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Auxiliar da Ponte vê elenco inseguro e minimiza decisão de não concentrar: “Perdemos no campo”

Auxiliar da Ponte vê elenco inseguro e minimiza decisão de não concentrar: “Perdemos no campo”

Melhores momentos de Ponte Preta 1 x 4 Londrina pela Série B
O auxiliar técnico Gabriel Remédio, que substituiu o suspenso Rodrigo Santana, teve a difícil missão de explicar a goleada por 4 a 1 sofrida pela Ponte Preta para o Londrina. Em entrevista coletiva após o jogo no Majestoso, ele reconheceu o impacto da crise extracampo no psicológico do elenco, mas evitou usar os problemas como única justificativa para o resultado.
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Segundo Remédio, a equipe fez um primeiro tempo competitivo, criando chances e acertando a trave, mas se perdeu na etapa final devido à instabilidade emocional de atuar pressionada na vice-lanterna da Série B.
Gabriel Remédio, auxiliar da Ponte Preta
Marcos Ribolli
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– Os problemas extracampo atrapalham, sim. Mas, independentemente disso, a gente não teve uma noite feliz. Jogar dentro da zona de rebaixamento, saindo atrás do placar, gera uma pressão a mais. São detalhes que mudariam o ritmo da partida. Passa muito por essa insegurança diante do momento da equipe.
Um dos reflexos imediatos da crise financeira – e dos salários atrasados que motivaram o desabafo de lideranças do elenco – foi a decisão dos jogadores de não concentrarem em hotel na véspera da partida. O assistente, no entanto, minimizou o impacto da medida no desempenho em campo.
– Não concentrar foi uma decisão dos atletas que a gente respeitou. Eles fizeram toda a preparação sem nenhum problema. Hoje se apresentaram após o almoço e fizeram toda a rotina normal do jogo. Acho que isso não interferiu porque foi uma noite infeliz. Cabe aceitar as críticas, porque são justas, e seguir trabalhando para melhorar.
Ponte Preta x Londrina; Série B
Marcos Ribolli
Questionado sobre a forte declaração do goleiro Diogo Silva, que cobrou o grupo para esquecer a briga pelo acesso e focar exclusivamente nos 45 pontos necessários para evitar a queda à Série C, Gabriel Remédio concordou com a prioridade estipulada pelo camisa 1.
– Uma coisa não exclui a outra. A gente tem como meta fazer 45 pontos, mas claro que queremos uma pontuação maior para brigar lá em cima. A Série B é muito nivelada. O ‘se’ não existe e, por isso, precisamos brigar primeiro pelos 45 pontos para depois almejar coisas maiores na competição.
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Com sete pontos na vice-lanterna e pressionada por três derrotas seguidas, a Ponte volta a campo no próximo domingo, fora de casa, diante do CRB. geRead More