Onda Retrô: veja como seria se o Central utilizasse uniformes históricos em 2026
O Central ainda não divulgou os uniformes de 2026, mas a inteligência artificial já entrou em campo para mexer com a memória do torcedor do centralino. Em uma brincadeira inspirada na tendência de resgatar uniformes antigos, jogadores do elenco atual da Patativa apareceram em montagens com camisas históricas do clube, usadas em diferentes fases da trajetória alvinegra.
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Inspirado nos clubes da La Liga que utilizarão camisas históricas na rodada especial que será disputada entre 10 e 13 de abril, o ge utilizou a IA para imaginar como seria vestir novamente os mantos que marcaram época no alvinegro. Das campanhas dos anos 1980 ao centenário do clube em 2019, as montagens resgatam temporadas que ficaram marcadas por feitos importantes, participações em competições nacionais e capítulos simbólicos para a torcida no Lacerdão.
Ao todo, foram escolhidos 10 jogadores do elenco atual para vestir modelos de anos diferentes da história centralina: Hítalo Rogério, Lazarini, Augusto Potiguar, Diego Aragão, Luiz Paulo, Kauê, Caíque, Tomás, Caio Vinícius e Pingo aparecem com camisas que remetem a temporadas marcantes da Patativa.
Abaixo, veja foto e o contexto de cada uniforme:
Hítalo Rogério, modelo de 1986
Jogador Hítalo Rogério veste uniforme de 1986 com ajuda de IA
Gemini
A camisa de 1986 remete a um dos anos mais simbólicos da história do Central. Naquela temporada, a Patativa conquistou o Torneio Paralelo, ganhando o título da Série B do brasileiro. Terminou o Pernambucano em terceiro lugar e ainda protagonizou uma noite histórica diante do Flamengo, vencendo por 2 a 1 no jogo que registrou o maior público da história do Lacerdão.
Em 1986, Central vence o Flamengo por 2 a 1 pelo Campeonato Brasileiro
Lazarini, modelo de 2018
Melhores momentos de Central e Náutico no primeiro jogo da final do Pernambucano 2018
O uniforme de 2018 leva direto para uma das campanhas mais marcantes do clube neste século. Naquele ano, o Central chegou à final do Campeonato Pernambucano pela primeira vez e terminou com o vice-campeonato, depois de eliminar o Sport na semifinal e mobilizar o torcedor alvinegro em uma campanha que recolocou o clube em evidência no Estado. Na decisão, a Patativa foi superada pelo Náutico.
Jogador Lazarini veste uniforme de 2018 com ajuda de IA
Reprodução Gemini
Augusto Potiguar, modelo de 2009
A camisa de 2009 faz lembrar uma temporada especial em competições nacionais. O Central disputou a Série D e, na Copa do Brasil, eliminou o Ceará na primeira fase após empate por 1 a 1 no Castelão, com gol histórico de Buiú, garantindo classificação que acabou se tornando uma das lembranças mais fortes da torcida naquele período.
Jogador Augusto Potiguar veste uniforme de 1986 com ajuda de IA
Reprodução Gemini
Diego Aragão, modelo de 2014
O modelo de 2014 remete a um momento de reformulação no elenco da Patativa. Para aquela temporada, o Central apresentou 26 jogadores para a disputa do Campeonato Pernambucano, com presença forte de atletas formados na base, em uma tentativa de reorganizar o grupo e buscar um time competitivo no Estadual.
Jogador Diego Aragão veste uniforme de 2014 com ajuda de IA
Reprodução Gemini
Luiz Paulo, modelo de 2019
A camisa de 2019 marca o centenário do clube e carrega o embalo deixado pela campanha histórica do ano anterior. Depois do vice estadual em 2018, o Central projetou uma temporada com Pernambucano, Série D e Copa do Brasil, apostando na manutenção de parte da base, em atletas emprestados retornando ao clube e em reforços para sustentar o nível de competitividade.
Jogador Luiz Paulo veste uniforme de 2019 com ajuda de IA
Reprodução Gemini
Kauê, modelo de 1999
Jogador Kauê veste uniforme de 1999 com ajuda de IA
Reprodução Gemini
O uniforme de 1999 representa reconstrução. Depois do rebaixamento em 1998, o Central reagiu com o título da Série A2 do Campeonato Pernambucano no ano seguinte, assegurando o retorno à elite estadual e iniciando uma retomada importante para o clube.
Caíque, modelo de 1982
Jogador Caíque veste uniforme de 1982 com ajuda de IA
Reprodução Gemini
A camisa de 1982 resgata um período em que o Central seguia se sustentando como uma das forças tradicionais do interior no Campeonato Pernambucano. Embora sem final ou título naquele ano, a Patativa manteve presença competitiva no Estadual, em uma década em que encarava de frente os clubes da capital e reforçava sua identidade no futebol pernambucano.
Tomás, modelo de 2002
Jogador Tomás veste uniforme de 2002 com ajuda de IA
Reprodução Gemini
O modelo de 2002 lembra uma fase de estabilidade do Central no cenário local. Naquele período, o clube vinha de conquistas recentes como a Copa Pernambuco de 2001 e buscava manter protagonismo no futebol pernambucano, sustentando o nome da Patativa entre os times tradicionais do Estado.
Caio Vinícius, modelo de 1981
A camisa de 1981 remete a outra temporada em que o Central se manteve como representante forte do interior no Pernambucano. É um uniforme que conversa com a tradição alvinegra de competir de igual para igual dentro do Estadual e preservar o peso da camisa mesmo em tempos de domínio dos clubes da capital.
Jogador Caio Vinícius veste uniforme de 1981 com ajuda de IA
Reprodução Gemini
Pingo, modelo de 1997
O uniforme de 1997 faz lembrar a última participação do Central na Série B do Campeonato Brasileiro. A Patativa ainda frequentava o cenário nacional com mais regularidade e carregava a marca de um clube acostumado a disputar divisões importantes do futebol brasileiro, algo que ajuda a explicar o valor simbólico dessa camisa para o torcedor.
Jogador Pingo veste uniforme de 1997 com ajuda de IA
Reprodução do Gemini geRead More


