evolução da base do Paysandu após Re-Pa: “Esperança para o futuro”

Ignácio destaca evolução da base do Paysandu após Re-Pa: “Esperança para o futuro”

Ignácio Neto fala sobre os jogadores da base do Paysandu
A presença maciça de jogadores formados na base do Paysandu no clássico Re-Pa do último domingo reforçou o discurso de integração defendido pelo clube. Ao todo, 11 atletas oriundos das categorias de base foram relacionados para a partida contra o Remo, sendo dois deles titulares. Após o jogo, o coordenador da base bicolor, Ignácio Neto, avaliou de forma positiva o desempenho dos jovens e destacou o processo de formação que vem sendo desenvolvido no clube.
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Segundo Ignácio, a utilização dos atletas da base vai além de oferecer oportunidades pontuais e passa por garantir rendimento em jogos de alto nível, como um clássico regional diante de um adversário com jogadores de Série A.
– Essa é uma oportunidade que foi muito cobrada, e ela vem sendo dada. Mais do que ter a oportunidade, é conseguir corresponder dentro de um Re-Pa, de um clássico, contra uma equipe com jogadores de Série A. Eu faço parte dessa transição, com muitos garotos que trabalham comigo há muito tempo, e o nível de satisfação é enorme.
Ignácio Neto, auxiliar do Paysandu
Jorge Luís Totti/Paysandu
O coordenador reforçou que o projeto de base do Paysandu nunca foi tratado como solução imediata, mas como um caminho de médio prazo, com metodologia e integração ao futebol profissional.
– Sempre falei que a base do Pará não seria uma solução imediata, mas uma solução de médio prazo. É isso que estamos fazendo no Paysandu: uma integração muito séria, com um trabalho metodológico. Esses meninos foram colocados dentro do contexto profissional, com mais atenção à alimentação, suplementação e acompanhamento diário. Isso é só o início de um processo.
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Ignácio também destacou o trabalho em conjunto com a comissão técnica do profissional, especialmente após a chegada do treinador Júnior Rocha, ressaltando o cuidado com os atletas dentro das quatro dimensões do jogo.
– Cheguei ao Paysandu em agosto [de 2025] e, graças a Deus, hoje estou ajudando o professor Júnior Rocha, com quem tenho a honra de trabalhar. É um trabalho minucioso, feito com calma, mas também transferindo responsabilidade, porque eles sabem o peso que é vestir a camisa do Paysandu.
Por fim, o coordenador comentou as críticas sofridas antes do clássico e avaliou o desempenho como uma resposta positiva ao torcedor, sem deixar de reconhecer que o processo ainda está em evolução.
– Para quem criticava, achando que a molecada da base sofreria uma goleada, a resposta veio. Com humildade e pés no chão, sabemos que ainda há muito a evoluir, mas foi uma resposta positiva, que trouxe alegria ao torcedor e esperança para o futuro. Contem comigo, com toda a comissão técnica e o staff. Hoje saio feliz, mas consciente de que ainda temos muito a evoluir. geRead More