RÁDIO BPA

TV BPA

Zubeldía evita falar de negociações entre Fluminense e Hulk: “Desconheço o tema”

Zubeldía evita falar de negociações entre Fluminense e Hulk: “Desconheço o tema”

O Fluminense venceu a Chapecoense por 2 a 1, neste domingo, pela 13ª rodada do Brasileirão. Mas um dos principais assuntos da noite aconteceu longe do Maracanã, em Belo Horizonte: Hulk, atacante do Atlético-MG, foi retirado de relação de última de hora por ter retomado negociações com o Fluminense. Questionado, o técnico Luis Zubeldía evitou falar sobre o tema.
— Não sei do que estamos falando. Acabamos de terminar a partida. Estou me inteirando desta situação por sua boca, desconheço o tema. Então prefiro não dizer nada.
Na opinião do treinador, a partida no Maracanã foi de domínio “quase absoluto” do Fluminense, ainda que o clube não tenha conseguido golear a Chapecoense. Zubeldía também explicou a opção de sacar Serna no intervalo; o colombiano deu lugar a Soteldo.
+ Fluminense volta a negociar com Hulk, do Atlético-MG
Luis Zubeldía em Fluminense x Chapecoense, no Brasileirão 2026
Lucas Merçon/FFC
+ Com gols no segundo tempo, Fluminense bate a Chapecoense e vence a segunda seguida
— Ganhamos bem, do início ao fim. Tivemos um domínio quase absoluto. Depois, (o jogo) se complicou por coisas que são do futebol. Às vezes, você tem possibilidades, estatísticas e recursos para liquidar um jogo e não consegue, o rival fica a um gol de empatar e te complicar. Foi o que aconteceu. Repito que tivemos um domínio absoluto. e você ganha tendo um domínio quase absoluto é melhor, como foi hoje. E se ganha goleando, é muito melhor, ganhando por mais de um gol. Do que estou falando, ganhar, ganhar jogando bem e golear, nos faltou fazer mais gols para não sofrermos. Creio que era o mais justo, o que mais cabia em relação ao resultado — analisou Zubeldía, acrescentando:
— Por outro lado, Serna é um jogador mais de situações de espaço e de um contra um. Em uma linha de cinco mais baixa, isso faz com que os extremos tenha dois jogadores. Entendemos que simplesmente é um jogo para as características do Soteldo, porque é mais de espaço curto e drible no espaço curto, de dribles. É um jogador que tem presença de área. Nos parecia que a partida estava para o Soteldo. Se tivéssemos tido um gol no primeiro tempo, me parece que a continuidade de Serna estaria assegurada, porque conseguiríamos abrir mais o jogo e ter mais espaço para seguir atacando.
Com o resultado no Maracanã, o Fluminense chega a 26 pontos na tabela do Brasileirão. O clube ocupa a terceira posição pelo critério de desempate; o rival Flamengo tem a mesma pontuação e é o vice-líder. O Fluminense volta a campo na próxima quinta-feira, fora de casa, para enfrentar o Bolívar pela Conmebol Libertadores.
Outros tópicos da entrevista de Zubeldía:
Mudança tática na altitude contra o Bolívar?
– Sim, é um contexto diferente. Vamos tratar de nos adaptar com o que melhor possamos. Há situações importantes na altitude. Não tive oportunidade de dirigir equipes a 3.600m, mas em lugares como contra LDU, a 2.800m. Há sempre algumas dicas, como controlar a bola, não correr mais do que a conta, os chutes ao gol de meia distâncias, há situações para que se sinta um pouco menos, mas a altitude sempre se sente. O segredo é conviver com essa situação. Aqui já experimentei partidas na altitude, há certamente uma memória fisiológica. Isso escutei uma vez de um professor que dirigiu o Boca, que falava sobre memória fisiológica dos jogadores que estão acostumados com a altitude, que podem estar em equipes distantes, mas que habitualmente sobem à altitude têm essa memória. Como, por exemplo, um jogador equatoriano que está jogando na Europa e vem a Quito nas Eliminatórias. Ele, por mais que esteja jogando longe, tem a memória fisiológica, que basicamente tem a ver com já ter experimentado. Claro que vai sentir a altitude, mas o importante é ter tido essa experiência para não agravar a situação e conviver da melhor maneira. Partindo dessa premissa, tomara que façamos um bom jogo lá, sabendo das dificuldades.
