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Segue o BAba debate frustrações e consequências para Bahia e Vitória

Segue o BAba debate frustrações e consequências para Bahia e Vitória

Segue o BAba debate pressão no Bahia: “Trabalho bateu no teto”
Bahia e Vitória tiveram uma semana de frustrações no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil. O Tricolor perdeu para o Remo e ficou no empate com o Santos, ambos em casa. Já o Rubro-Negro foi superado por Flamengo e Athletico em compromissos como visitante. As frustrações dos clubes baianos foram assuntos do Segue o BAba nesta segunda-feira.
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A edição 264 do Segue o BAba debateu a atuação contra o Santos e as feridas abertas no Bahia. O Tricolor arrancou um empate após sair para o intervalo perdendo por 2 a 0 e sob vaias da torcida, mas ainda não “estancou a sangria”, como queria o técnico Rogério Ceni.
– Willian José disse que o Bahia conquistou um ponto valioso pelo que fez no primeiro tempo. Esse tipo de postura ajuda a explicar o que acontece com o Bahia, que se contenta com pouco. Falta indignação a esse time. O Bahia deixou dois pontos no caminho. Quase perdeu para um Santos que não ganhou de ninguém fora de casa e também está em crise – opina Ruan Melo.
Programa analisou a pressão sobre o trabalho de Rogério Ceni e projetou próximo jogo contra o São Paulo.
– É claro que a frustração do torcedor não é de agora e nem da derrota para o Remo, tampouco da eliminação para o O’Higgins na Libertadores. É do histórico de cair em momentos decisivos. Não causa incômodo aos jogadores o seu torcedor já tratar como certa uma eliminação na Copa do Brasil para o Remo? O Remo disputou 14 jogos contra times da Série A em 2026 e só venceu o Bahia. E duas vezes. O torcedor acha que o Bahia não tem capacidade de vencer o penúltimo colocado do Brasileiro por dois gols de diferença – completa Ruan Melo.
E o Vitória
Renê e Zé Vitor: Segue o BAba debate o que deu certo no Vitória contra o Athletico
A edição 263 do Segue o BAba analisou o que deu errado para o Vitória, que ficou na bronca com a arbitragem nas duas últimas partidas. Mas o jogo não foi só de frustrações para o Leão, que viu Renê e Zé Vitor crescerem de produção.
– Em uma situação de dois contra um, Renê consegue prender a bola e fazer coisa que Kayzer não consegue. Principalmente para jogos fora de casa, talvez o Renê seja solução até melhor que o Kayzer. Sobre o Zé Vitor, Jair Ventura vai precisar encontrar um lugar para ele quando o Baralhas voltar. Ele tem controlado a posse, faz o time sair da zona de pressão e faz bons lançamentos – opina Tiago Lemos.
Podcast ainda debate time para última rodada da primeira fase da Copa do Nordeste.
– Os reservas não deram garantias, em nenhum momento esse ano, que podem conseguir a classificação. O cartel é ruim e não vale a pena correr o risco. Iria com os titulares para garantir a classificação em primeiro lugar – comenta Rafael Teles.
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