Auxiliar da Ponte avalia derrota para o Sport e comenta mudanças na escalação
Ponte Preta 1 x 3 Sport | Melhores momentos | 8ª rodada | Brasileirão Série B 2026
Substituto do suspenso Rodrigo Santana à beira do gramado na derrota da Ponte Preta de virada por 3 a 1 para o Sport, na noite deste sábado, no Majestoso, pela oitava rodada da Série B do Brasileiro, o auxiliar Gabriel Remédio entende que o time começou bem, mas depois não conseguiu manter o nível.
A Ponte saiu na frente com Danilo Barcelos, mas o Sport marcou duas vezes ainda antes do intervalo e fechou a conta no segundo tempo.
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– Eu acho que foi uma partida de duas equipes de alto nível. O Sport tem sua qualidade também. A gente iniciou bem, iniciou melhor o jogo. Até os 25 minutos, todas as ações perigosas foram da Ponte. Acho que a estratégia traçada durante a semana foi bem executada no início. Fizemos o gol, e depois é natural que o Sport tivesse um bom momento na partida. Empataram por méritos. Depois, no momento do pênalti, acho que a gente tinha equilibrado de novo. São detalhes, fatalidades que acontecem. Foi um lance interpretativo da arbitragem – comentou Remédio, antes de seguir para a avaliação do segundo tempo.
Gabriel Remédio, auxiliar da Ponte Preta, no jogo contra o Sport
Marcos Ribolli/ PontePress
– No terceiro gol, acho que a gente estava equilibrando, poderia empatar a qualquer momento. Fizemos as trocas, o time foi se organizando em campo, e acho que a gente foi bastante prejudicado no gol anulado, aos 37 minutos. Revendo o lance, na minha visão não foi falta no goleiro, mas é interpretativo. A gente teria tempo para correr atrás do empate. A minha análise é essa.
O auxiliar também foi questionado sobre as quatro mudanças na escalação inicial, com as entradas de Weverton, Lucas Justen, Danilo Barcelos e David da Hora nos lugares de Lucas Cunha (opção), Thalys (opção), Murilo Cavalcante (lesão) e Pottker (lesão).
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– Foram opções de acordo com o momento dos jogadores, de oportunizar jogadores que estão treinando bem e buscando espaço. A ideia era ter amplitude dos lados, com Kevyson e Justen. Acho que deu certo no início. O Da Hora é de bastante mobilidade, que ataca o espaço, enquanto o Weverton é um zagueiro rápido, com boa saída, para ter construção ali com o Danilo também.
Com a segunda derrota consecutiva, a Ponte voltou à zona de rebaixamento, aparecendo na 17ª colocação. São apenas sete pontos em 24 possíveis.
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O próximo compromisso da Ponte está marcado para 18 de maio, uma segunda-feira, às 19h, contra o Londrina, novamente no Majestoso.
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Lateral direita
– A posição de origem do Bryan é lateral, mas, dentro de oscilação normal na competição, Thalys e Justen tiveram bons momentos na Série B. São características diferentes. Vai muito do rendimento nos jogos, treinamentos durante a semana e também estratégia para o jogo. A gente entende a insatisfação da torcida. Também temos o Júlio, treinando bem, relacionado para alguns jogos. O Bryan, sim, numa necessidade, pode ser opção na lateral, mas ele fez boas partidas no ataque. Então também tirar um jogador de uma posição que está rendendo bem e trazer para outra posição, são escolhas que a gente tem que fazer. Nosso papel é potencializar os jogadores.
Lado emocional
– Eu acredito que o fator mental é muito relevante no futebol e qualquer esporte de alto rendimento. É um desafio muito grande por uma série de fatores, por problemas que o clube vem passando e não cabe a mim entrar neles. O que a gente vem tentando fazer é passar confiança, focar nos treinos, focar nos adversários. Isso não tem faltado. Os jogadores estão extremamente focados. Claro que perder jogos, perder em casa, perder de virada, para o mental é ruim. geRead More


