Lívia, da Liga São João, descreve inspiração e referência na família para gerar suporte na carreira
Lívia, da Liga São João, revela inspirações e detalha força da família para seguir
Lívia, atacante da Liga São João, vai ser uma das peças que a equipe vai usar no Campeonato Brasileiro Feminino Série A2. Assim como no ano passado, o time tem parceria e vai sediar jogos na cidade de Piripiri. O poder ofensivo da jogadora é uma das suas armas para a disputa da competição nacional. Resultado disso foi o último Campeonato Piauiense do ano passado, onde Lívia foi artilheira durante a competição: foram oito jogos e 11 gols marcados.
Lívia, atacante da Liga São João
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— Poder voltar a jogar recente de atacante. Eu esperava que ia ajudar de outra forma, mas eu não esperava ser artilheira do campeonato e marcar gols importantes — comentou Lívia, atacante da Liga São João.
Lívia, atacante da Liga São João
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O segredo do sucesso está na inspiração de Lívia em seu maior pilar, a sua mãe, Dona Luciane. Foi ela que virou a primeira referência da jogadora dentro do futebol. A mãe da atleta chegou a jogar futebol grávida. Lívia ainda ressaltou que precisou ser forte em momento de luto após ter perdido seu avô.
— Ela foi minha maior inspiração. Eu ali com cinco, seis anos via ela jogando bola. Jogou até grávida. Levo essa força comigo no meu coração. Eu estou aqui por elas. Me emociona muito porque eles são minha base. E falar também que eu perdi meu avô enquanto jogava futebol. Não é fácil porque a gente tem que conviver com a dor. A gente escolheu jogar. Não falo só de mim, mas de todas as meninas que deixaram as famílias em casa. Como eu falo, elas são minha força. O que precisarem, eu vou estar aqui. Se me ligarem, eu vou dar um jeito de ir para lá — reiterou a atleta.
Luciene, mãe de Lívia, atacante da Liga São João
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A distância de sua comunidade, Arapucu, localizada no município de Óbidos, no estado do Pará, também aperta. Ao todo, são 1.548 km que separam a cidade paraense de Piripiri. A força de elevar o nome do seu município também impulsiona a atleta.
— Essa comunidade significa tudo para mim. Foi onde nasci, cresci e onde eu comecei a jogar futebol, com minha família, minha mãe, minhas irmãs. Todos os dias eu luto para levar longe o nome da minha comunidade, minha família e de onde eu saí — finalizou.
Lívia, atacante da Liga São João
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A estreia da Liga São João vai ser no dia 22 de março, às 16h, na Arena Ytacoatiara, em Piripiri. A equipe é uma das 32 equipes que vão participar do Brasileiro Feminino Série A3. A equipe está no Grupo A6 ao lado de Paraíso, Remo e Sampaio Corrêa.
Liga São João x Paraíso
Data: 22 de janeiro;
Horário: 16h;
Local: Arena Ytacoatiara, em Piripiri.
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Disposição dos grupos
Grupo A1
Galvez
Itapuense
Penarol-AM
Rolim de Moura
Grupo A2
Cresspom
Pantanal
Planalto-GO
Várzea Grande
Grupo A3
Araguari
Heips
Realidade Jovem
São José-SP
Grupo A4
Brasil de Farroupilha
Coritiba
Criciúma
Mauaense
Grupo A5
Portuguesa-AP
São Raimundo-RR
Tiradentes-PA
Ypiranga-AP
Grupo A6
Liga São João
Paraíso
Remo
Sampaio Corrêa
Grupo A7
Ipojuca
Mixto-PB
R4
União-RN
Grupo A8
Atlético-BA
Guarani de Paripuera
Juventude-SE
Prosperidade
Formato de disputa da competição
As 32 equipes serão divididas em oito grupos de quatro times que se enfrentam dentro das chaves em dois turnos, e os dois melhores de cada grupo avançam ao mata-mata. Em caso de igualdade na pontuação, são critérios de desempate: 1) mais vitórias; 2) melhor saldo de gols; 3) mais gols pró; 4) menos cartões vermelhos; 5) menos cartões amarelos; 6) sorteio.
O mata-mata da competição vai contar com oitavas, quartas, semifinais e finais com jogos de ida e volta. Em caso de igualdade na pontuação, avança a equipe com melhor saldo de gols no confronto e, persistindo o empate, uma disputa de pênaltis decide o vencedor do duelo.
Os mandos dos jogos de volta da semifinal e da final são das equipes com melhor campanha na soma das fases anteriores. Os quatro times classificados para as semifinais sobem para a Série A2 do Brasileirão Feminino.
Atual campeão
O Atlético-PI venceu o Vila Nova, por 4 a 0, no estádio Albertão, em Teresina, pela partida de volta da final e faturou o título da Série A3 do Campeonato Brasileiro Feminino 2025. Nenê, três vezes, e Lorena marcaram os gols da conquista do CAP. Com o título, o Atlético-PI foi a primeira equipe do Piauí a conquistar uma competição nacional na história.
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