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“Contundência”: o mantra de Zubeldía que explica a oscilação do Fluminense

“Contundência”: o mantra de Zubeldía que explica a oscilação do Fluminense

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O Fluminense começou a temporada como um dos times que se colocam como candidatos a títulos, mas em alguns momentos, especialmente sob maior pressão, o desempenho não se converteu em vitória. Uma palavra que Zubeldía usa regularmente nas entrevistas coletivas explica essa dificuldade: “contundência”.
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No dicionário, o significado da palavra é “característica, estado ou particularidade do que é contundente”. Simplificando, trata-se da capacidade de machucar o adversário sempre que surge a oportunidade.
Esse é o termo que o argentino utiliza para explicar a incapacidade do time de transformar as chances criadas em gols, algo que vem limitando o teto da equipe. O Flu é um dos times que mais precisa finalizar para balançar as redes.
— Contundência é sempre importante. Tenho a sensação de que tivemos a oportunidade para matar e isso deixa uma sensação amarga quando se empata — destacou o treinador após o empate contra o Bahia, um dos jogos em que o time desperdiçou muitas chances e deixou pontos pelo caminho.
Esse roteiro se repetiu em quase todos os tropeços recentes do Fluminense na temporada. Um dado que, ao mesmo tempo, empolga pela capacidade de criação, mas gera desconfiança em relação ao longo prazo.
Zubeldía pensativo no banco de reservas do Fluminense contra o Deportivo La Guaira
MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C.
Considerando apenas os jogos do Brasileirão, foram quatro tropeços: as derrotas para Vasco e Palmeiras e os empates com Coritiba e Bahia. Foram cinco gols marcados nesses jogos em 22 finalizações na direção do gol. Ou seja, é preciso acertar o alvo, em média, mais de quatro vezes para marcar.
Mas esse é um roteiro que não se escreveu apenas nos tropeços. Mesmo quando venceu o Athletico-PR e o Grêmio, por exemplo, o time teve oportunidades de fazer gols e selar o resultado, falhou e passou sufoco no final.
A ineficiência se explica por uma combinação de fatores. O primeiro é a qualidade da finalização. O Fluminense atualmente arrisca mais chutes de fora da área, o que aumenta o volume de tentativas, mas não necessariamente gera chances reais de gol.
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Praticamente metade dos chutes do time neste Brasileirão foram de fora da área (89 de dentro e 64 de fora), e apenas um gol foi marcado dessa forma, o do volante Hércules contra o Vasco. A execução dos atacantes, sejam os centroavantes John Kennedy e Castillo, sejam os pontas Canobbio, Serna, Savarino e Soteldo, também é determinante.
Por fim, é preciso reconhecer o mérito do adversário em algumas ocasiões. Como foi o caso contra o Deportivo La Guaira, na Libertadores, em que o goleiro fez pelo menos três grandes defesas. A eficiência tricolor será testada ao máximo neste sábado.
A equipe de Zubeldía terá pela frente o desafio de enfrentar o Flamengo pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 18h30, no Maracanã. Além de ser um jogo de grande pressão, é um confronto direto para o time atestar sua capacidade de brigar pelo título. Se quiser seguir na disputa, é fundamental ser contundente e vencer.
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