Adriano Souza refuta comparação com Fernando Diniz e prega estilo de jogo autoral no Treze
Treze e Serra Branca empatam em 1 a 1 no Amigão
Líder do Grupo A9 da Série D do Campeonato Brasileiro, com sete pontos, o Treze vem surpreendendo nesta primeira metade da competição. Após nem avançar de fase no Campeonato Paraibano 2026, o Galo agora sob o comando de Adriano Souza vem impressionando, sobretudo pelo estilo de jogo ofensivo. Comparado ao treinador Fernando Diniz, hoje no Corinthians, Adriano elogiou o trabalho do colega de profissão, mas destacou que seu estilo é autoral.
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Na última rodada da Série D, no empate em 1 a 1 contra o Serra Branca, Adriano Souza chamou atenção pelas substituições ousadas. Jogando com um atleta a mais, após a expulsão do zagueiro João Marcus, o treinador lançou o time ao ataque e terminou a partida apenas com com John Lessa como zagueiro de formação. A virada não veio, mas ele reforçou que não poderia perder a oportunidade de tentar vencer o jogo.
Adriano Souza; Treze
Daniel Vieira/Treze
— O Diniz é uma referência para mim em muitas coisas, mas eu gosto de dizer que minha forma de jogar é assim um pouquinho autoral, não uma cópia de ninguém. Naquele momento eu queria vencer o jogo. Meu objetivo é sempre vencer o jogo, então, naquele momento com um jogador a mais, eu não consigo pensar mais em não tomar o gol do que em fazer. Meu objetivo era fazer o gol, vencer o jogo, mas infelizmente não funcionou — celebrou.
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Com 11 gols marcados em quatro partidas, o Treze tem o melhor ataque da Série D, com uma média 2,75 por partida. Ao definir o estilo de jogo do Galo da Borborema, Adriano Souza destacou que é uma mistura de caos com ordem, ou “caordem”, como ele definiu.
Treze x Serra Branca, no Estádio Amigão, em Campina Grande
Daniel Vieira/Treze
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— Eu gosto de dizer que é um futebol interacionista. Não deixa de ser um jogo de posição, mas é um jogo de posição que privilegia espaços de habilidade, não espaços de força. Então, a gente joga em pequenos espaços, mas a gente preza por uma superioridade numérica e posicional nos setores. Então, essa aglomeração de jogadores perto da bola é um ponto base do nosso jogo e o conceito de mobilidade, com os jogadores tendo liberdade para trocar de posição e preencher os espaços de uma forma livre, mas com inteligência. Eu gosto de dizer que eles têm liberdade para agir, mas não podem agir livremente, porque precisam seguir os conceitos e organização Eu, recentemente, achei uma denominação que é o futebol “caordem”, que mistura caos, mas com ordem — concluiu.
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O Galo agora se prepara para mais um desafio pela 4ª divisão. No domingo (3), o Alvinegro vai encarar o Decisão, às 16h, no estádio José Dionísio do Carmo, em Goiana-PE.
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