Zagueiro do Mirassol explica por que vitória por 1 a 0 “foi melhor que 3 a 0” para retomar a confiança
Mirassol 1 x 0 Lanús | Melhores Momentos | Conmebol Libertadores
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A vitória por 1 a 0 sobre o Lanús, na estreia da Libertadores, quebrou várias marcas negativas para o Mirassol: além de voltar a vencer após mais de dois meses, o Leão não sofreu gols após uma série que durava 12 jogos.
Um dos responsáveis por este feito foi o zagueiro Lucas Oliveira, que fez sua segunda partida seguida como titular. Ele substituiu Willian Machado, que foi sacado pelo técnico Rafael Guanaes.
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Na entrevista, na véspera do jogo contra o Bahia pela 11ª rodada do Brasileirão, o zagueiro de 30 anos classificou o triunfo sobre o Lanús como um “divisor de águas”. Ele também avaliou que o placar de 1 a 0 foi melhor do que “um 2 a 0 ou 3 a 0”, valorizando luta para garantir os três pontos e a retomada da confiança.
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Lucas Oliveira, zagueiro do Mirassol
JP Pinheiro/Agência Mirassol
O defensor, que já teve passagens por Atlético-GO e Cruzeiro, estava no Vasco na temporada, e chegou ao time amarelo e verde no começo deste ano.
— Acho que não só a vitória, né, mas desde antes o jogo já mexeu bastante. Pela nossa situação, a gente pôs como um divisor de águas. Tinha que mudar alguma coisa, mudar a atitude, porque trabalho a gente vem fazendo muito bem feito. Então só tínhamos que mudar algumas atitudes que conseguimos consertar dentro dos jogos.
— Foi um jogo muito difícil. Não só o jogo em si, mas também pela situação que a gente estava já há um tempo. Acho que a vitória do jeito que foi, com o placar de 1 a 0, foi melhor do que seria 2 a 0 ou 3 a 0. Acho que esse 1 a 0 ali no finalzinho, eles mais com a bola e tal. Então, acho que foi melhor pra gente. A gente precisava de uma vitória assim, defendendo bem, atacando bem, todo mundo se ajudando. Acho que isso aí foi muito bom pra gente e creio que foi nossa virada de chave.
Lucas Oliveira, zagueiro do Mirassol
Joisel Amaral/AGIF
Ao falar sobre a nova dinâmica defensiva e a solidez mostrada no Maião, Lucas Oliveira destacou que o principal ponto está na comunicação entre todos os setores do time e reforçou que a marcação começa ainda no ataque.
— Acho que todo mundo já sabe que a defesa começa desde o primeiro homem do ataque. E, cara, do jeito que foi, volto a repetir, foi bom, porque a gente viu ali todo mundo se doando pra defender e também para atacar.
— A comunicação ali, quando tá bem ativa, desde o Walter até o primeiro homem ali de frente, quando tá bem ativa, ajuda bastante o time. A gente consegue, como eu disse, cancelar ataques dos caras só com a fala. Então, a comunicação dentro do jogo é muito importante e acho que a gente vem melhorando isso a cada dia nos treinos e nos jogos.
Lucas chegou à quarta partida como atleta do Mirassol, sendo a terceira como titular e a segunda formando dupla de zaga com João Victor. Nas duas atuações, a parceria mostrou segurança, sinergia e bom nível de entrosamento.
Para o defensor, a explicação passa pela relação construída fora de campo e também pelo trabalho realizado por Rafael Guanaes, que testa diferentes combinações de zagueiros nos treinamentos.
— Muito boa. O João Vitor é um cara muito tranquilo. Na TV, nas imagens, parece ser um cara muito sério, mas ele é muita resenha. É um cara que abraça todo mundo, abraça todo mundo que chegou. Eu falo por mim, pelo pessoal da defesa, eu, o Machado, o Rodrigues, nós quatro ali. A gente tá sempre na resenha, conversando no dia a dia. Acho que isso aí ajuda bastante. Eles ajudam a gente demais dentro do campo, cara. A gente comunica, comunica demais.
Mirassol x Novorizontino, Robson e Lucas Oliveira
Juan Rodrigues/Novorizontino
Sem muito tempo para celebrar a vitória histórica na Libertadores, o Mirassol já volta as atenções para o Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o time recebe o Bahia, pela 11ª rodada, em confronto importante para tentar se afastar da zona de rebaixamento.
Lucas fez questão de elogiar o adversário, reconheceu o nível de dificuldade da partida, mas entende que a equipe pode repetir a postura mostrada diante do Lanús para buscar os três pontos.
— Agora é manter a mesma pegada que a gente teve no jogo do Lanús. Contra o Bahia vai ser um jogo bem difícil, a gente sabe que a equipe do Bahia é uma equipe que está há bastante tempo juntas e acho que a gente tem que ter a cabeça fria e tem que entrar com o coração pegando fogo, como foi contra o Lanús, mas acho que com o trabalho que vem sendo feito a gente pode fazer um bom jogo e conseguir os três pontos. geRead More


