Athletico-PR x Coritiba: dicas, palpites e chances no Brasileirão
Athletico-PR X Coritiba: informações e palpite para o jogo
Pela Série A por pontos corridos com 20 equipes, desde 2006, o Coritiba ainda não conseguiu como visitante derrotar o Athletico-PR: em 11 confrontos com este mando, o Athletico venceu sete e houve quatro empates.
Já pela Série B do ano passado, o Coritiba venceu por 1 a 0, mesmo resultado do Paranaense deste ano, o que enche sua torcida de esperança para apagar essa escrita. Desde 2016, contando todas as competições, foram 18 jogos com mando do Athletico, que venceu nove, com seis vitórias do Coritiba e três empates. Pela Série A é que a escrita se mantém.
O Athletico-PR disputou um jogo a menos nesta edição (2 V, 2 E, 2 D, 44%), e o Coritiba já fez suas sete partidas (4 V, 1 E, 2 D, 62%) e não sofreu gol em três delas. O Athletico só não levou gol em uma.
Gato Mestre
É esperado um embate especial na disputa da área defensiva do Coritiba. No agregado dos mandos, o Athletico-PR é a segunda equipe com maior influência de finalizações de dentro da área adversária entre o total de arremates, com 64,6% das conclusões sendo feitas de perto, de onde é menos difícil fazer um gol.
Só que o Coritiba é a segunda equipe que proporcionalmente menos permite finalizações de adversários de dentro da área (47%). Mas essa marca engana no caso do Coritiba porque o time sofre muita finalizações e é a quinta que mais sofreu finalizações de dentro da área (52).
Quando mandante, o Athletico-PR ficou com 44% dos pontos (1 V, 1 E, 1 D), 12º desempenho caseiro. Está com o terceiro pior ataque (três gols, média 1,00) e a sétima defesa (três gols sofridos, 1,00). Sofreu gol em todas as partidas e não fez gol em uma.
A esperança da torcida do Coritiba está em alta porque a equipe está com o segundo melhor desempenho forasteiro neste início de Brasileirão (3 V, 1 E, 0 D, 83%), com o melhor ataque visitante (oito gols, média 2,00) e a quarta melhor defesa (quatro gols sofridos, 1,00). Não sofreu gol em duas dessas quatro partidas e fez gol em todos.
A defesa do Coritiba precisará de cuidados com pênaltis porque já foram marcados três para o Athletico, maior marca do campeonato, com um jogo a menos disputado devido a um adiamento. Já foi marcado um contra o Coritiba.
Já a defesa do Athletico-PR terá de redobrar os cuidados com os contra-ataques. A equipe já é bem arrumada para neutralizar essa jogada, só sofreu seis finalizações assim (média 1,00) e não levou gol. Ainda assim, o Coritiba é perigoso porque neste Brasileirão fez 14 finalizações, terceira maior marca, e marcou dois gols, terceira maior marca, também, e ambos os gols como visitante, como nesta rodada. Ainda é a quarta equipe que mais carregou adversários com cartões (seis) por matarem contra-ataques com faltas.
Entre os mandantes, o Athletico-PR está com a quarta pior eficiência ofensiva, um gol a cada 13,3 tentativas, com um gol por jogo (a 11ª média de finalizações, 13,3).
O Coritiba tem média de um gol sofrido por partida fora de casa, a quarta maior resistência forasteira, com um gol sofrido a cada 16,5, fundamental para a equipe, a quarta visitante que mais permite finalizações de adversários (16,5).
No ataque, o Coritiba tem média de um gol a cada 5,4 tentativas, terceira maior eficiência ofensiva forasteira, com média de 10,8 finalizações por partida.
O Athletico é o quarto mandante que menos permite finalizações rivais (8,7), mas com um gol sofrido por partida, tem apenas a 12ª resistência defensiva (um gol sofrido a cada 8,7 conclusões contrárias).
Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Agnes Rigas, Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, MIllena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo. geRead More