Ausências de Martinelli e Lucho Acosta
– São bons jogadores, todo mundo reconhece isso. Mas temos que seguir adiante. Estamos em um momento que os pontos são muito importantes. As formam podem ir mudando, devido ao perfil do jogador que está jogando. Hoje, por exemplo, um pênalti, esteve por uma bola parada a favor, e essa situação se deve ao biotipo do jogador que estava no campo. Você ganha uma coisa, perde em outra. Muda um pouco o perfil da equipe com a saída ou ingresso. Vamos jogo a jogo solucionando, buscando ganhar. Estamos fazendo o máximo de esforço. Para mim, o plantel está muito bem armado. Sempre tenho elogiado a diretoria por me ter armado um bom plantel. Trato de usar o recurso como a comissão me parece. Tivemos muitas dificuldades, mas nunca vou colocar isso como desculpa. É olhar para frente e fazer o melhor possível.
Revezamento no ataque entre John Kennedy e Castillo:
– Creio que eles estão dando mensagem que são complementares, que se entendem. Jogar com dois atacantes gera um vazio na parte central, onde joga um meia-atacante. Com dois atacantes, um deles tem que ocupar esse espaço. O Lanús, há um tempo, jogava assim, quando o Flaco López era de lá. E mesmo assim os dois atacantes foram os artilheiros. A complementação entre os dois é muito importante. Se eu acelero esta situação acaba sendo ruim. Pouco a pouco vou fazer colocando os dois juntos, a ideia é que eles vão ganhando minutos para serem titulares ou jogarem juntos no decorrer. Mas o importante é que eles são complementares.
Atuação de Guga:
– Fez uma boa partida, os dois laterais jogaram bem. Todo o time foi bem, todos estão em um bom nível. Pode haver alguém abaixo por circunstância, mas não por estar mal. Temos um bom grupo, independente da posição.
Utilização da base do Fluminense:
– Está em plena competência. O que estamos fazendo agora é sincronizar os jogadores, como Wesley (Natã), Júlio (Fidélis) em partidas mais importantes, que sirva os jogadores ao treinador do sub-20, descendo eles, não porque não os estamos considerando, mas os estão pedindo para jogar essas partidas decisivas. Aí, faço uma exceção para ser justo com Riquelme (Felipe). Realmente, um tempo atrás me perguntaram por ele, e respondi que estava treinando, que o estava considerando. Agora, está destacando nos treinamentos e é importante aqui, pequenas coisas que tenho visto bem. Um pouco da história dos jovens é assim, esse vai e vem emocional e o rendimento e os treinos te dão indícios para dizer “bem, agora estão bem” e por aí vem os minutos. Mas está em consideração. Foi assim com o Santos. Hoje, também tinha vontade de colocá-lo, mas temos bons jogadores jogando. Mas estou contente porque vejo um Riquelme que não é o mesmo que vi em setembro.
Pretende testar o Alisson mais vezes como titular?
– Jogará de titular ou reserva, gostei dessa troca. Era o momento justo para utilizar esse tipo de jogador no meio. Gosto muito dos atletas que jogam bem em espaço reduzidos, situações adversas, e Alisson é assim. Creio que se juntaram bem no segundo gol, que acabou sendo um golaço. A equipe está bem.
Initial plugin text
+ O mercado do Cartola vai fechar! Monte seu time agora!
+ Compre já seus ingressos para os jogos do Fluminense
+ ✅Clique aqui para seguir o novo canal ge Fluminense no WhatsApp
🗞️ Leia mais notícias do Fluminense
🎧 Ouça o podcast ge Fluminense
Assista: tudo sobre o Fluminense no ge, na Globo e no sportv geRead More