Saldo do Gauchão: Inter sai com lições, e Pezzolano mira ajustes para reagir no Brasileirão
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Vice do Gauchão e com sentimento de injustiça, o Inter deixa o estadual para buscar uma arrancada no Brasileirão e evitar repetir os sustos de 2025. A equipe de Paulo Pezzolano já mostra identidade e volume, mas peca nas finalizações e cede espaços generosos que facilitam a vida dos adversários.
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O Colorado precisa mostrar evolução já nesta quarta-feira, quando volta a campo contra o Atlético-MG, na Arena MVR. O objetivo é conquistar a primeira vitória no nacional e começar a se afastar da zona de rebaixamento. O time é o 18º colocado, com dois pontos. Quem aparece logo acima é justamente o Galo, pelo saldo de gols (-2 a -3).
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Paulo Pezzolano volta a concentrar forças no Brasileirão
Ricardo Duarte/Divulgação, Internacional
O que funcionou
O Inter tem como trunfo o padrão de jogo já assimilado. Em relação ao próximo adversário, por exemplo, o trabalho de Eduardo Domínguez no Galo ainda engatinha, com apenas duas partidas, enquanto Pezzolano implementou a ideia que deseja: posse de bola, mobilidade e criação constante de chances.
O técnico aproveitou o estadual para conhecer o grupo. Promoveu avaliações e observou com quem poderia contar. Inclusive, com aproveitamento dos jovens. Allex, improvisado como lateral-esquerdo na final, se firmou entre as alternativas do grupo principal.
Ouça o áudio do VAR sobre o pênalti em Alan Patrick no Gre-Nal 451
Em busca da evolução
Entretanto, há aspectos que preocupam. É preciso converter as oportunidades que aparecem. Borré iniciou bem a temporada. Segue como o artilheiro do time com seis gols, mas passou em branco na decisão. A responsabilidade não recai apenas sobre o camisa 19.
Carbonero perdeu chance clara diante de Weverton na decisão quando a partida estava 0 a 0. Alerrandro, que busca convencer Pezzolano a ganhar mais tempo, só fez um gol até o momento.
O principal problema, porém, está no sistema defensivo. Frágil em 2025, permanece vulnerável. A venda de Vitão ainda é uma lacuna a preencher. Félix Torres busca afirmação na zaga. Victor Gabriel e Juninho não entregam a segurança desejada. Nem mesmo Mercado repete o desempenho de temporadas recentes.
Ronaldo teve boas atuações, mas oscilou. Villagra, contratado para assumir o setor, ficou fora das três últimas partidas. Paulinho é solidário e incansável, mas não consegue fechar todos os espaços sozinho.
O desempenho diante de equipes da Série A liga o alerta. Em sete jogos, apenas uma vitória e 12 gols sofridos. O time vazou em todos estes compromissos. Cenário que aumenta a preocupação para o duelo desta quarta-feira, mas que pode marcar o início de uma reação.
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