Com eliminação na Copa do Brasil, ano da Desportiva Ferroviária acaba em março
Confira a entrevista exclusiva com Carlinhos Farias, presidente da Desportiva
A Desportiva Ferroviária perdeu para o Sport nesta quinta-feira, pela Copa do Brasil 2026, no estádio Kleber Andrade, em Cariacica. A eliminação marcou o fim da temporada grená, já que foi eliminada do Campeonato Capixaba nas quartas de final, abdicou de jogar a Copa Espírito Santo deste ano e não tem mais calendário de competições em 2026.
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A Locomotiva Grená empatou com o Sport, em 0 a 0, no tempo normal, mas saiu derrotada, nos pênaltis, por 4 a 3, no jogo da segunda fase da competição. Apesar da queda, a Desportiva acumulou R$ 1,23 milhão em premiações. Foram R$ 400 mil pela participação na primeira fase e R$ 830 mil na segunda, o que não mudou o planejamento do time capixaba de encerrar suas atividades esportivas da temporada.
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Ricardo Medeiros/A Gazeta
Segundo o presidente da Desportiva Ferroviária, Carlos Farias, a opção de não disputar a Copa Espírito Santo veio pelo momento de dificuldade financeira que o clube está passando em 2026, incluindo o atraso do pagamento de salários para os jogadores.
– O pessoal fala que a Desportiva tem que participar de qualquer jeito, e não é assim. A Desportiva tem um nome, tem uma história, ela tem que participar e bem, e nós não sentimos condições de disputar este campeonato. Nós fizemos o Capixaba com toda a dificuldade, mas precisávamos fazer por respeito à nossa história e ao nosso torcedor. Então é preparar o clube para o futebol, para o futuro – disse Carlos à TV Gazeta.
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Temporada conturbada
Além das quatro linhas, o ano da Desportiva foi complexo como um todo. Nos bastidores, a temporada começou com o anúncio de que a Vitória Cup assumiria o planejamento da SAF do clube, mas que não vingou. Pelo contrário, em entrevista para o ge.globo, o presidente Carlos confirmou que a antiga empresa, a Tiva Investimentos, seguiria à frente do projeto.
Com a justiça desportiva também houve entreves. O principal caso foi o julgamento que multou e puniu a Desportiva com a perda de mando de campo após uma tentativa de invasão de torcedores ao vestiário do Vilavelhense, pela terceira rodada do Campeonato Capixaba. O clube chegou a conseguir um efeito suspensivo que diminiu o número de jogos sem torcida no Engenheiro Araripe, mas que não apagou a delicadeza do processo.
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