STJD reforma decisão e condena Pedrinho, presidente do Vasco, a 15 dias de suspensão
Dirigente do Vasco critica atuação da arbitragem em jogo contra o Cruzeiro: “Inaceitável”
O presidente do Vasco, Pedrinho, foi condenado a 15 dias de suspensão no Pleno no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pela confusão no empate por 3 a 3 com o Cruzeiro, no Mineirão, no dia 15 de março, pelo Campeonato Brasileiro. A decisão reforma a absolvição da comissão disciplinar em primeira instância.
Na quinta-feira passada, Pedrinho foi apenas advertido pelas reclamações à arbitragem de Lucas Paulo Torezin, do Paraná. Por isso, o STJD apresentou um recurso. A Procuradoria considera que as reclamações do presidente “ultrapassaram limites”, apontando que as acusações de “prejuízos reiterados” atribuiria “postura tendenciosa” do árbitro.
O relator do caso disse que a absolvição seria “desserviço à Justiça desportiva”. Ele votou pela condenação no artigo 258 com punição de 15 dias de suspensão. Os demais auditores acompanharam o voto.
No tempo de defesa, o advogado Vasco questionou o período exíguo para a defesa, pois recebeu o recurso na sexta-feira depois de 22h e os três dias previstos para apresentar as contrarrazões – a partir de segunda-feira – só encerrariam na própria data do julgamento desta quarta-feira. A defesa também levou aos autos do processo depoimento do árbitro na delegacia em Belo Horizonte, em que ele dizia não se sentir ofendido pelo presidente vascaíno.
Pedrinho, presidente do Vasco, detona Textor e BAP
Ronald Lincoln
Pedrinho havia sido denunciado no artigo 258 do CBJD (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética) pela “conduta que desrespeita o árbitro”. O entendimento da comissão disciplinar no primeiro julgamento foi de que não houve desrespeito pessoal por parte de Pedrinho, algo revisto nesta quarta-feira.
A Procuradoria do STJD definiu o caso como “conduta extremamente reprovável”. Além do presidente, o volante Barros, expulso na partida, foi punido por um jogo. Felipe Loureiro, diretor, e Clauber Rocha, gerente de futebol, também foram julgados por reclamações à arbitragem e invadir o campo em Santos 2 x 1 Vasco, no dia 26 de fevereiro. Ambos foram advertidos, sem suspensão.
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